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Radicais sírios estariam recebendo armamento dos EUA através da fronteira com Jordânia

Enquanto o exército sírio parece estar pronto para uma grande ofensiva na província de Daraa, os grupos radicais que operam na região estariam recebendo grandes remessas de material bélico "Made in USA".
Sputnik

Os grupos militantes que atuam no sul da Síria receberam uma grande quantidade de armas e munições fabricadas nos EUA, incluindo mísseis antitanque TOW, informou a agência de notícias FARS.

De acordo com a FARS, o armamento foi entregue através da fronteira com a Jordânia no âmbito de um novo plano dos EUA para assegurar mais apoio a estes grupos na Síria.

A agência informou também que os grupos militantes na província de Daraa começaram a se preparar para impedir a ofensiva do exército sírio.

No início deste mês, o exército sírio intensificou as ações no sudoeste do país, controlado por radicais, perto da fronteira com a Jordânia e as Colinas de Golã, ocupadas por Israel.

O Ministério da Defesa da Rússia acrescentou que as forças do governo sírio, apoiadas por um grande a…

EUA estão preparados para 'destruir totalmente' a Coreia do Norte, diz Trump na ONU

Diante das Nações Unidas, o presidente americano Donald Trump disse que os Estados Unidos estão prontos para "destruir totalmente" a Coreia do Norte caso seja "forçado" a defender a si e a seus aliados.


BBC Brasil

"Estamos prontos, dispostos e aptos (a atacar a Coreia do Norte), mas esperamos que não seja necessário. Vamos ver como eles se saem", afirmou, antes de pedir que os países do mundo trabalhem para "isolar" o líder coreano.

Donald Trump
Presidente americano causou surpresa na Assembleia geral da ONU com tom agressivo contra países presentes | Reuters

Em seu primeiro discurso na 72ª Assembleia Geral da ONU, em Nova York, Trump falou sobre a ameaça de "países erráticos" e mencionou também o Irã e a Síria.

O americano também fez piada com o líder norte-coreano Kim Jong-un, chamando-o de "rocket man" ("homem do foguete", em tradução livre) e dizendo que ele está em uma "missão suicida".

Nas últimas semanas, a Coreia do Norte tem feito testes de bombas e mísseis desafiando os Estados Unidos, as sanções da ONU e também os pedidos da China, seu principal aliado.

Trump afirmou que países de culturas e valores diferentes devem ser capazes de conviver como nações soberanas, mas também criticou duramente o Irã, que chamou de uma "ditadura corrupta que exporta violência, sangue e caos".

Ele pediu que Teerã deixe de "apoiar grupos terroristas" e disse que os EUA podem desistir do acordo feito com o Irã durante o governo Obama caso o país continue desenvolvendo um programa nuclear.

"Este foi o pior acordo em que os Estados Unidos já entraram. Francamente, é uma vergonha e vocês ainda vão ouvir falar muito disso", disse.
'Ideologia fracassada'

O presidente também reservou críticas ao governo de Nicolás Maduro, na Venezuela, que disse ter "destruído uma nação por meio de uma ideologia fracassada que trouxe pobreza a todos os lugares onde foi implementada".

"O problema não é que o socialismo tenha sido implementado. É que ele tenha sido fielmente implementado", afirmou, arrancando aplausos de parte da plateia.

Trump pediu que a ONU "faça mais" para lidar com a crise política e econômica no país e afirmou que, além das sanções já impostas, os EUA "estão preparados para fazer mais".

A terceira "nação errática" mencionada pelo presidente foi a Síria e o "regime criminoso de Bashar al-Assad" - que ele acusou de usar armas químicas contra a população.

Ao falar dos conflitos no Oriente Médio e no norte da África, Trump disse que os EUA gastam milhões para "apoiar a volta dos refugiados para seus países de origem".

"Pelo custo de assentar um refugiado nos Estados Unidos, assentamos dez em suas nações ou em locais próximos. A migração descontrolada é ruim para os países que enviam e também para os que recebem", afirmou.
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