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O que acontece quando desaparece um submarino como o argentino ARA San Juan

As autoridades argentinas continuam com as buscas para tentar localizar o submarino ARA San Juan, que estava em uma missão de treinamento e desapareceu na última quarta com 44 tripulantes a bordo.
BBC Brasil


A Marinha argentina revelou que, no último contato, o subcomandante afirmou que a embarcação apresentava um curto-circuito no sistema de baterias.


O submarino fazia o trajeto entre o Ushuaia, no sul do país, e a base naval de Mar del Plata, mais ao norte, quando deixou de se comunicar e sumiu dos radares. Segundo a Marinha, a tripulação teria comida e oxigênio para mais dois dias.

O governo argentino conta com a ajuda de vários países para realizar as buscas, incluindo Brasil e Estados Unidos.

Mas quais são principais dificuldades em uma operação para localizar um submarino? A BBC tenta responder a esta e a outras perguntas sobre o tema.

Por que submarinos não podem ser detectados?


Os submarinos são construídos para serem difíceis de se encontrar. O papel deles é participar, com frequênc…

EUA e Coreia do Norte travam briga de jardim da infância, segundo chanceler russo

Serguei Lavrov pediu calma durante coletiva de imprensa na ONU. Ele disse que Rússia e outros países trabalham 'para alcançar uma aproximação razoável e não emocional'.


Por RFi


O chanceler russo, Serguei Lavrov, descreveu nesta sexta-feira (22) a escalada verbal entre os presidentes americano, Donald Trump, e norte-coreano, Kim Jong-Un, como "uma briga entre crianças de jardim da infância" e pediu calma.

O chanceler russo Sergey Lavrov durante entrevista coletiva na sede da ONU, em Nova York, na sexta-feira (22) (Foto: Reuters/Stephanie Keith)
O chanceler russo Sergey Lavrov durante entrevista coletiva na sede da ONU, em Nova York, na sexta-feira (22) (Foto: Reuters/Stephanie Keith)

"Temos que esfriar as cabeças e entender que precisamos de pausas, que precisamos de alguns contatos", disse Lavrov em coletiva de imprensa na ONU, à margem da Assembleia Geral anual.

Em seu primeiro discurso na Assembleia Geral da ONU, na terça-feira (19), o presidente Trump ameaçou "destruir totalmente" a Coreia do Norte e catalogou o líder norte-coreano de um "homem foguete" que está em uma "missão suicida".

Kim retrucou na quinta-feira (21), descrevendo Trump como "mentalmente transtornado" e advertiu que "pagará caro" por sua ameaça.

Lavrov disse que a Rússia trabalha com outros países "para alcançar uma aproximação razoável e não emocional, ao invés da briga de jardim da infância entre crianças onde ninguém pode contê-los".

Mediador neutro

Moscou daria as boas-vindas a qualquer tentativa de mediar a crise, disse Lavrov à imprensa, acrescentando que este mediador poderia ser uma nação europeia "neutra". A Suíça se ofereceu para a tarefa.

Rússia e China impulsionam uma promessa conjunta de retomar o diálogo com a Coreia do Norte com um congelamento dos testes com mísseis e nucleares de Pyongyang em troca de uma suspensão dos exercícios militares de Coreia do Sul e Estados Unidos.

Washington rechaçou, no entanto, esta proposta, considerando-a "insultante" e mantém que não oferecerá incentivos a Pyongyang para que se sente na mesa de negociações.

Sem mencionar os Estados Unidos, Lavrov disse que os países que se negam a dialogar "não estão cumprindo" com as obrigações das resoluções do Conselho de Segurança da ONU, que pede uma resolução pacífica da crise.

Nas últimas semanas, a Coreia do Norte detonou sua sexta bomba nuclear e testou mísseis intercontinentais, afirmando que precisa se defender das hostilidades dos Estados Unidos e seus aliados.

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