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Oficial americano joga culpa para Israel pelo ataque às forças sírias

No domingo (17), a mídia síria relatou ataque ao povoado sírio Al-Harra, província de Deir ez-Zor, na fronteira com o Iraque, supostamente realizado pela coalizão internacional, liderada pelos EUA, tendo como alvo forças governamentais. Porém, um oficial americano culpou Israel pelo ataque.
Sputnik

Anteriormente, uma fonte militar relatou à mídia síria que drones "provavelmente americanos" bombardearam Al-Harra, entre Abu Kamal e Al-Tanf.

Segundo dados das Forças de Mobilização Popular iraquianas, o ataque matou 22 soldados iraquianos. O Observatório Sírio de Direitos Humanos, por sua vez, disse que o número total de vítimas corresponde a 52 pessoas, citado pelo Haaretz.

"Entre [os mortos] estão ao menos 30 militares iraquianos e 16 sírios, incluindo soldados e membros da milícia leal ao governo", afirmou à mídia o chefe do Observatório Sírio, Rami Abdel Rahman.

Comentando a notícia, o porta-voz do Departamento de Defesa dos EUA, Adrian Rankine-Galloway, descartou que W…

Moscou sobre reconhecimento da Coreia do Norte como potência nuclear: não vai acontecer

A Coreia do Norte não será reconhecida pela comunidade internacional como potência nuclear, declarou um diplomata russo, acrescentando que a crise na península apenas pode ser resolvida por meios políticos.


Sputnik

Apesar de Pyongyang aparentemente ter armas nucleares, a Coreia do Norte não será reconhecida como potência nuclear, declarou o diretor do Departamento de Não Proliferação e Controle de Armamento do Ministério das Relações Exteriores russo, Mikhail Ulyanov.


Vista do Kremlin, Moscou
Vista do Kremlin, Moscou, Rússia © Sputnik/ Vladimir Vyatkin

"Levando em consideração as últimas explosões efetuadas, [a Coreia do Norte] realmente possui armas nucleares. Mas isto não significa que a comunidade internacional vá reconhecê-la como potência nuclear oficial. Isso não vai acontecer", afirmou Ulyanov.

Na segunda-feira (25), o ministro das Relações Exteriores da Coreia do Norte, Ri Yong-ho, disse que o presidente norte-americano, Donald Trump, teria declarado guerra a Pyongyang, levando em consideração a afirmação de Trump de que a "liderança da República Popular Democrática da Coreia não estará aqui [no mundo] por muito mais tempo", e por isso Pyongyang teria o direito de abater os bombardeiros dos EUA.

O Pentágono declarou, por sua vez, que pretende apresentar ao presidente norte-americano várias opções para "lidar com os norte-coreanos" se a Coreia do Norte continuar provocando.


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