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EUA lançam à água 2 novíssimos submarinos nucleares de ataque

Nos EUA foram lançados à água dois novíssimos submarinos nucleares de ataque, USS Delaware (SSN-791) e USS Vermont (SSN-792), equipados com mísseis de cruzeiro Tomahawk, informou a assessoria de imprensa da Marinha dos EUA.
Sputnik

O USS Delaware (versão Block III) foi lançado à água em Newport News (estado da Virgínia), enquanto o USS Vermont (versão Block IV) foi lançado em Groton (estado de Connecticut). A construção dos Delaware e Vermont vai terminar em 2019.


Os dois submarinos pertencem à classe Virginia, que recebeu seu nome do primeiro submarino dessa classe, USS Virginia (SSN-774), entregue à Marinha dos EUA em 2004.

Os Delaware e Vermont têm equipamento eletrônico e de rádio moderno, produzem pouco ruído e serão equipados com 12 mísseis de cruzeiro de alta precisão Tomahawk.

Os submarinos nucleares de ataque da classe Virginia são submarinos polivalentes da Marinha dos EUA de quarta geração e se destinam para missões de longa duração em alto mar ou no litoral.

Irã testa novo míssil em claro sinal de desafio ao governo americano

Uma das principais potências do Oriente Médio desafia novamente os Estados Unidos e lança míssil balístico de alcance médio.


Jornal Nacional

O Irã, uma das principais potências do Oriente Médio, testou um novo míssil balístico de alcance médio em claro sinal de desafio ao governo americano, que fala em abandonar um acordo internacional para limitação do programa nuclear iraniano.

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O possível abandono do acordo causa preocupação entre os próprios aliados de Washington.

A apresentadora da TV estatal anunciou que o teste com o novo míssil foi bem-sucedido e que ele tem alcance de dois mil quilômetros.

A TV iraniana posicionou câmeras para mostrar a nova arma de vários ângulos. A primeira vez que os iranianos viram o míssil foi na sexta-feira (22) durante um desfile militar na capital Teerã.

Ele foi batizado de ro-ram-shar. E seria capaz de carregar várias ogivas.

Durante o desfile, o presidente Hassan Rouhani disse que vai promover o poder defensivo e militar do Irã o quanto julgar necessário, que o Irã não vai buscar permissão de ninguém pra defender a sua terra e que vai fortalecer o arsenal do país.

O teste veio logo ao fim da assembleia geral da ONU, em Nova York. Na terça-feira (19), Donald Trump fez duras críticas ao governo iraniano. Chamou o país de uma ditadura corrupta e também criticou o acordo nuclear firmado por Barack Obama e vários líderes mundiais com o Irã.

Depois desse discurso, Rouhani respondeu dizendo que o Irã responderia de maneira decisiva e determinada se os Estados Unidos abandonassem o acordo.

Trump disse a repórteres que já tomou uma decisão, mas que ainda não pode revelar. O teste com o míssil não infringe nenhuma regra do acordo nuclear. Mas se ele realmente tem um alcance de dois mil quilômetros, seria capaz de atingir Israel, inimigo declarado do Irã e aliado dos Estados Unidos.

Em julho, a Casa Branca adotou novas sanções contra o Irã por causa do programa de mísseis do país.

O ministro do exterior da Alemanha, uma das potências que fecharam o acordo nuclear iraniano, disse neste sábado (23) que se o governo americano abandonar o tratado e impor mais sanções iria desencorajar outras nações, como a Coreia do Norte, a negociar o fim dos seus programas nucleares.

Neste sábado (23) o Pentágono disse que fez sobrevoos com aviões bombardeiros bem perto da Coreia do Norte pra mostrar que o presidente Trump tem várias opções militares pra derrotar qualquer ameaça.

A Coreia do Norte respondeu. Disse que disparar mísseis contra os Estados Unidos agora é inevitável.

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