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'Sangue e caos': príncipe saudita chama Trump de 'oportunista' por decisão sobre Jerusalém

O ex-chefe da inteligência saudita, o Príncipe Turki al-Faisal, criticou o reconhecimento do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de Jerusalém como a capital de Israel, em uma das mais acentuadas reações do reino aliado de Washington no Oriente Médio.
Sputnik

Em uma carta a Trump publicada em um jornal saudita nesta segunda-feira, o príncipe Turki, um ex-embaixador em Washington que agora não ocupa nenhum cargo do governo, mas continua influente, chamou a decisão de uma estratagema política doméstica que provocaria violência.


"O derramamento de sangue e o caos definitivamente seguirão sua tentativa oportunista de ganhar eleitoralmente", escreveu o príncipe Turki em uma carta publicada no jornal saudita al-Jazeera.

Trump inverteu décadas de política dos EUA e virou do consenso da crítica internacional na semana passada, reconhecendo Jerusalém como a capital de Israel. A maioria dos países diz que o status da cidade deve ser deixado para negociações entre Israel e os pales…

Guerra contra Coreia do Norte custaria 20 mil vidas por dia, diz general dos EUA

A humanidade pagaria um preço muito alto se a Terceira Guerra Mundial tomasse corpo após um conflito militar com a Coreia do Norte, disse o general da Força Aérea dos Estados Unidos, Rob Givens, segundo o diário britânico Daily Star.


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Citando previsões internas do Pentágono, o general (hoje na reserva) estimou as perdas humanas em 20 mil pessoas por dia, um número que ele admitiu que pode ser ainda maior, pois não inclui baixas dentro do país asiático, que abriga quase 28 milhões de pessoas.


Resultado de imagem para general da Força Aérea dos Estados Unidos, Rob Givens
Bombardeio B-1B Lancer e caças F-35 norte-americanos em formação com caças F-15 da Coreia do Sul

"Muitos americanos acreditam que isso [guerra com a Coreia do Norte] seria o mesmo que invadir o Iraque ou o Afeganistão ou como operações na Líbia ou na Síria, mas não parece isso nem remotamente", disse ele.

Para Givens, essa guerra só poderia terminar de uma maneira, e seria com a derrota de Pyongyang. "Mas a que custo?", questionou o general.

O militar, que passou quatro anos na Península da Coreia, disse que "na busca pela sobrevivência [os norte-coreanos] vão atacar os EUA" e apesar de "não ganharem, tentarão fazê-lo, garanto".

A previsão do general ocorre em meio às tensões entre Washington e Pyongyang atingirem um ápice histórico.

O ministro de Relações Exteriores da Coreia do Norte, Ri Yong Ho, acusou na segunda-feira o presidente dos EUA, Donald Trump, de fazer uma "declaração de guerra", referindo-se à ameaça de Trump de "destruir totalmente" o país asiático em seu discurso da ONU.

Além disso, o ministro norte-coreano advertiu que Pyongyang tem a capacidade de derrubar os bombardeiros estratégicos dos EUA, mesmo que estejam fora do seu espaço aéreo.

As suas palavras vieram após a aproximação de aeronaves americanas para a fronteira norte-coreana na menor distância já registrada em quase duas décadas.


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