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Marinha do Brasil simula resgate de civis em área de conflito ou desastre natural (VÍDEO)

A Marinha do Brasil realizou entre os dias 6 e 14 de novembro a Operação Atlântico, na praia de Itaoca, no Espírito Santo. A simulação deste ano treinou os oficiais para casos em que houvesse resgate de civis em uma área de conflito armado ou que foram alvos de desastres naturais.
Sputnik

Era por volta de 5h40 do dia 10 de novembro, um sábado, ainda estava amanhecendo, quando o Almirante Paulo Martinho Zucaro, Comandante da Força de Fuzileiros da Esquadra, olhou e disse para a reportagem da Sputnik Brasil: "É guerra".


A declaração foi dada para explicar os motivos de se realizar um treinamento deste porte mesmo em condições extremamente desfavoráveis. A chuva era forte, as ondas na beira da praia atingiam 1,5 metros e os ventos chegaram a 20 km/h. O nível de dificuldade preocupava o alto comando, mas não foi um problema para os fuzileiros e marinheiros.

Antes do amanhecer, sete Carros Lagarta Anfíbios (CLAnf) chegaram à praia e deram início ao desembarque. Após eles chegarem foi…

Moscou: Ocidente dá forças à extrema-direita ao reduzir papel da URSS na II Guerra Mundial

A vontade de alguns Estados ocidentais de reduzir o papel da União Soviética na Segunda Guerra Mundial pode levar, em último caso, a um fortalecimento dos movimentos radicais da extrema-direita, segundo afirmou o chefe do Departamento de Cooperação Humanitária e Direitos Humanos da chancelaria russa, Anatoly Viktorov, nesta segunda-feira.


Sputnik

Durante participação no Encontro de Implementação da Dimensão Humana da Organização para a Segurança e Cooperação na Europa (OSCE), em Varsóvia, Polônia, Viktorov destacou ter notado um crescimento no número de expressões nacionalistas e também neonazistas nos países da OSCE. 


Manifestantes neonazistas indo às ruas em Berlim para homenagear Rudolf Hess, aliado de Adolf Hitler
Neonazistas alemães em manifestação © REUTERS/ Christian Mang

"Os Estados Unidos, o Canadá e a União Europeia vão tão longe no seu desejo de minimizar a parte crucial da URSS na vitória [sobre o nazismo] na Segunda Guerra Mundial que eles fecham os olhos para esses casos flagrantes e brincam com forças extremamente radicais", disse o funcionário russo, citando a "guerra contra os monumentos" soviéticos, a reedição da história da Segunda Guerra e a glorificação de nazistas na Ucrânia como exemplos. Segundo ele, os inúmeros pedidos da Rússia para que essas ações sejam condenadas nunca são respondidos.

"Além disso, nossos colegas ocidentais, justificam cinicamente esses casos como liberdade de expressão e um tipo de direito à interpretação pessoal de eventos históricos", acrescentou.

Em julho deste ano, o presidente polonês, Andrzej Duda, assinou uma lei proibindo a propaganda comunista, ameaçando destruir centenas de estátuas da era soviética. Na Ucrânia, desde 2015, está em vigor um pacote de medidas de descomunização, que prevê a proibição a símbolos soviéticos, a demolição de monumentos e a mudança de nomes de lugares que homenageiam personalidades comunistas.


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