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Ministro israelense ameaça devolver Líbano à 'Idade da Pedra'

Em entrevista ao portal saudita Elaph, o ministro da Inteligência de Israel, Yisrael Katz, avisou que seu país não hesitará em atacar o Líbano para deter a atividade do grupo xiita libanês Hezbollah, e ameaçou devolver o Líbano à "Idade da Pedra", informou o jornal israelense Haaretz.
Sputnik

Além disso, Katz anunciou que Israel atacará instalações militares do Irã no Líbano: "Temos informações de que o Irã está construindo fábricas de mísseis avançados no Líbano e quero enfatizar que traçamos uma linha vermelha e que não deixaremos que o faça custe o que custar", acrescentou.


Lembrando-se da Segunda Guerra do Líbano em 2006, onde Israel lutou contra o Hezbollah, Katz destacou que os eventos de 11 anos atrás serão um "piquenique" em comparação com o que Israel pode fazer agora.

"Lembro-me de como um ministro saudita disse que devolveria o Hezbollah às suas cavernas no sul do Líbano. Devolveremos o Líbano à Idade da Pedra", declarou o ministro israel…

Mattis afirma que EUA lutarão ao lado do Afeganistão contra inimigo impiedoso

O secretário de Defesa dos Estados Unidos, James Mattis, afirmou nesta quarta-feira que o país não deixará o Afeganistão sozinho contra um inimigo impiedoso e afirmou que as dúvidas sobre o futuro da presença militar americana no país foram substituídas por uma certeza.


EFE

"Não vamos abandoná-los diante de um inimigo impiedoso", disse Mattis em uma entrevista em Cabul ao lado do secretário-geral da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), Jens Stoltenberg, e o presidente do Afeganistão, Ahsaf Ghani.

EFE/ Jawad Jalali
Secretário de Defesa dos Estados Unidos, James Mattis | EFE/ Jawad Jalali

"Mais tropas americanas, ao lado de contribuições adicionais dos aliados, deixam claro que não vamos deixar essa briga. A incerteza foi substituída por certeza", afirmou Mattis, em referência à presença de soldados dos EUA no Afeganistão.

Segundo o general, essa colaboração entre o EUA e o Afeganistão acabará com qualquer esperança que Al Qaeda, Estado Islâmico, Rede Haqqani e talibãs tenham de "vencer matando".

"O único caminho para eles (os talibãs) é a legitimação política através do acordo negociado. Damos as boas-vindas aos que se comprometam com um futuro pacífico no Afeganistão", afirmou.

"Apoiamos a solução da reconciliação com o governo", completou.

Em sua primeira visita a Cabul desde o anúncio em agosto de uma nova estratégia americana para o Afeganistão, Mattis disse a Ghani que, com o novo plano, estará em melhores condições de apoiar o governo local na luta contra os terroristas.

Além disso, o secretário de Defesa reiterou o compromisso dos EUA com a capacitação das tropas afegãs para encerrar a guerra.

Já Stoltenberg expressou apoio à continuidade da missão da Otan no país apesar dos custos humanos e financeiros que ela representa. Para ele, se as tropas internacionais abandonassem o Afeganistão, o país poderia se tornar um "refúgio seguro" para os terroristas.

"Continuaremos trabalhando com eles em muitas áreas", afirmou.

O secretário-geral da Otan disse que foram registrados muitos avanços no Afeganistão, mas que ainda é preciso lutar contra a situação de violência, instabilidade e corrupção no país.

"Os talibãs têm que entender que não podem ganhar no campo de batalha. Há muito para ganhar na mesa de negociação. Encorajo o governo afegão a preparar o terreno para a paz e a reconciliação", afirmou o secretário-geral da Otan.

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