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'Sangue e caos': príncipe saudita chama Trump de 'oportunista' por decisão sobre Jerusalém

O ex-chefe da inteligência saudita, o Príncipe Turki al-Faisal, criticou o reconhecimento do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de Jerusalém como a capital de Israel, em uma das mais acentuadas reações do reino aliado de Washington no Oriente Médio.
Sputnik

Em uma carta a Trump publicada em um jornal saudita nesta segunda-feira, o príncipe Turki, um ex-embaixador em Washington que agora não ocupa nenhum cargo do governo, mas continua influente, chamou a decisão de uma estratagema política doméstica que provocaria violência.


"O derramamento de sangue e o caos definitivamente seguirão sua tentativa oportunista de ganhar eleitoralmente", escreveu o príncipe Turki em uma carta publicada no jornal saudita al-Jazeera.

Trump inverteu décadas de política dos EUA e virou do consenso da crítica internacional na semana passada, reconhecendo Jerusalém como a capital de Israel. A maioria dos países diz que o status da cidade deve ser deixado para negociações entre Israel e os pales…

'Não estarão muito tempo por aí', diz Trump sobre Kim Jong Un e seu chanceler

Americano respondeu a discurso em que representante norte-coreano o chamou de 'transtornado mental' na Assembleia Geral da ONU.


Por G1


O presidente americano Donald Trump recorreu ao Twitter para mandar novo recado para a Coreia do Norte. Desta vez, ele respondeu ao chanceler norte-coreano Ri Yong Ho, que no sábado (23) atacou duramente Trump, chamando-o de "um trastornado mental que está repleto de megalomania", em fala na Assembleia Geral da ONU. As ameaças do presidente americano de "destruir totalmente" a Coreia do Norte fazem com que "a visita de nossos foguetes seja inevitável", alertou ainda Ri Yong Ho.

O presidente dos EUA, Donald Trump, discursa na Assembleia Geral da ONU esta semana (Foto: Lucas Jackson/Reuters)
O presidente dos EUA, Donald Trump, discursa na Assembleia Geral da ONU esta semana (Foto: Lucas Jackson/Reuters)

"Acabei de ouvir o ministro das Relações Exteriores da Coréia do Norte falar nas Nações Unidas. Se ele faz eco dos pensamentos do homenzinho do foguete (referindo-se a Kim Jong Un), eles não estarão por aí por muito mais tempo!", twittou Trump na noite do próprio sábado.

Mais cedo, no sábado, bombardeiros americanos voaram perto da costa leste da Coreia do Norte em uma demostração de força do poder militar dos Estados Unidos ao programa armamentista de Pyongjang.

E no mesmo dia, milhares de norte-coreanos participaram neste sábado (23) de uma grande manifestação antiamericana convocada pelo regime em Pyongyang para encenar o apoio ao líder Kim Jong-un, em um momento marcado pela troca de insultos com Donald Trump, informou hoje a agência "KCNA".

Segundo o texto divulgado pela agência estatal de notícias da Coreia do Norte, mais de 100 mil pessoas participaram da concentração na praça Kim Il-sung de Pyongyang.

Durante o ato o comunicado de Kim Jong-un publicado na sexta-feira foi lido integralmente.

Nesse texto, o mandatário norte-coreano criticou o discurso que Trump tinha pronunciado na terça-feira na ONU (em que ameaçou "destruir totalmente a Coreia do Norte"), qualificou o presidente americano de "velho caduco" e fez novas ameaças a Washington.

Representantes do Exército e do Partido dos Trabalhadores leram também discursos durante o ato. "Estamos esperando o momento decisivo final para eliminar os Estados Unidos, o império do mal, do mundo", leu um oficial dos Guardas Vermelhos, segundo a "KCNA".

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