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Radicais sírios estariam recebendo armamento dos EUA através da fronteira com Jordânia

Enquanto o exército sírio parece estar pronto para uma grande ofensiva na província de Daraa, os grupos radicais que operam na região estariam recebendo grandes remessas de material bélico "Made in USA".
Sputnik

Os grupos militantes que atuam no sul da Síria receberam uma grande quantidade de armas e munições fabricadas nos EUA, incluindo mísseis antitanque TOW, informou a agência de notícias FARS.

De acordo com a FARS, o armamento foi entregue através da fronteira com a Jordânia no âmbito de um novo plano dos EUA para assegurar mais apoio a estes grupos na Síria.

A agência informou também que os grupos militantes na província de Daraa começaram a se preparar para impedir a ofensiva do exército sírio.

No início deste mês, o exército sírio intensificou as ações no sudoeste do país, controlado por radicais, perto da fronteira com a Jordânia e as Colinas de Golã, ocupadas por Israel.

O Ministério da Defesa da Rússia acrescentou que as forças do governo sírio, apoiadas por um grande a…

'EUA apresentam Pyongyang como inimigo do mundo, mas sabemos quem é o verdadeiro agressor'

Os EUA querem uma guerra porque querem se aproveitar e distrair as pessoas dos problemas sociais. Os EUA tentam apresentar Pyongyang como inimigo do mundo, mas sabemos quem é o verdadeiro agressor, disse o analista político Daniel Shaw.


Sputnik

O presidente norte-americano apresentou uma proposta de resolução do bloqueio do Qatar, país que ele tinha acusado de ser patrocinador do terrorismo há pouco tempo, quando os países do Golfo Pérsico suspenderam as relações diplomáticas com Doha. 


O destróier norte-americano USS Stethem da classe Arleigh Burke ultrapassando águas da península Coreana durante os treinamentos conjuntos com a Coreia do Sul, em 22 de março de 2017
Fragata norte-americana USS Stethem da Classe Harleigh Burke © REUTERS/ Marinha dos EUA

Os EUA mantêm uma presença militar significativa no Qatar, tendo aí a maior base militar da região, com cerca de 11 mil soldados. Várias semanas após a aprovação do bloqueio, Trump assinou um contrato sobre o fornecimento de jatos de combate no valor de 12 bilhões de dólares, informa o RT.

O analista militar Daniel Shaw explicou por que os EUA sempre colocam os seus interesses militares nacionais à frente. Primeiro, ele desmentiu a existência de qualquer intenção de Trump de resolver a situação no Pacífico.

"Os EUA não têm feito nada para desescalar a situação[…]Se os EUA estivessem a falar a sério de paz no Pacífico, iriam retirar imediatamente os 50 mil militares do Japão, os 30 mil da Coreia do Sul e os 4 mil de Guam. Todos estes exercícios militares são provocações conjuntas do governo da Coreia do Sul e dos EUA. Foi isso que forçou a Coreia do Norte a se defender, além da informação da mídia norte-americana descrevendo a Coreia do Norte como agressor. Sabemos quem é o verdadeiro agressor no Pacífico", disse Daniel Shaw ao RT.

Além disso, ele acrescentou que os EUA sempre tentam promover o seu poder militar e utilizá-lo para intimidar qualquer país soberano que não se submeta aos EUA.

"Como sublinhou a Coreia do Norte, 'o que serve para um, serve para outro'. Se vocês todos podem fazer estoques de munições e tentar nos intimidar e cercar, então vamos nos preparar para o combate e defender-nos", acrescentou Shaw.

Ele adiantou que os norte-coreanos, os sul-coreanos e todos no mundo querem o diálogo e as negociações. A mídia ocidental está criando a imagem negativa de Pyongyang como agressor. Mas o agressor sempre foram os EUA, afirma Shaw.


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