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EUA criticam bombardeiros russos na Venezuela: "Nós mandamos navio-hospital"

O coronel Robert Manning, porta-voz do Departamento de Defesa dos Estados Unidos, criticou com veemência nesta segunda-feira o envio de bombardeiros russos à Venezuela e citou o envio de navio-hospital à região como exemplo do compromisso de Washington com a região.
EFE

Washington - "O enfoque dos EUA sobre a região difere do enfoque da Rússia. No meio da tragédia, a Rússia envia bombardeiros à Venezuela e nós mandamos um navio-hospital", declarou Manning durante uma entrevista coletiva realizada hoje no Pentágono.


O militar se referia com estas palavras ao USNS Comfort, que partiu em meados de outubro rumo à América Central e à América do Sul para oferecer ajuda sanitária aos milhares de refugiados venezuelanos amparados por diversos países da região.

"Enquanto nós oferecemos ajuda humanitária, a Rússia envia bombardeiros", lamentou Manning em referência ao envio uma esquadrilha de aviões russos, incluindo dois bombardeiros estratégicos T-160, capazes de carregar bomb…

Extremo Oriente russo tem plano próprio caso situação na Coreia do Norte se agrave

O governador da região de Primorie (Extremo Oriente da Rússia), Vladimir Miklushevsky, declarou que a região possui planos de segurança dos cidadãos em caso de agravamento da situação na Península da Coreia.


Sputnik

"Tais planos existem, mas eles são de caráter confidencial. São planos gerais para todas as ameaças – não só para as ameaças principais", comunicou Miklushevsky durante a coletiva de imprensa no Fórum Econômico Oriental (VEF), respondendo a uma questão sobre os planos de ação da região em caso de agravamento da situação na Coreia do Norte. 


Bandeira da Coreia do Norte na zona desmilitarizada
Zona desmilitarizada entre as coreias do norte e sul © AFP 2017/ SAUL LOEB

Em 3 de setembro Pyongyang anunciou ter realizado um teste bem-sucedido de uma bomba de hidrogênio.

A comunidade internacional ficou dividida: o Japão, a Coreia do Sul e os EUA buscam respostas, inclusive militares; a Rússia e a China continuam assegurando que o diálogo é a única solução para a crise.


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