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Análise: presidente ucraniano mata sua indústria ao introduzir novas sanções contra Rússia

O presidente da Ucrânia, Pyotr Poroshenko, assinou um decreto sobre as sanções contra a Rússia adotadas pelo Conselho de Defesa e Segurança Nacional da Ucrânia. O especialista Eduard Popov falou com a Sputnik e indicou qual o principal objetivo perseguido pelo governo ucraniano com tal iniciativa.
Sputnik

Em 2 de maio, o Conselho de Defesa e Segurança Nacional da Ucrânia ampliou as medidas restritivas em relação a diversas pessoas físicas e jurídicas russas, bem como prolongou a vigência das sanções introduzidas anteriormente.

Segundo informou a assessoria de imprensa da entidade, as sanções são aplicadas a pessoas "relacionadas com a agressão no ciberespaço e no campo informacional" contra a Ucrânia, "ações criminosas" contra os cidadãos ucranianos detidos na Rússia, bem como aos deputados da Duma de Estado e do Conselho da Federação da Rússia.

O diretor do Centro de Cooperação Pública e Informativa "Europa", Eduardo Popov, disse ao serviço russo da Rádio Sp…

Opinião: 'Coreia do Norte não quer guerra, quer garantias de estabilidade do regime'

As sanções e a retórica em torno dos testes de mísseis norte-coreanos falharam em resolver o problema, a solução só pode ser um pacto de estabilidade na Península da Coreia, acredita o analista independente Andrew K.P. Leung.


Sputnik

O sexto e mais potente teste nuclear de Pyongyang realizado no domingo (03) provocou uma condenação imediata por parte da comunidade internacional. 


Líder da Coreia do Norte, Kim Jong-un
Kim Jong-un, líder norte-coreano © Sputnik/ Iliya Pitalev

O presidente dos EUA Donald Trump classificou a Coreia do Norte como um "estado malfeitor", adiantando que as suas ações "continuam sendo muito hostis e perigosas para os EUA".

O analista Andrew K.P. Leung declarou à RT que ele espera "ainda mais barulho e fúria" da parte dos EUA, mas isso não vai resolver o problema.

"Acho que o tempo para a coerção passou […] A Coreia do Norte já demonstrou a sua capacidade de lançar mísseis que sobrevoem o Japão e alcancem o território perto de Guam. Acho…que o tempo da retórica e das sanções realmente passou. É claro que a Coreia do Norte não quer a guerra, porque a guerra significaria a queda do seu regime. Eles querem a garantia firme da estabilidade regional", acrescentou Andrew K.P. Leung ao RT.

De acordo com ele, chegou o tempo de passar das discussões para um pacto de estabilidade na Península da Coreia, que envolva todos os países na região.

"Se alguém quer atacar os norte-coreanos – os seus mísseis estão escondidos em cavernas, são móveis e você não pode ter a certeza de que liquida todos deles. Isso acabará por desestabilizar toda a península. A conversa sobre a decapitação também não funciona", precisou Andrew K.P. Leung à RT.

De acordo com ele, qualquer ação agressiva vai desestabilizar ainda mais a situação na região, com o envolvimento da Rússia e da China no conflito.


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