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Ministério das Relações Exteriores russo acusa EUA de ajudar terroristas na Síria

Ao reforçar seu interesse em liquidar o Daesh [organização terrorista proibida na Rússia] da face da Terra, Moscou se mostrou preocupada com o fato de os EUA demonstrarem o contrário através de suas ações, ressalta Sergei Ryabkov, vice-ministro do ministério.
Sputnik

"Apesar de tudo, alguns objetivos políticos e geopolíticos são mais importantes para Washington, o que está declarado no plano de lealdade à luta antiterrorista", disse Ryabkov a jornalistas. Segundo ele, a Rússia espera que Washington prove na prática a sua lealdade à luta contra o terrorismo na Síria.


Além disso, o diplomata chamou a morte do tenente-general Valery Asapov de preço pago pela Rússia pela hipocrisia dos EUA na questão da resolução da crise síria. Asapov, que chefiava o grupo dos conselheiros militares russos, morreu na região de Deir ez-Zor durante bombardeio do Daesh.

Na véspera, o Ministério da Defesa da Rússia publicou fotos aéreas dos bairros a norte de Deir ez-Zor controlados pelos terroristas d…

Exército russo anuncia que matou importante líder do EI

O exército russo atua na Síria desde setembro de 2015 em apoio ao regime de Damasco.


France Presse


O exército russo afirmou nesta sexta-feira (8) que matou vários dirigentes do grupo Estado Islâmico (EI) perto de Deir Ezzor, leste da Síria, incluindo um ex-chefe das forças especiais tadjiques que havia desertado, apresentado como o "ministro da Guerra" dos jihadistas.

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Terroristas do Estado Islâmico em Deir ez-Zor

"Após um ataque dirigido da força aérea russa nos arredores de Deir Ezzor, um posto de comando e um centro de comunicação (foram atingidos) e quase 40 combatentes do EI morreram", afirmou o ministério russo da Defesa em um comunicado publicado no Facebook, segundo o qual o bombardeio aconteceu na terça-feira.

"De acordo com informações confirmadas, quatro influentes líderes estão entre os combatentes mortos, entre eles o emir de Deir Ezzor, Abu Mohamed al Shemali", competa o texto.

"Há provas de que o 'ministro da Guerra' do EI, Gulmurod Halimov, estava presente no encontro e foi mortalmente ferido", indica o comunicado.

O ex-comandante das forças especiais da polícia do Tadjiquistão, coronel Gulmurod Halimov, desapareceu em abril de 2015 e anunciou um mês mais tarde que havia se unido ao EI na Síria.

Washington oferecia US$ 3 milhões pela captura deste atirador de elite, que seguiu entre 2003 e 2014 cinco treinamentos nos Estados Unidos e Tadjiquistão.

Abu Mohamed al Shemali é o nome de guerra de Tarek al Jarba, um jihadista de origem saudita responsável por enviar combatentes estrangeiros à Síria. O governo americano oferecia recompensa de cinco milhões de dólares por qualquer informação que resultasse em sua captura.

O exército russo atua na Síria desde setembro de 2015 em apoio ao regime de Damasco. Graças a este respaldo, o exército sírio conseguiu uma importante vitória na terça-feira ao romper o cerco de um dos dois territórios governamentais de Deir Ezzor sitiados pelos jihadistas desde 2015.

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