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Turquia quer ajudar Iraque a combater curdos em Kirkuk

A Turquia informou nesta segunda-feira que estava pronta para ajudar o governo iraquiano a expulsar os combatentes curdos da cidade de Kirkuk, informou AFP.
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Ancara teme que a eventual independência do Curdistão iraquiano pode desencadear movimentos semelhantes entre a população curda na Turquia e saudou a operação das forças iraquianas para expulsar as forças do Partido dos Trabalhadores do Curdistão (PKK) de Kirkuk.


"Estamos prontos para qualquer forma de cooperação com o governo iraquiano de modo a acabar com a presença do PKK no território do Iraque", disse o ministro das Relações Exteriores da Turquia, Mevlut Cavusoglu.

O Conselho de Segurança Nacional do Iraque afirmou neste domingo que considerará a presença de militares curdos em Kirkuk como um "declaração de guerra".

Na segunda-feira, as forças iraquianas tomaram amplos territórios nos arredores da cidade, bem como uma base militar, um aeroporto e um campo petrolífero.

Em 2014, as tropas peshmerga curdas …

EUA: general diz que Coreia do Norte tem capacidade de atacar e pede atenção com a Rússia

O chefe do Estado-Maior dos Estados Unidos, general Joseph Dunford, disse nesta terça-feira, em testemunho perante um comitê do Congresso dos EUA, que o país deve assumir que a Coreia do Norte tem um míssil balístico intercontinental (ICBM, na sigla em inglês) capaz de atingir o território estadunidense.


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"Eu acho que, para todos os fins de planejamento, desenvolvimento de capacidades, devemos assumir agora que a Coreia do Norte tem essa capacidade", afirmou Dunford.


Imagem do Hwasong-14, míssil que a Coreia do Norte afirma ser de longo alcance (intercontinental), em teste realizado em 4 de julho de 2017
Míssil de longo alcance Hwasong-14 da Coreia do Norte © REUTERS/ KCNA/via REUTERS

Dunford disse que pode haver aspectos de engenharia que ainda precisam de trabalho, mas isso não deve impedir os funcionários de acreditar que a Coreia do Norte tem a capacidade e a vontade de atacar os Estados Unidos com um míssil.

“Se serão três meses, ou seis meses ou 18 meses, será em breve e devemos nos comportar como se fosse uma questão de tempo antes de a Coreia do Norte ter essa capacidade”, insistiu o general.

Dunford ainda comentou que não se notou qualquer mudança de postura de Pyongyang, mesmo diante da recente escalada de acusações e agressões verbais de lado a lado.

"Embora o espaço político esteja claramente muito carregado neste momento, não vimos uma mudança na postura das forças norte-coreanas e observamos isso de perto […]. O que não vimos é atividade militar que refletiria o ambiente político carregado", comentou.

A situação na Península da Coreia se agravou devido aos recentes lançamentos de mísseis de Pyongyang e a testes nucleares, todos conduzidos em violação das resoluções do Conselho de Segurança da ONU.

O teste mais recente foi realizado no dia 15 de setembro, quando a Coreia do Norte lançou um míssil balístico que voou sobre o Japão antes de cair no Pacífico Norte, cerca de 20 minutos após o lançamento.

Ameaça russa

A capacidade militar de cruzeiro da Rússia, conforme demonstrada no conflito sírio, sublinha a necessidade de os Estados Unidos aumentarem as suas defesas contra essa ameaça, e uma revisão iminente identificará o que precisa ser feito em resposta, disse Dunford na mesma audiência.

"Os investimentos russos e a capacidade demonstrada de mísseis de cruzeiro no conflito sírio destacam a necessidade de os Estados Unidos e a OTAN aumentar as defesas contra a ameaça de mísseis de cruzeiro", disse Dunford.

O principal general dos EUA continuou dizendo que, com base nas recomendações da Revisão da Defesa dos Mísseis Balísticos dos EUA para a defesa de mísseis regionais, "trabalhamos com nossos aliados da OTAN para determinar as defesas necessárias para enfrentar os sistemas de ameaças da Rússia na Europa".


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