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Radicais sírios estariam recebendo armamento dos EUA através da fronteira com Jordânia

Enquanto o exército sírio parece estar pronto para uma grande ofensiva na província de Daraa, os grupos radicais que operam na região estariam recebendo grandes remessas de material bélico "Made in USA".
Sputnik

Os grupos militantes que atuam no sul da Síria receberam uma grande quantidade de armas e munições fabricadas nos EUA, incluindo mísseis antitanque TOW, informou a agência de notícias FARS.

De acordo com a FARS, o armamento foi entregue através da fronteira com a Jordânia no âmbito de um novo plano dos EUA para assegurar mais apoio a estes grupos na Síria.

A agência informou também que os grupos militantes na província de Daraa começaram a se preparar para impedir a ofensiva do exército sírio.

No início deste mês, o exército sírio intensificou as ações no sudoeste do país, controlado por radicais, perto da fronteira com a Jordânia e as Colinas de Golã, ocupadas por Israel.

O Ministério da Defesa da Rússia acrescentou que as forças do governo sírio, apoiadas por um grande a…

Exército russo anuncia que matou importante líder do EI

O exército russo atua na Síria desde setembro de 2015 em apoio ao regime de Damasco.


France Presse


O exército russo afirmou nesta sexta-feira (8) que matou vários dirigentes do grupo Estado Islâmico (EI) perto de Deir Ezzor, leste da Síria, incluindo um ex-chefe das forças especiais tadjiques que havia desertado, apresentado como o "ministro da Guerra" dos jihadistas.

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Terroristas do Estado Islâmico em Deir ez-Zor

"Após um ataque dirigido da força aérea russa nos arredores de Deir Ezzor, um posto de comando e um centro de comunicação (foram atingidos) e quase 40 combatentes do EI morreram", afirmou o ministério russo da Defesa em um comunicado publicado no Facebook, segundo o qual o bombardeio aconteceu na terça-feira.

"De acordo com informações confirmadas, quatro influentes líderes estão entre os combatentes mortos, entre eles o emir de Deir Ezzor, Abu Mohamed al Shemali", competa o texto.

"Há provas de que o 'ministro da Guerra' do EI, Gulmurod Halimov, estava presente no encontro e foi mortalmente ferido", indica o comunicado.

O ex-comandante das forças especiais da polícia do Tadjiquistão, coronel Gulmurod Halimov, desapareceu em abril de 2015 e anunciou um mês mais tarde que havia se unido ao EI na Síria.

Washington oferecia US$ 3 milhões pela captura deste atirador de elite, que seguiu entre 2003 e 2014 cinco treinamentos nos Estados Unidos e Tadjiquistão.

Abu Mohamed al Shemali é o nome de guerra de Tarek al Jarba, um jihadista de origem saudita responsável por enviar combatentes estrangeiros à Síria. O governo americano oferecia recompensa de cinco milhões de dólares por qualquer informação que resultasse em sua captura.

O exército russo atua na Síria desde setembro de 2015 em apoio ao regime de Damasco. Graças a este respaldo, o exército sírio conseguiu uma importante vitória na terça-feira ao romper o cerco de um dos dois territórios governamentais de Deir Ezzor sitiados pelos jihadistas desde 2015.

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