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Exército sírio bombardeia terroristas restantes no sul do país (VIDEO)

O exército sírio retomou os ataques de artilharia maciços contra os terroristas restantes na região de Tulul al Safa no deserto de As-Suwayda, no sul do país, depois de eles terem violado a trégua, segundo uma fonte do Exército.
Sputnik

De acordo com uma fonte que falou com a Sputnik Árabe, na terça-feira (16), o Exército sírio e os terroristas que ocupam as colinas de Tulul al Safa firmaram um acordo de cessar-fogo, segundo o qual os combatentes da Frente al-Nusra (organização terrorista proibida na Rússia e em vários outros países) se comprometeram a entregar as armas depois de serem cercados e sem saída.


Contudo, na manhã da quarta-feira (17) os terroristas atacaram as unidades do Exército sírio. Por sua vez, os soldados repeliram o ataque com êxito e contra-atacaram. Como resultado, dezenas de militantes foram mortos ou feridos. O Exército resolveu retomar os ataques maciços com peças de artilharia apoiadas do ar, tendo como objetivo eliminar as forças terroristas restantes até a épo…

Guerra contra Coreia do Norte custaria 20 mil vidas por dia, diz general dos EUA

A humanidade pagaria um preço muito alto se a Terceira Guerra Mundial tomasse corpo após um conflito militar com a Coreia do Norte, disse o general da Força Aérea dos Estados Unidos, Rob Givens, segundo o diário britânico Daily Star.


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Citando previsões internas do Pentágono, o general (hoje na reserva) estimou as perdas humanas em 20 mil pessoas por dia, um número que ele admitiu que pode ser ainda maior, pois não inclui baixas dentro do país asiático, que abriga quase 28 milhões de pessoas.


Resultado de imagem para general da Força Aérea dos Estados Unidos, Rob Givens
Bombardeio B-1B Lancer e caças F-35 norte-americanos em formação com caças F-15 da Coreia do Sul

"Muitos americanos acreditam que isso [guerra com a Coreia do Norte] seria o mesmo que invadir o Iraque ou o Afeganistão ou como operações na Líbia ou na Síria, mas não parece isso nem remotamente", disse ele.

Para Givens, essa guerra só poderia terminar de uma maneira, e seria com a derrota de Pyongyang. "Mas a que custo?", questionou o general.

O militar, que passou quatro anos na Península da Coreia, disse que "na busca pela sobrevivência [os norte-coreanos] vão atacar os EUA" e apesar de "não ganharem, tentarão fazê-lo, garanto".

A previsão do general ocorre em meio às tensões entre Washington e Pyongyang atingirem um ápice histórico.

O ministro de Relações Exteriores da Coreia do Norte, Ri Yong Ho, acusou na segunda-feira o presidente dos EUA, Donald Trump, de fazer uma "declaração de guerra", referindo-se à ameaça de Trump de "destruir totalmente" o país asiático em seu discurso da ONU.

Além disso, o ministro norte-coreano advertiu que Pyongyang tem a capacidade de derrubar os bombardeiros estratégicos dos EUA, mesmo que estejam fora do seu espaço aéreo.

As suas palavras vieram após a aproximação de aeronaves americanas para a fronteira norte-coreana na menor distância já registrada em quase duas décadas.


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