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Por que alguns países ocidentais não querem libertação de Idlib?

A libertação de Idlib marcará a vitória total das forças governamentais e o fracasso dos planos de países ocidentais de derrubar as autoridades legítimas sírias.
Sputnik

No entanto, segundo Pierre Le Corf, ativista francês que vive em Aleppo, a tarefa não será fácil. 


"Será muito difícil libertar Idlib, porque todas as forças da coalizão lideradas pelos EUA e governos [ocidentais] envolvidos na guerra até o momento se opõem à libertação da província", disse Le Corf à Sputnik França.

Ele comentou que assim que a província síria de Idlib for libertada, terá que "libertar as zonas ocupadas ilegalmente pelos EUA, França e até pela Itália no norte do país". Por esse motivo, nenhum desses países quer a libertação da província.

Le Corf salientou que a intenção de manter o status atual poderia levar a "um massacre da população civil de Idlib", referindo-se às múltiplas advertências dos militares sírios e russos sobre a possível encenação de ataques químicos com o prop…

EUA vai derrubar qualquer míssil norte-coreano lançado contra Guam (VÍDEO)

O Departamento de Estado dos Estados Unidos afirmou que Washington vai derrubar qualquer míssil da Coreia do Norte que possa vir a sobrevoar o território de Guam, ilha com bases estadunidenses no Oceano Pacífico.


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"Se um míssil dirigisse-se a Guam ou voasse sobre [a ilha], nós teríamos derrubado", disse a secretária de Estado adjunta, Susan Thornton, em um encontro com jornalistas estrangeiros.


Teste de míssil norte-coreano Hwasong-12
Míssil norte-coreano Hwasong-12 © REUTERS/ KCNA

Repórteres perguntaram a Thornton por que os EUA não respondem da mesma forma aos lançamentos de mísseis da Coreia do Norte que violam o espaço aéreo e aliados - Japão e Coreia do Sul.

Na sua resposta, Thornton lembrou que esta questão foi previamente esclarecida pelo secretário de Defesa dos EUA, James Mattis.

Ela observou que agora é possível determinar exatamente onde o foguete voará e onde vai pousar. Segundo ela, no Japão existem sistemas de alerta especiais para a população civil.

"A questão de se aplicar ou não ações militares depende da situação específica", disse ela.

No início do dia, o secretário de Estado dos EUA, Rex Tillerson, declarou que os Estados Unidos continuariam os esforços diplomáticos para resolver a crise da Coreia do Norte, mas não descartou opções militares.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou recentemente uma nova ordem executiva que ampliou as sanções contra Pyongyang, ameaçou "destruir totalmente a Coreia do Norte", se surgirem ameaças imediatas, e descreveu o líder norte-coreano Kim Jong-un como "Homem Foguete".

A Coreia do Norte anunciou rapidamente que pode realizar outro teste de bomba de hidrogênio no Pacífico. Kim acusou Trump de exibir "comportamento mentalmente perturbado" e ameaçou-o com uma resposta áspera.

Em agosto, Pyongyang declarou ter planos de lançar mísseis contra Guam, e fotos de Kim revisando os planos foram divulgadas pela imprensa norte-coreana. Contudo, tal planejamento foi cancelado, com a Coreia do Norte informando que descartaria a ideia por enquanto.


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