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Argentina concorda em construir bases norte-americanas em seu território

O presidente da Argentina, Mauricio Macri, aprovou a construção no país de várias bases militares dos EUA, informou no sábado (21) o portal mexicano Aristegui Noticias com referência a fontes informadas.
Sputnik

De acordo com o portal, trata-se de ao mínimo três bases militares a serem construídas nas províncias de Neuquén (onde fica a jazida de gás de xisto Vaca Muerta), Misiones e Tierra del Fuego, de onde se pode controlar a Antártida.

A sua criação deve ser financiada pelo Comando Sul dos EUA. Um dos principais adeptos da criação de bases seria a ministra da Segurança da Argentina, Patricia Bullrich.

Além disso, nota o portal mexicano, a ministra elogiou a chegada ao país de instrutores americanos que efetuam a preparação dos policiais argentinos antes da cúpula do G20 em novembro. Isso viola as atuais leis argentinas, porque é necessário obter a autorização do Congresso para tais ações, algo que não foi feito.

Ex-agente da CIA: EUA não têm outra opção senão aceitar uma Coreia do Norte nuclear

A aceitação de uma Coreia do Norte nuclear pelos EUA pode incluir uma Coreia do Sul com armas nucleares, acredita Su Mi Terry que serviu na CIA durante a presidência de George W. Bush.


Sputnik

Os EUA não têm outra escolha senão aceitar a nuclearização da Coreia do Norte e a China poderá ter de conviver com uma Coreia do Sul dotada de armas nucleares, ou pelo menos mais armada do que hoje em dia, disse o analista em questões do Nordeste da Ásia e ex-funcionário da CIA, Su Mi Terry, citado pelo South China Morning Post.


Um grupo de lançadores múltiplos de foguetes M-1985 do Exército Popular da Coreia é visto durante desfile militar em finais de abril em Pyongyang
Lançadores múltiplos de foguetes M-1985 da Coreia do Norte © Sputnik/ Ilia Pitalev

A aceitação de uma Coreia do Norte nuclear pelos EUA deve ser acompanhada com outras opções militares que incluem pelo menos a instalação de um sistema de defesa antimíssil robusto na Coreia do Sul, independentemente da reação da China, opinou Su Mi Terry.

"Podemos ser criativos nas questões de contenção e dissuasão", comunicou ele ao South China Morning Post.

Uma política de contenção e dissuasão "não significa que nós vamos apenas nos sentarmos à volta e falar que isso está OK". De acordo com ele, essa política pode significar o reforço da defesa antimíssil e a nuclearização da Coreia do Sul.


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