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Por que alguns países ocidentais não querem libertação de Idlib?

A libertação de Idlib marcará a vitória total das forças governamentais e o fracasso dos planos de países ocidentais de derrubar as autoridades legítimas sírias.
Sputnik

No entanto, segundo Pierre Le Corf, ativista francês que vive em Aleppo, a tarefa não será fácil. 


"Será muito difícil libertar Idlib, porque todas as forças da coalizão lideradas pelos EUA e governos [ocidentais] envolvidos na guerra até o momento se opõem à libertação da província", disse Le Corf à Sputnik França.

Ele comentou que assim que a província síria de Idlib for libertada, terá que "libertar as zonas ocupadas ilegalmente pelos EUA, França e até pela Itália no norte do país". Por esse motivo, nenhum desses países quer a libertação da província.

Le Corf salientou que a intenção de manter o status atual poderia levar a "um massacre da população civil de Idlib", referindo-se às múltiplas advertências dos militares sírios e russos sobre a possível encenação de ataques químicos com o prop…

Força Aeroespacial russa realiza 10 ataques aéreos contra terroristas na Síria

O porta-voz do Ministério da Defesa russo, Igor Konashenkov, informou que a Força Aeroespacial russa realizou, nas últimas 24 horas, 10 ataques aéreos contra posições do Daesh (organização terrorista proibida na Rússia) na província síria de Idlib, todas localizadas longe das povoações.


Sputnik

Em 25 de setembro, com base em dados de inteligência recolhidos por veículos não tripulados e por outras vias, a Força Aeroespacial russa realizou 10 ataques contra posições do Daesh na província de Idlib, informou o porta-voz.


Força Aeroespacial russa na Síria
Sukhoi Su-30 da Força Aérea da Rússia © Sputnik/ Maksim Blinov

Konashenkov sublinhou que todos os ataques foram lançados longe das povoações e que há dados de controlo objetivo que o comprovam. Foram eliminados abrigos subterrâneos, material bélico e locais de armazenamento de munições dos terroristas.

O porta-voz do Ministério da Defesa russo desmentiu as informações do Observatório Sírio dos Direitos Humanos, sedeado em Londres, de que a Força Aeroespacial russa teria atacado povoações na Síria.

Ele também acrescentou que “as declarações do Observatório relativamente às testemunhas ou voluntários anônimos são infundadas e servem como 'encobrimento informacional' das ações da Frente al-Nusra [organização terrorista proibida na Rússia] e de outros grupos terroristas ligados a ela”.


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