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Por que alguns países ocidentais não querem libertação de Idlib?

A libertação de Idlib marcará a vitória total das forças governamentais e o fracasso dos planos de países ocidentais de derrubar as autoridades legítimas sírias.
Sputnik

No entanto, segundo Pierre Le Corf, ativista francês que vive em Aleppo, a tarefa não será fácil. 


"Será muito difícil libertar Idlib, porque todas as forças da coalizão lideradas pelos EUA e governos [ocidentais] envolvidos na guerra até o momento se opõem à libertação da província", disse Le Corf à Sputnik França.

Ele comentou que assim que a província síria de Idlib for libertada, terá que "libertar as zonas ocupadas ilegalmente pelos EUA, França e até pela Itália no norte do país". Por esse motivo, nenhum desses países quer a libertação da província.

Le Corf salientou que a intenção de manter o status atual poderia levar a "um massacre da população civil de Idlib", referindo-se às múltiplas advertências dos militares sírios e russos sobre a possível encenação de ataques químicos com o prop…

Ex-agente da CIA: EUA não têm outra opção senão aceitar uma Coreia do Norte nuclear

A aceitação de uma Coreia do Norte nuclear pelos EUA pode incluir uma Coreia do Sul com armas nucleares, acredita Su Mi Terry que serviu na CIA durante a presidência de George W. Bush.


Sputnik

Os EUA não têm outra escolha senão aceitar a nuclearização da Coreia do Norte e a China poderá ter de conviver com uma Coreia do Sul dotada de armas nucleares, ou pelo menos mais armada do que hoje em dia, disse o analista em questões do Nordeste da Ásia e ex-funcionário da CIA, Su Mi Terry, citado pelo South China Morning Post.


Um grupo de lançadores múltiplos de foguetes M-1985 do Exército Popular da Coreia é visto durante desfile militar em finais de abril em Pyongyang
Lançadores múltiplos de foguetes M-1985 da Coreia do Norte © Sputnik/ Ilia Pitalev

A aceitação de uma Coreia do Norte nuclear pelos EUA deve ser acompanhada com outras opções militares que incluem pelo menos a instalação de um sistema de defesa antimíssil robusto na Coreia do Sul, independentemente da reação da China, opinou Su Mi Terry.

"Podemos ser criativos nas questões de contenção e dissuasão", comunicou ele ao South China Morning Post.

Uma política de contenção e dissuasão "não significa que nós vamos apenas nos sentarmos à volta e falar que isso está OK". De acordo com ele, essa política pode significar o reforço da defesa antimíssil e a nuclearização da Coreia do Sul.


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