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Qual será resposta síria a novos mísseis 'inteligentes' dos EUA?

A cada declaração do presidente dos EUA, Donald Trump, sobre seus "mísseis inteligentes", os sistemas de defesa antiaérea sírios terão sua própria resposta de mísseis, o que foi demonstrado pelo país em 14 de abril, assegurou à Sputnik o membro do Conselho Público junto ao Ministério da Defesa da Rússia, Igor Korotchenko.
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Mais cedo, Sergei Rudskoy, chefe da Direção-Geral Operacional do Estado-Maior das Forças Armadas russas, disse aos jornalistas que os especialistas russos tinham detectado evidências de 22 mísseis terem atingido alvos, de um total de 105 anunciados pelos EUA, na sequência do ataque aéreo dos EUA e seus aliados.


"Os mísseis podem ser 'inteligentes', mas os sistemas da defesa antiaérea podem ser eficientes, por isso, para cada míssil 'astuto' haverá um míssil guiado, o que foi demonstrado pelo ótimo treinamento profissional dos soldados sírios. Nas declarações de Trump há muita publicidade, e para cada tweet de Trump sobre seus '…

Opinião: objetivo da nova estratégia de Trump no Afeganistão é conter e cercar a Rússia

O verdadeiro objetivo a longo prazo da nova estratégia militar do presidente Donald Trump para o Afeganistão é cercar e conter a Rússia e evitar a sua crescente influência nas regiões da Ásia Central e do Sul, disseram analistas ouvidos pela Sputnik Internacional.


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Em 21 de agosto, o mandatário estadunidense afirmou que, para combater o terrorismo, Washington irá aumentar seu efetivo militar no Afeganistão. Entretanto, Trump não forneceu mais detalhes sobre as mudanças.


Trump na cúpula da OTAN em Bruxelas
Donald Trump, presidente dos EUA © REUTERS/ Jonathan Ernst

Para o professor da Universidade da Califórnia Beau Grosscup, o republicano tem metas não declaradas:

"O objetivo estratégico maior é manter o cerco à Rússia para evitar o surgimento de um poder concorrente e o acesso aos valiosos recursos minerais que o presidente Trump reconheceu recentemente que foram relatados há mais de uma década."

A decisão de expandir o número das tropas dos EUA no Afeganistão marca a quebra de uma das promessas de campanha de Trump. Assim como seu antecessor, Barack Obama, o atual ocupante da Casa Branca havia prometido retirar os EUA do conflito.

Grosscup acredita que o plano de Trump é, também, uma influência dos militares próximos do presidente, como secretário de Defesa, James Mattis, o conselheiro de segurança nacional, H.R. McMaster, e o chefe de gabinete John Kelly.

O especialista em Afeganistão e membro da ONG Vozes pela Não Violência Criativa Brian Terrel concorda a avaliação.

"Eu acho que Trump está usando a guerra como um chamado à unidade… [Para Trump] a guerra de 16 anos contra o povo afegão é uma manifestação mais real, mais séria e perigosa de racismo do que uma marcha de KKK", disse Terrel.


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