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'Sangue e caos': príncipe saudita chama Trump de 'oportunista' por decisão sobre Jerusalém

O ex-chefe da inteligência saudita, o Príncipe Turki al-Faisal, criticou o reconhecimento do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de Jerusalém como a capital de Israel, em uma das mais acentuadas reações do reino aliado de Washington no Oriente Médio.
Sputnik

Em uma carta a Trump publicada em um jornal saudita nesta segunda-feira, o príncipe Turki, um ex-embaixador em Washington que agora não ocupa nenhum cargo do governo, mas continua influente, chamou a decisão de uma estratagema política doméstica que provocaria violência.


"O derramamento de sangue e o caos definitivamente seguirão sua tentativa oportunista de ganhar eleitoralmente", escreveu o príncipe Turki em uma carta publicada no jornal saudita al-Jazeera.

Trump inverteu décadas de política dos EUA e virou do consenso da crítica internacional na semana passada, reconhecendo Jerusalém como a capital de Israel. A maioria dos países diz que o status da cidade deve ser deixado para negociações entre Israel e os pales…

Exercício Felino: nove países de Língua Portuguesa treinam emprego conjunto

Militares dos nove países, integrantes da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), participam do Exercício Felino, na Academia Militar das Agulhas Negras (AMAN), em Resende (RJ).



Forças Terrestres

Brasília, 19/09/2017 – A Força Tarefa Conjunta e Combinada é composta por representantes da Marinha do Brasil, do Exército Brasileiro, da Força Aérea Brasileira, bem como de militares oriundos de Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Guiné Equatorial, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste.




O objetivo do Exercício Felino, coordenado pelo Ministério da Defesa (MD), é incrementar a interoperabilidade das Forças Armadas dos Estados-Membros da CPLP e treinar o emprego em operações de apoio à paz e de ajuda humanitária, sob o amparo da Organização das Nações Unidas (ONU).

O chefe do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas do MD, almirante Ademir Sobrinho, ressalta que o Exercício Felino busca uma maior integração com os países de língua portuguesa. “Procuramos repassar nossa experiência na parte de planejamento, principalmente, em operações de paz e ajuda humanitária, além de mostrar nossas capacidades e nossos produtos de defesa”, afirmou o almirante. Ele também lembrou que as operações combinadas são uma oportunidade para adquirir conhecimento, além de facilitar o relacionamento entre os oficiais brasileiros e estrangeiros, em futuras missões de paz, por exemplo.

Ontem (18) pela manhã, dia da abertura do Exercício Felino 2017, os militares participaram de uma formatura geral e o hasteamento das bandeiras e o tradicional desfile dos cadetes da AMAN. O Exercício Felino ocorre até o dia 29 de setembro, com várias atividades de simulação de operações.

O oficial superior do Exercício e subchefe de Operações do MD, brigadeiro Hudson Costa Potiguara, e o oficial condutor, general José Eduardo Pereira, deram boas vindas aos militares brasileiros e das nações amigas.

Para este Exercício, o Exército designou a 4ª Brigada de Infantaria Leve (Montanha) para dirigir a execução do ciclo de 2017, com a participação de cerca de mil militares, integrantes de diversas organizações militares da Marinha, Exército e Aeronáutica, e dos países de língua portuguesa.

Ainda estiveram presentes na solenidade de abertura , o chefe do Estado-Maior do Comando de Operações Aeroespaciais, brigadeiro Ricardo Cesar Mangrich, o comandante da AMAN, general Ricardo Augusto Ferreira Costa Neves, o comandante da Divisão Anfíbia, almirante Jonatas Magalhães Porto, e o diretor do Exercício e comandante da 4ª Brigada de Infantaria Leve, general Carlos André Alcântara Leite.

Exercício Felino

Cada Exercício funciona num ciclo que dura dois anos, utilizando o mesmo cenário fictício que simula situações-problema. O primeiro ciclo é realizado no formato “carta”, no qual se planeja e executa uma operação por meio de rede de computadores, como um jogo de guerra. Essa fase foi realizada no ano passado, em Cabo Verde. O segundo exercício é realizado no ano seguinte, no terreno e com a ação de tropas. Esta é a modalidade realizada, em 2017, no Brasil.

Os treinamentos da série Felino iniciaram-se no ano 2000 e são uma oportunidade de promoção da cooperação, amizade e união entre as nações. A cada biênio são colocados países diferentes para sediar o evento.

O Exercício foi batizado com o nome de Felino em razão deste mamífero selvagem estar presente nos continentes americano e africano.


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