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EUA criticam bombardeiros russos na Venezuela: "Nós mandamos navio-hospital"

O coronel Robert Manning, porta-voz do Departamento de Defesa dos Estados Unidos, criticou com veemência nesta segunda-feira o envio de bombardeiros russos à Venezuela e citou o envio de navio-hospital à região como exemplo do compromisso de Washington com a região.
EFE

Washington - "O enfoque dos EUA sobre a região difere do enfoque da Rússia. No meio da tragédia, a Rússia envia bombardeiros à Venezuela e nós mandamos um navio-hospital", declarou Manning durante uma entrevista coletiva realizada hoje no Pentágono.


O militar se referia com estas palavras ao USNS Comfort, que partiu em meados de outubro rumo à América Central e à América do Sul para oferecer ajuda sanitária aos milhares de refugiados venezuelanos amparados por diversos países da região.

"Enquanto nós oferecemos ajuda humanitária, a Rússia envia bombardeiros", lamentou Manning em referência ao envio uma esquadrilha de aviões russos, incluindo dois bombardeiros estratégicos T-160, capazes de carregar bomb…

Forças Aéreas dos EUA e Coreia do Sul realizam exercícios conjuntos

Quatro caças F-15K da Força Aérea da Coreia do Sul, dois bombardeiros estratégicos B-1B e quatro caças F-35B da Força Aérea dos EUA realizaram manobras conjuntas na segunda-feira (18).


Sputnik

Segundo o documento, publicado no site do Ministério da Defesa da Coreia do Sul, os exercícios visam reforçar a prontidão e coordenação das ações das forças armadas dos dois países, bem como treinar posicionamento rápido das tropas em caso de provocação do inimigo.


As manobras militares conjutas dos EUA e a Coreia do Sul
© REUTERS/ Lance Cpl. Carlos Jimenez

Os exercícios das Forças Aéreas dos EUA e da Coreia do Sul foram realizados poucos dias depois do último lançamento de míssil balístico pela Coreia do Norte em direção ao Japão. O míssil caiu no oceano Pacífico, mais precisamente a dois mil quilômetros da ilha japonesa de Hokkaido.

Mais cedo, o Conselho de Segurança da ONU adotou uma nova resolução com sanções econômicas mais duras contra Pyongyang devido ao teste de uma bomba de hidrogênio, que foi posto em ação em 3 de setembro.

Entretanto, o jornal central norte-coreano Rodong Sinmun declarou que nenhuma pressão fez com que Pyongyang se recusasse a desenvolver armas nucleares e mísseis balísticos devido à hostilidade por parte de Washington.


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