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Erdogan: exército sírio parou de avançar para Afrin

O presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, declarou que as tropas do governo sírio deixaram de avançar para a cidade de Afrin "após consultas", realizadas pelo líder turco nesta segunda-feira.
Sputnik

As tropas do governo sírio "foram realmente detidas ontem (segunda-feira)", afirmou Erdogan, segundo a agência de notícias Anadolu. Segundo o chefe de Estado, isso aconteceu "após consultas". No entanto, Erdogan não especificou à que consultas estaria se referindo.


Nesta segunda-feira, o líder turco discutiu a situação em Afrin durante conversa telefônica com seus homólogos russo e iraniano, Vladimir Putin e Hassan Rouhani.

Erdogan também afirmou que as milícias pró-governo que tentaram entrar em Afrin nesta terça-feira, e que foram repelidas pelas tropas turcas, o fizeram por iniciativa própria.

"A milícia síria decidiu entrar em Afrin por conta própria. Isso é inaceitável e não ficará sem resposta", alertou Erdogan.

Anteriormente, a imprensa infor…

'Não permitiremos um corredor entre Teerã e Damasco', ameaça Israel após ataque à Síria

O ministro da Defesa de Israel, Avigdor Lieberman, divulgou uma ameaça velada contra a Síria, sem confirmar ou negar um ataque aéreo denunciado pela Síria nas últimas horas.


Sputnik

"Estamos determinados a prevenir o ataque, ou a possibilidade de ataque dos nossos inimigos, em prol da segurança dos cidadãos de Israel", afirmou Lieberman, em entrevista à TV israelense.


Caça da Força Aérea de Israel (arquivo)
F-16 da Força Aérea de Israel © Sputnik/ Serviço de imprensa da Força Aérea de Israel

A Síria denunciou Israel por um ataque contra uma de suas posições, em um evento que matou duas pessoas. O local em questão seria uma edificação responsável pela produção de armas químicas, segundo a Agência AFP.

Localizado perto de Masyaf, entre a cidade central de Hama e um porto usado pela Marinha russa, o prédio seria ainda usado pelas forças aliadas iranianas e pela milícia xiita libanesa Hezbollah.

Ainda sem confirmar o ataque aéreo, Lieberman direcionou as suas ameaças veladas ao governo do Irã. "Faremos tudo para não permitir a existência de um corredor xiita de Teerã para Damasco", continuou Lieberman.

Ataques aéreos de Israel já foram realizados antes na região, majoritariamente direcionados a postos identificados do Hezbollah, grupo que possui o apoio de Teerã e que entrou em guerra com Tel-Aviv há 10 anos.

O governo israelense afirmou em diversas oportunidades que não permitirá que armas sofisticadas sejam enviadas ao Hezbollah, acusando o Irã por produzir "mísseis teleguiados de precisão" para a Síria e para o Líbano.


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