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Turquia quer ajudar Iraque a combater curdos em Kirkuk

A Turquia informou nesta segunda-feira que estava pronta para ajudar o governo iraquiano a expulsar os combatentes curdos da cidade de Kirkuk, informou AFP.
Sputnik

Ancara teme que a eventual independência do Curdistão iraquiano pode desencadear movimentos semelhantes entre a população curda na Turquia e saudou a operação das forças iraquianas para expulsar as forças do Partido dos Trabalhadores do Curdistão (PKK) de Kirkuk.


"Estamos prontos para qualquer forma de cooperação com o governo iraquiano de modo a acabar com a presença do PKK no território do Iraque", disse o ministro das Relações Exteriores da Turquia, Mevlut Cavusoglu.

O Conselho de Segurança Nacional do Iraque afirmou neste domingo que considerará a presença de militares curdos em Kirkuk como um "declaração de guerra".

Na segunda-feira, as forças iraquianas tomaram amplos territórios nos arredores da cidade, bem como uma base militar, um aeroporto e um campo petrolífero.

Em 2014, as tropas peshmerga curdas …

Mattis afirma que EUA lutarão ao lado do Afeganistão contra inimigo impiedoso

O secretário de Defesa dos Estados Unidos, James Mattis, afirmou nesta quarta-feira que o país não deixará o Afeganistão sozinho contra um inimigo impiedoso e afirmou que as dúvidas sobre o futuro da presença militar americana no país foram substituídas por uma certeza.


EFE

"Não vamos abandoná-los diante de um inimigo impiedoso", disse Mattis em uma entrevista em Cabul ao lado do secretário-geral da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), Jens Stoltenberg, e o presidente do Afeganistão, Ahsaf Ghani.

EFE/ Jawad Jalali
Secretário de Defesa dos Estados Unidos, James Mattis | EFE/ Jawad Jalali

"Mais tropas americanas, ao lado de contribuições adicionais dos aliados, deixam claro que não vamos deixar essa briga. A incerteza foi substituída por certeza", afirmou Mattis, em referência à presença de soldados dos EUA no Afeganistão.

Segundo o general, essa colaboração entre o EUA e o Afeganistão acabará com qualquer esperança que Al Qaeda, Estado Islâmico, Rede Haqqani e talibãs tenham de "vencer matando".

"O único caminho para eles (os talibãs) é a legitimação política através do acordo negociado. Damos as boas-vindas aos que se comprometam com um futuro pacífico no Afeganistão", afirmou.

"Apoiamos a solução da reconciliação com o governo", completou.

Em sua primeira visita a Cabul desde o anúncio em agosto de uma nova estratégia americana para o Afeganistão, Mattis disse a Ghani que, com o novo plano, estará em melhores condições de apoiar o governo local na luta contra os terroristas.

Além disso, o secretário de Defesa reiterou o compromisso dos EUA com a capacitação das tropas afegãs para encerrar a guerra.

Já Stoltenberg expressou apoio à continuidade da missão da Otan no país apesar dos custos humanos e financeiros que ela representa. Para ele, se as tropas internacionais abandonassem o Afeganistão, o país poderia se tornar um "refúgio seguro" para os terroristas.

"Continuaremos trabalhando com eles em muitas áreas", afirmou.

O secretário-geral da Otan disse que foram registrados muitos avanços no Afeganistão, mas que ainda é preciso lutar contra a situação de violência, instabilidade e corrupção no país.

"Os talibãs têm que entender que não podem ganhar no campo de batalha. Há muito para ganhar na mesa de negociação. Encorajo o governo afegão a preparar o terreno para a paz e a reconciliação", afirmou o secretário-geral da Otan.

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