Pular para o conteúdo principal

Postagem em destaque

Rússia: EUA provocaram combates em Idlib para impedir o avanço sírio em Deir ez-Zor

Os militantes da Frente al-Nusta iniciaram uma ampla ofensiva contra as posições das tropas sírias ao norte e nordeste da cidade de Hama, na zona de desescalada de Idlib, informou o ministério da Defesa da Rússia nesta quarta-feira.
Sputnik

Segundo o ministério russo, a ofensiva terrorista foi uma manobra dos serviços de inteligência dos EUA para impedir o avanço das tropas sírias em Deir ez-Zor.


Os militantes da Frente al-Nusta iniciaram uma ampla ofensiva contra as posições das tropas sírias ao norte e nordeste da cidade de Hama, na zona de desescalada de Idlib.

"Apesar dos acordos assinados no dia 15 de setembro em Astana, os combatentes da Frente al-Nusra e seus aliados, que se negaram a cumprir as condições do regime de cessar-fogo, iniciaram uma ampla ofensiva contra as tropas governamentais, a partir das 8hs da manhã do dia 19 de setembro, ao norte e nordeste da cidade de Hama, na zona de desescalada de Idlib", informa o comunicado.

Durante o dia, os terroristas conseguira…

Moscou: Ocidente dá forças à extrema-direita ao reduzir papel da URSS na II Guerra Mundial

A vontade de alguns Estados ocidentais de reduzir o papel da União Soviética na Segunda Guerra Mundial pode levar, em último caso, a um fortalecimento dos movimentos radicais da extrema-direita, segundo afirmou o chefe do Departamento de Cooperação Humanitária e Direitos Humanos da chancelaria russa, Anatoly Viktorov, nesta segunda-feira.


Sputnik

Durante participação no Encontro de Implementação da Dimensão Humana da Organização para a Segurança e Cooperação na Europa (OSCE), em Varsóvia, Polônia, Viktorov destacou ter notado um crescimento no número de expressões nacionalistas e também neonazistas nos países da OSCE. 


Manifestantes neonazistas indo às ruas em Berlim para homenagear Rudolf Hess, aliado de Adolf Hitler
Neonazistas alemães em manifestação © REUTERS/ Christian Mang

"Os Estados Unidos, o Canadá e a União Europeia vão tão longe no seu desejo de minimizar a parte crucial da URSS na vitória [sobre o nazismo] na Segunda Guerra Mundial que eles fecham os olhos para esses casos flagrantes e brincam com forças extremamente radicais", disse o funcionário russo, citando a "guerra contra os monumentos" soviéticos, a reedição da história da Segunda Guerra e a glorificação de nazistas na Ucrânia como exemplos. Segundo ele, os inúmeros pedidos da Rússia para que essas ações sejam condenadas nunca são respondidos.

"Além disso, nossos colegas ocidentais, justificam cinicamente esses casos como liberdade de expressão e um tipo de direito à interpretação pessoal de eventos históricos", acrescentou.

Em julho deste ano, o presidente polonês, Andrzej Duda, assinou uma lei proibindo a propaganda comunista, ameaçando destruir centenas de estátuas da era soviética. Na Ucrânia, desde 2015, está em vigor um pacote de medidas de descomunização, que prevê a proibição a símbolos soviéticos, a demolição de monumentos e a mudança de nomes de lugares que homenageiam personalidades comunistas.


Postar um comentário