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Países muçulmanos reconhecem Jerusalém como capital do Estado da Palestina

Os países da Organização para a Cooperação Islâmica (OCI) acordaram nesta quarta-feira reconhecer Jerusalém Oriental como capital do Estado da Palestina e convidaram as outras nações a fazer o mesmo, em resposta à decisão dos EUA de declarar Jerusalém como capital de Israel.
EFE

"Declaramos Jerusalém Oriental como capital do Estado da Palestina e convidamos todos os países a reconhecer o Estado da Palestina com Jerusalém Oriental como sua capital ocupada", indica a minuta da declaração preparada nesta quarta-feira em Istambul por esta organização, formada por 57 países de maioria muçulmana.


A OCI, formada por 57 países de maioria muçulmana, inclui desde sua fundação em 1969 a Palestina como membro pleno, com sua capital em Jerusalém.

O documento, apresentado pelos "reis, chefes de Estado e de Governo dos Estados membros da Organização para a Cooperação Islâmica (OCI)", apresenta em 23 pontos a postura do mundo muçulmano perante a decisão dos EUA.

Nesse texto, a OCI &quo…

Moscou: OTAN tenta aumentar tensões na véspera dos exercícios militares Zapad 2017

O vice-ministro russo das Relações Exteriores Aleksei Meshkov declarou na segunda-feira (4) que alguns países da OTAN tentam aumentar as tensões na véspera dos exercícios militares russo-bielorrussos Zapad 2017, marcados para setembro deste ano.


Sputnik

O vice-ministro lembrou que Moscou havia informado a Aliança Atlântica de maneira exaustiva sobre os futuros exercícios, tendo enviado os convites correspondentes.


Helicóptero Mi-8 da Força Aérea da Bielorrússia durante os preparativos para as manobras Zapad 2017
Mi-8 da Bielorússia no exercício militar Zapad 2017 © Sputnik/ Viktor Tolochko

"Aqueles países que tentam agravar a situação ao máximo na véspera destes exercícios, apresentando acusações infundadas contra a Rússia, tencionam impedir a cooperação militar entre os nossos países", comunicou.

Os exercícios conjuntos russo-bielorrussos vão decorrer no período de 14 a 20 de setembro no território da Bielorrússia. Segundo os dados do Ministério da Defesa russo, está planejada a participação de cerca de 12,7 mil militares, 70 aviões e helicópteros, 680 unidades de material bélico, incluindo 250 tanques, 200 peças de artilharia, sistemas de mísseis e morteiros, bem como de 10 navios.

As autoridades de ambos os países declararam várias vezes que as manobras serão abertas para observadores estrangeiros.

Segundo o cenário das manobras, grupos extremistas que recebem apoio militar por via marítima e aérea do exterior se infiltram na Bielorrússia e na região russa de Kaliningrado — enclave situado na costa do mar Báltico entre a Polônia e a Lituânia — para perpetrar atentados e desestabilizar a situação. As tropas devem isolar as áreas de sua infiltração e repelir a agressão.


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