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Países muçulmanos reconhecem Jerusalém como capital do Estado da Palestina

Os países da Organização para a Cooperação Islâmica (OCI) acordaram nesta quarta-feira reconhecer Jerusalém Oriental como capital do Estado da Palestina e convidaram as outras nações a fazer o mesmo, em resposta à decisão dos EUA de declarar Jerusalém como capital de Israel.
EFE

"Declaramos Jerusalém Oriental como capital do Estado da Palestina e convidamos todos os países a reconhecer o Estado da Palestina com Jerusalém Oriental como sua capital ocupada", indica a minuta da declaração preparada nesta quarta-feira em Istambul por esta organização, formada por 57 países de maioria muçulmana.


A OCI, formada por 57 países de maioria muçulmana, inclui desde sua fundação em 1969 a Palestina como membro pleno, com sua capital em Jerusalém.

O documento, apresentado pelos "reis, chefes de Estado e de Governo dos Estados membros da Organização para a Cooperação Islâmica (OCI)", apresenta em 23 pontos a postura do mundo muçulmano perante a decisão dos EUA.

Nesse texto, a OCI &quo…

Irã testa novo míssil em claro sinal de desafio ao governo americano

Uma das principais potências do Oriente Médio desafia novamente os Estados Unidos e lança míssil balístico de alcance médio.


Jornal Nacional

O Irã, uma das principais potências do Oriente Médio, testou um novo míssil balístico de alcance médio em claro sinal de desafio ao governo americano, que fala em abandonar um acordo internacional para limitação do programa nuclear iraniano.

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O possível abandono do acordo causa preocupação entre os próprios aliados de Washington.

A apresentadora da TV estatal anunciou que o teste com o novo míssil foi bem-sucedido e que ele tem alcance de dois mil quilômetros.

A TV iraniana posicionou câmeras para mostrar a nova arma de vários ângulos. A primeira vez que os iranianos viram o míssil foi na sexta-feira (22) durante um desfile militar na capital Teerã.

Ele foi batizado de ro-ram-shar. E seria capaz de carregar várias ogivas.

Durante o desfile, o presidente Hassan Rouhani disse que vai promover o poder defensivo e militar do Irã o quanto julgar necessário, que o Irã não vai buscar permissão de ninguém pra defender a sua terra e que vai fortalecer o arsenal do país.

O teste veio logo ao fim da assembleia geral da ONU, em Nova York. Na terça-feira (19), Donald Trump fez duras críticas ao governo iraniano. Chamou o país de uma ditadura corrupta e também criticou o acordo nuclear firmado por Barack Obama e vários líderes mundiais com o Irã.

Depois desse discurso, Rouhani respondeu dizendo que o Irã responderia de maneira decisiva e determinada se os Estados Unidos abandonassem o acordo.

Trump disse a repórteres que já tomou uma decisão, mas que ainda não pode revelar. O teste com o míssil não infringe nenhuma regra do acordo nuclear. Mas se ele realmente tem um alcance de dois mil quilômetros, seria capaz de atingir Israel, inimigo declarado do Irã e aliado dos Estados Unidos.

Em julho, a Casa Branca adotou novas sanções contra o Irã por causa do programa de mísseis do país.

O ministro do exterior da Alemanha, uma das potências que fecharam o acordo nuclear iraniano, disse neste sábado (23) que se o governo americano abandonar o tratado e impor mais sanções iria desencorajar outras nações, como a Coreia do Norte, a negociar o fim dos seus programas nucleares.

Neste sábado (23) o Pentágono disse que fez sobrevoos com aviões bombardeiros bem perto da Coreia do Norte pra mostrar que o presidente Trump tem várias opções militares pra derrotar qualquer ameaça.

A Coreia do Norte respondeu. Disse que disparar mísseis contra os Estados Unidos agora é inevitável.

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