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Oficial americano joga culpa para Israel pelo ataque às forças sírias

No domingo (17), a mídia síria relatou ataque ao povoado sírio Al-Harra, província de Deir ez-Zor, na fronteira com o Iraque, supostamente realizado pela coalizão internacional, liderada pelos EUA, tendo como alvo forças governamentais. Porém, um oficial americano culpou Israel pelo ataque.
Sputnik

Anteriormente, uma fonte militar relatou à mídia síria que drones "provavelmente americanos" bombardearam Al-Harra, entre Abu Kamal e Al-Tanf.

Segundo dados das Forças de Mobilização Popular iraquianas, o ataque matou 22 soldados iraquianos. O Observatório Sírio de Direitos Humanos, por sua vez, disse que o número total de vítimas corresponde a 52 pessoas, citado pelo Haaretz.

"Entre [os mortos] estão ao menos 30 militares iraquianos e 16 sírios, incluindo soldados e membros da milícia leal ao governo", afirmou à mídia o chefe do Observatório Sírio, Rami Abdel Rahman.

Comentando a notícia, o porta-voz do Departamento de Defesa dos EUA, Adrian Rankine-Galloway, descartou que W…

Mattis afirma que EUA lutarão ao lado do Afeganistão contra inimigo impiedoso

O secretário de Defesa dos Estados Unidos, James Mattis, afirmou nesta quarta-feira que o país não deixará o Afeganistão sozinho contra um inimigo impiedoso e afirmou que as dúvidas sobre o futuro da presença militar americana no país foram substituídas por uma certeza.


EFE

"Não vamos abandoná-los diante de um inimigo impiedoso", disse Mattis em uma entrevista em Cabul ao lado do secretário-geral da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), Jens Stoltenberg, e o presidente do Afeganistão, Ahsaf Ghani.

EFE/ Jawad Jalali
Secretário de Defesa dos Estados Unidos, James Mattis | EFE/ Jawad Jalali

"Mais tropas americanas, ao lado de contribuições adicionais dos aliados, deixam claro que não vamos deixar essa briga. A incerteza foi substituída por certeza", afirmou Mattis, em referência à presença de soldados dos EUA no Afeganistão.

Segundo o general, essa colaboração entre o EUA e o Afeganistão acabará com qualquer esperança que Al Qaeda, Estado Islâmico, Rede Haqqani e talibãs tenham de "vencer matando".

"O único caminho para eles (os talibãs) é a legitimação política através do acordo negociado. Damos as boas-vindas aos que se comprometam com um futuro pacífico no Afeganistão", afirmou.

"Apoiamos a solução da reconciliação com o governo", completou.

Em sua primeira visita a Cabul desde o anúncio em agosto de uma nova estratégia americana para o Afeganistão, Mattis disse a Ghani que, com o novo plano, estará em melhores condições de apoiar o governo local na luta contra os terroristas.

Além disso, o secretário de Defesa reiterou o compromisso dos EUA com a capacitação das tropas afegãs para encerrar a guerra.

Já Stoltenberg expressou apoio à continuidade da missão da Otan no país apesar dos custos humanos e financeiros que ela representa. Para ele, se as tropas internacionais abandonassem o Afeganistão, o país poderia se tornar um "refúgio seguro" para os terroristas.

"Continuaremos trabalhando com eles em muitas áreas", afirmou.

O secretário-geral da Otan disse que foram registrados muitos avanços no Afeganistão, mas que ainda é preciso lutar contra a situação de violência, instabilidade e corrupção no país.

"Os talibãs têm que entender que não podem ganhar no campo de batalha. Há muito para ganhar na mesa de negociação. Encorajo o governo afegão a preparar o terreno para a paz e a reconciliação", afirmou o secretário-geral da Otan.

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