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Adeus a tecnologias 'stealth': novo radar russo pode detectar aviões furtivos

Tecnologias russas capazes de detectar aviões furtivos do inimigo podem vir a fazer parte do sistema da defesa antiaérea unida da OTSC – Organização do Tratado de Segurança Coletiva, declarou o chefe do Estado-Maior Conjunto da aliança, Anatoly Sidorov.
Sputnik

Inovações russas capazes de desativar tecnologias furtivas do inimigo podem vir a ser usadas na criação do sistema de defesa antiaérea unida da OTSC, declarou militar, citado pelo jornal Rossiyskaya Gazeta. Sidorov comentou que essas inovações seriam eficazes tanto contra aviação do inimigo como contra ataques com mísseis.



O sistema Rezonans-NE funciona graças ao princípio de reflexão ressonante de ondas de rádio da superfície de aparelhos aéreos, facilitando vigilância de aeronaves e mísseis do inimigo, explicou Aleksandr Scherbinko, vice-diretor executivo da empresa de design Rezonans.

"Este modelo pode ser de grande interesse, levando em consideração criação do sistema de defesa antiaérea unida da OTSC, cuja inauguração est…

Opinião: objetivo da nova estratégia de Trump no Afeganistão é conter e cercar a Rússia

O verdadeiro objetivo a longo prazo da nova estratégia militar do presidente Donald Trump para o Afeganistão é cercar e conter a Rússia e evitar a sua crescente influência nas regiões da Ásia Central e do Sul, disseram analistas ouvidos pela Sputnik Internacional.


Sputnik

Em 21 de agosto, o mandatário estadunidense afirmou que, para combater o terrorismo, Washington irá aumentar seu efetivo militar no Afeganistão. Entretanto, Trump não forneceu mais detalhes sobre as mudanças.


Trump na cúpula da OTAN em Bruxelas
Donald Trump, presidente dos EUA © REUTERS/ Jonathan Ernst

Para o professor da Universidade da Califórnia Beau Grosscup, o republicano tem metas não declaradas:

"O objetivo estratégico maior é manter o cerco à Rússia para evitar o surgimento de um poder concorrente e o acesso aos valiosos recursos minerais que o presidente Trump reconheceu recentemente que foram relatados há mais de uma década."

A decisão de expandir o número das tropas dos EUA no Afeganistão marca a quebra de uma das promessas de campanha de Trump. Assim como seu antecessor, Barack Obama, o atual ocupante da Casa Branca havia prometido retirar os EUA do conflito.

Grosscup acredita que o plano de Trump é, também, uma influência dos militares próximos do presidente, como secretário de Defesa, James Mattis, o conselheiro de segurança nacional, H.R. McMaster, e o chefe de gabinete John Kelly.

O especialista em Afeganistão e membro da ONG Vozes pela Não Violência Criativa Brian Terrel concorda a avaliação.

"Eu acho que Trump está usando a guerra como um chamado à unidade… [Para Trump] a guerra de 16 anos contra o povo afegão é uma manifestação mais real, mais séria e perigosa de racismo do que uma marcha de KKK", disse Terrel.


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