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O que acontece quando desaparece um submarino como o argentino ARA San Juan

As autoridades argentinas continuam com as buscas para tentar localizar o submarino ARA San Juan, que estava em uma missão de treinamento e desapareceu na última quarta com 44 tripulantes a bordo.
BBC Brasil


A Marinha argentina revelou que, no último contato, o subcomandante afirmou que a embarcação apresentava um curto-circuito no sistema de baterias.


O submarino fazia o trajeto entre o Ushuaia, no sul do país, e a base naval de Mar del Plata, mais ao norte, quando deixou de se comunicar e sumiu dos radares. Segundo a Marinha, a tripulação teria comida e oxigênio para mais dois dias.

O governo argentino conta com a ajuda de vários países para realizar as buscas, incluindo Brasil e Estados Unidos.

Mas quais são principais dificuldades em uma operação para localizar um submarino? A BBC tenta responder a esta e a outras perguntas sobre o tema.

Por que submarinos não podem ser detectados?


Os submarinos são construídos para serem difíceis de se encontrar. O papel deles é participar, com frequênc…

Israel apoia aspiração dos curdos de terem Estado próprio

Israel anunciou que apoia as aspirações dos curdos de criarem seu próprio Estado nas vésperas do próximo referendo sobre a independência, convocado no Curdistão iraquiano.


Sputnik

A declaração do primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu distanciou-se da reação negativa de vários outros países quanto à decisão dos curdos iraquianos, que planejam pôr a questão a votação em 25 de setembro.


Preparativos para o referendo sobre a independência no Curdistão iraquiano
Preparativos para o referendo sobre a independência do Curdistão iraquiano © REUTERS/ Azad Lashkari

"[Israel] apoia os esforços legítimos do povo curdo de adquirir um Estado próprio", lê-se no documento.

O texto especifica que Israel se opõe às ações do Partido dos Trabalhadores do Curdistão (PKK) na Turquia, proibido neste país e considerado por Ancara como organização terrorista.

As autoridades do Curdistão iraquiano anunciaram no início de junho a decisão de realizar um referendo sobre a sua independência em 25 de setembro de 2017, um passo que foi criticado tanto por Bagdá quanto a nível internacional, principalmente pelos EUA, Turquia e Irã.


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