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O que acontece quando desaparece um submarino como o argentino ARA San Juan

As autoridades argentinas continuam com as buscas para tentar localizar o submarino ARA San Juan, que estava em uma missão de treinamento e desapareceu na última quarta com 44 tripulantes a bordo.
BBC Brasil


A Marinha argentina revelou que, no último contato, o subcomandante afirmou que a embarcação apresentava um curto-circuito no sistema de baterias.


O submarino fazia o trajeto entre o Ushuaia, no sul do país, e a base naval de Mar del Plata, mais ao norte, quando deixou de se comunicar e sumiu dos radares. Segundo a Marinha, a tripulação teria comida e oxigênio para mais dois dias.

O governo argentino conta com a ajuda de vários países para realizar as buscas, incluindo Brasil e Estados Unidos.

Mas quais são principais dificuldades em uma operação para localizar um submarino? A BBC tenta responder a esta e a outras perguntas sobre o tema.

Por que submarinos não podem ser detectados?


Os submarinos são construídos para serem difíceis de se encontrar. O papel deles é participar, com frequênc…

Opinião: 'Coreia do Norte não quer guerra, quer garantias de estabilidade do regime'

As sanções e a retórica em torno dos testes de mísseis norte-coreanos falharam em resolver o problema, a solução só pode ser um pacto de estabilidade na Península da Coreia, acredita o analista independente Andrew K.P. Leung.


Sputnik

O sexto e mais potente teste nuclear de Pyongyang realizado no domingo (03) provocou uma condenação imediata por parte da comunidade internacional. 


Líder da Coreia do Norte, Kim Jong-un
Kim Jong-un, líder norte-coreano © Sputnik/ Iliya Pitalev

O presidente dos EUA Donald Trump classificou a Coreia do Norte como um "estado malfeitor", adiantando que as suas ações "continuam sendo muito hostis e perigosas para os EUA".

O analista Andrew K.P. Leung declarou à RT que ele espera "ainda mais barulho e fúria" da parte dos EUA, mas isso não vai resolver o problema.

"Acho que o tempo para a coerção passou […] A Coreia do Norte já demonstrou a sua capacidade de lançar mísseis que sobrevoem o Japão e alcancem o território perto de Guam. Acho…que o tempo da retórica e das sanções realmente passou. É claro que a Coreia do Norte não quer a guerra, porque a guerra significaria a queda do seu regime. Eles querem a garantia firme da estabilidade regional", acrescentou Andrew K.P. Leung ao RT.

De acordo com ele, chegou o tempo de passar das discussões para um pacto de estabilidade na Península da Coreia, que envolva todos os países na região.

"Se alguém quer atacar os norte-coreanos – os seus mísseis estão escondidos em cavernas, são móveis e você não pode ter a certeza de que liquida todos deles. Isso acabará por desestabilizar toda a península. A conversa sobre a decapitação também não funciona", precisou Andrew K.P. Leung à RT.

De acordo com ele, qualquer ação agressiva vai desestabilizar ainda mais a situação na região, com o envolvimento da Rússia e da China no conflito.


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