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O que acontece quando desaparece um submarino como o argentino ARA San Juan

As autoridades argentinas continuam com as buscas para tentar localizar o submarino ARA San Juan, que estava em uma missão de treinamento e desapareceu na última quarta com 44 tripulantes a bordo.
BBC Brasil


A Marinha argentina revelou que, no último contato, o subcomandante afirmou que a embarcação apresentava um curto-circuito no sistema de baterias.


O submarino fazia o trajeto entre o Ushuaia, no sul do país, e a base naval de Mar del Plata, mais ao norte, quando deixou de se comunicar e sumiu dos radares. Segundo a Marinha, a tripulação teria comida e oxigênio para mais dois dias.

O governo argentino conta com a ajuda de vários países para realizar as buscas, incluindo Brasil e Estados Unidos.

Mas quais são principais dificuldades em uma operação para localizar um submarino? A BBC tenta responder a esta e a outras perguntas sobre o tema.

Por que submarinos não podem ser detectados?


Os submarinos são construídos para serem difíceis de se encontrar. O papel deles é participar, com frequênc…

Manobras Zapad 2017 'assustam a Lituânia mais do que exige a situação'

O ministro da Defesa da Lituânia, Raimundas Karoblis, declarou que os exercícios militares estratégicos russo-bielorrussos Zapad 2017 assustam os cidadãos mais de que exige a situação, embora a ameaça real seja mínima.


Sputnik

Os exercícios estratégicos Zapad 2017 serão realizados entre os dias 14 e 20 de setembro no território da Bielorrússia, bem como em três polígonos russos. Segundo os dados do Ministério da Defesa da Rússia, até 12,7 mil militares devem participar das manobras.


Aviões Yak-130 da Força Aérea da Bielorrússia durante os preparativos para as manobras russo-bielorrussas Zapad 2017
Yak-130 da Força Aérea da Bielorrússia © Sputnik/ Viktor Tolochko

O vice-ministro da Defesa da Rússia, Aleksandr Fomin, já havia declarado em entrevistas anteriores que os exercícios são de caráter defensivo. Ele também negou os boatos que os exercícios fariam parte de preparativos para "ocupar" os Países Bálticos, a Polônia ou a Ucrânia.

"Parece que estamos assustados mais do que exige a situação", declarou na quinta-feira (14) o ministro lituano em entrevista à estação de rádio LRT.

Além disso, o ministro sublinhou que a ameaça à Lituânia proveniente dos exercícios é mínima. "Nossos serviços estão trabalhando, os especialistas sabem como controlar a situação, esperamos que as manobras decorram com calma."

De acordo com o Ministério da Defesa da Rússia, até o dia 30 de setembro todo o pessoal e material bélico das Forças Armadas da Rússia e Bielorrússia vão regressar para suas bases após participação dos exercícios.


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