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Como funcionam os mísseis de micro-ondas que os EUA podem usar em caso de ataque da Coreia do Norte

Nos arredores da cidade de Albuquerque, no Estado do Novo México, uma equipe de especialistas da Força Aérea americana desenvolve uma arma pouco tradicional, mas que poderia ter um objetivo estratégico: deter os mísseis nucleares da Coreia do Norte.
Lioman Lima | BBC Mundo

Não é um armamento qualquer. Trata-se de um tipo de arma eletromagnética que não é nociva para o ser humano e cuja base de funcionamento é a mesma tecnologia de um forno micro-ondas.


E, segundo diversos especialistas em assuntos militares consultados pela BBC Mundo, o serviço em espanhol da BBC, poderia ser uma alternativa para desativar as armas nucleares de Pyongyang de forma efetiva, sem gerar grandes prejuízos.

O "Projeto de mísseis avançados de micro-ondas de alta potência de interferência eletrônica" (Champ, na sigla em inglês) prepara, em essência, projéteis que emitem ondas de altíssima frequência, capazes de fritar sistemas eletrônicos.

"Tendo em conta o estado da tecnologia no mundo moderno, em q…

Opinião: norte-americanos se instalam em zona do Daesh, pois são 'da mesma quadrilha'

As forças especiais dos EUA foram vistas nas regiões de deslocamento do Daesh, de acordo com funcionários do Ministério da Defesa russo. Em entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik, o cientista político Aleksei Podberezkin falou sobre a existência de provas visíveis de que os norte-americanos sejam instrutores dos terroristas.


Sputnik

Militares russos publicaram fotografias aéreas das localidades dos terroristas do Daesh (organização terrorista proibida na Rússia) ao norte de Deir ez-Zor, na Síria. Justamente nessas zonas, há equipamento militar dos destacamentos especiais norte-americanos, que é visível nas fotos.


Soldado norte-americano no veículo blindado em 29 de abril de 2017 em Darbasiyah, Síria
Tropa norte-americana em Darbasiyah, Síria © AP Photo/ APTV

"Com ajuda de fotos aéreas, tiradas entre 8 e 12 de setembro de 2017 nas regiões de deslocamento das formações armadas do Daesh, foi registrada grande quantidade de veículos blindados Hummer, que estão a serviço das forças especiais dos EUA", lê-se na página do Ministério da Defesa russo no Facebook.

No ministério foi notado que as forças especiais dos EUA estão deslocadas justamente nos bastiões que tinham sido equipados pelo Daesh. Além disso, ao redor das estruturas em questão, não há quaisquer vestígios de ataque, confrontos com terroristas ou danos de ataques aéreos da coalizão internacional.

"Isso significa que os militares dos EUA se sentem em plena segurança nas áreas controladas pelos terroristas", ressaltam militares russos.

Aleksei Podberezkin, cientista político e diretor do Centro de Estudos Políticos e Militares do Instituto Estatal de Relações Internacionais de Moscou (MGIMO), ressalta haver provas visíveis de que as forças especiais norte-americanas atuem como instrutores para terroristas na Síria.

"Os EUA começaram a criar mais ativamente seus destacamentos na Síria não só através da Agência Central de Inteligência, mas através das forças de sua própria Inteligência e de forças especiais. A propósito, o número de forças especiais durante os últimos dez anos aumentou de 30 a 75 mil pessoas. Tais destacamentos são bem equipados, bem treinados. As forças especiais dos EUA são justamente os instrutores [dos terroristas], eles não lutam, mas ajudam a preparar estes bandos, treinando-os e equipando-os. Por isso, os militares norte-americanos podem passar por qualquer território controlado pelo Daesh. Cortam a cabeça dos outros, mas os norte-americanos podem passar somente por serem da mesma quadrilha. Mostraram provas disso. Mas não haverá reação alguma. Vão fazer de conta que isso não existe ou vão falar que lá há pessoas que ajudam a oposição", disse Aleksei Podberezkin para o serviço russo da Rádio Sputnik.


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