Pular para o conteúdo principal

Postagem em destaque

Pyongyang: 3 porta-aviões perto da Coreia do Norte são uma ameaça de guerra nuclear

A ONU "fecha os olhos aos exercícios de guerra nuclear dos EUA, que estão empenhados em causar um desastre catastrófico para a humanidade", declarou o embaixador norte-coreano na ONU, Ja Song-nam.
Sputnik

As autoridades norte-coreanas classificaram na segunda (13) o deslocamento sem precedentes de 3 grupos de porta-aviões dos EUA para a zona da península da Coreia como uma "postura de ataque".


O representante norte-coreano permanente na ONU, Ja Song-nam, expressou em uma carta enviada ao secretário-geral da ONU o descontentamento do seu governo com os exercícios militares de Seul, Tóquio e Washington. Estes, segundo o diplomata, estão criando "a pior situação para a península da Coreia e seus arredores".

"Os EUA são os principais responsáveis por escalar as tensões e comprometer a paz", declarou Ja Song-nam.

Além da presença de 3 porta-aviões estadunidenses (Nimitz, Ronald Reagan e Theodore Roosevelt), Washington continua realizando voos de bombarde…

Opinião: objetivo da nova estratégia de Trump no Afeganistão é conter e cercar a Rússia

O verdadeiro objetivo a longo prazo da nova estratégia militar do presidente Donald Trump para o Afeganistão é cercar e conter a Rússia e evitar a sua crescente influência nas regiões da Ásia Central e do Sul, disseram analistas ouvidos pela Sputnik Internacional.


Sputnik

Em 21 de agosto, o mandatário estadunidense afirmou que, para combater o terrorismo, Washington irá aumentar seu efetivo militar no Afeganistão. Entretanto, Trump não forneceu mais detalhes sobre as mudanças.


Trump na cúpula da OTAN em Bruxelas
Donald Trump, presidente dos EUA © REUTERS/ Jonathan Ernst

Para o professor da Universidade da Califórnia Beau Grosscup, o republicano tem metas não declaradas:

"O objetivo estratégico maior é manter o cerco à Rússia para evitar o surgimento de um poder concorrente e o acesso aos valiosos recursos minerais que o presidente Trump reconheceu recentemente que foram relatados há mais de uma década."

A decisão de expandir o número das tropas dos EUA no Afeganistão marca a quebra de uma das promessas de campanha de Trump. Assim como seu antecessor, Barack Obama, o atual ocupante da Casa Branca havia prometido retirar os EUA do conflito.

Grosscup acredita que o plano de Trump é, também, uma influência dos militares próximos do presidente, como secretário de Defesa, James Mattis, o conselheiro de segurança nacional, H.R. McMaster, e o chefe de gabinete John Kelly.

O especialista em Afeganistão e membro da ONG Vozes pela Não Violência Criativa Brian Terrel concorda a avaliação.

"Eu acho que Trump está usando a guerra como um chamado à unidade… [Para Trump] a guerra de 16 anos contra o povo afegão é uma manifestação mais real, mais séria e perigosa de racismo do que uma marcha de KKK", disse Terrel.


Postar um comentário