Pular para o conteúdo principal

Postagem em destaque

Por que alguns países ocidentais não querem libertação de Idlib?

A libertação de Idlib marcará a vitória total das forças governamentais e o fracasso dos planos de países ocidentais de derrubar as autoridades legítimas sírias.
Sputnik

No entanto, segundo Pierre Le Corf, ativista francês que vive em Aleppo, a tarefa não será fácil. 


"Será muito difícil libertar Idlib, porque todas as forças da coalizão lideradas pelos EUA e governos [ocidentais] envolvidos na guerra até o momento se opõem à libertação da província", disse Le Corf à Sputnik França.

Ele comentou que assim que a província síria de Idlib for libertada, terá que "libertar as zonas ocupadas ilegalmente pelos EUA, França e até pela Itália no norte do país". Por esse motivo, nenhum desses países quer a libertação da província.

Le Corf salientou que a intenção de manter o status atual poderia levar a "um massacre da população civil de Idlib", referindo-se às múltiplas advertências dos militares sírios e russos sobre a possível encenação de ataques químicos com o prop…

Opinião: China 'deve se preparar' para a guerra na península da Coreia

Pequim deve realizar conversações com os outros países para se preparar para um possível conflito na região, acredita o analista Jia Qingguo, citado pelo South China Morning Post.


Sputnik

De acordo com analista chinês, a China tem que elaborar planos de reserva para utilizar no caso de agravamento da crise na península de Coreia.


Desfile militar na China (foto de arquivo)
Desfile militar na China © AP Photo/ Pang Xinglei/Xinhua

No artigo publicado pelo tabloide East Asia Fórum, o professor Jia Qingguo, da Universidade de Relações Exteriores de Pequim, exortou a China a elaborar planos de contingência com os EUA e a Coreia do Sul, informa o South China Morning Post.

"Até ao momento, Pequim resistiu à ideia por medo de desagradar e alienar Pyongynag. Mas, considerando os recentes desenvolvimentos, Pequim pode não ter melhor opção do que iniciar negociações com Washington e Seul. Quando a guerra realmente ocorrer, a China deve estar preparada", disse Jia Qingguo.

Ele acrescentou que, se o regime de Kim Jong-un cair, mais provavelmente em resultado de um ataque dos EUA, a China ou os EUA deveriam estar preparados para controlar as instalações nucleares da Coreia do Norte, de forma a não permitir a proliferação de armas nucleares.

"O Exército chinês deve agir rapidamente para proteger as instalações mais importantes, prevenir uma crise de refugiados e a proliferação nuclear e garantir uma posição favorável da China na resolução internacional", escreve o analista Cheng Xiaohe.

Ele precisou que, após a crise na península Coreana, os interesses básicos da China consistem em acabar com as armas nucleares na região e garantir que as forças dos EUA se mantêm a sul do paralelo 38. Entre outras considerações fundamentais estão um acordo de fronteiras, o reembolso da dívida de Pyongyang à China e a proteção dos consórcios comerciais da China no território da Coreia do Norte.


Postar um comentário

Postagens mais visitadas