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Oficial do Hezbollah: nossos mísseis podem atingir qualquer ponto de Israel

O Hezbollah é capaz de atingir qualquer ponto em Israel com seus mísseis, disse Sheikh Naim Qassem, secretário-geral adjunto do movimento libanês Hezbollah em entrevista ao jornal iraniano al-Vefagh.
Sputnik

"Não há um único ponto nos territórios ocupados fora do alcance dos mísseis do Hezbollah", disse Qassem.


Segundo o alto funcionário, os mísseis servem para impedir Israel de iniciar outra guerra com o Líbano, expondo a "frente israelense".

Qassem comentou também a guerra na Síria, onde o Hezbollah desempenhou um papel ativo na assistência ao governo sírio contra vários agrupamentos terroristas, incluindo o Daesh e Frente al-Nusra (grupos terroristas proibidos na Rússia). O funcionário elogiou as vitórias alcançadas contra os terroristas, mas criticou os EUA por sua suposta obstrução ao processo de paz.

As tensões entre Tel Aviv e o movimento libanês xiita Hezbollah aumentaram em 4 de dezembro depois que as tropas israelenses lançaram a operação Northern Shield, dest…

Líderes da China e Índia acordam assegurar paz na fronteira

O líder chinês, Xi Jinping, e o primeiro-ministro indiano, Narendra Modi, acordaram durante uma reunião bilateral assegurar a paz e a estabilidade na zona fronteiriça, onde ultimamente a disputa territorial se agravou, disse o representante oficial da chancelaria chinesa, Hua Chunying.


Sputnik

Na terça-feira (5) na cidade chinesa de Xiamen foi realizada a primeira reunião bilateral entre os líderes da China e da Índia desde a resolução do conflito no Planalto de Doklam, uma zona montanhosa na fronteira que era disputada pela China, Índia e o Butão.


O líder chinês, Xi Jinping, e o primeiro-ministro indiano, Narendra Modi.
Primeiro-ministro indiano Narendra Modi e líder chinês Xi Jinping | Grigory Sysoev

Em junho, um grupo de guardas de fronteira indiano atravessou a fronteira chinesa para impedir a construção, realizada por militares chineses, de uma rodovia na área de Doklam. Segundo a Índia, a sua decisão foi coordenada com o governo do Butão. Os confrontos entre os militares dos dois países duraram mais de dois meses, até que, na semana passada, chegaram a acordo sobre a retirada de suas tropas.

"O secretário-geral, Xi Jinping, disse durante a reunião que as partes têm, com base no respeito mútuo, de encontrar alguma coisa em comum apesar das diferenças existentes e defender a paz na zona fronteiriça", disse Hua Chunying.

Ele também acrescentou que "o primeiro-ministro Modi concordou durante a reunião que as partes têm de aplicar esforços conjuntos e defender a paz e estabilidade na zona fronteiriça dos dois países".


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