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Marinha do Brasil simula resgate de civis em área de conflito ou desastre natural (VÍDEO)

A Marinha do Brasil realizou entre os dias 6 e 14 de novembro a Operação Atlântico, na praia de Itaoca, no Espírito Santo. A simulação deste ano treinou os oficiais para casos em que houvesse resgate de civis em uma área de conflito armado ou que foram alvos de desastres naturais.
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Era por volta de 5h40 do dia 10 de novembro, um sábado, ainda estava amanhecendo, quando o Almirante Paulo Martinho Zucaro, Comandante da Força de Fuzileiros da Esquadra, olhou e disse para a reportagem da Sputnik Brasil: "É guerra".


A declaração foi dada para explicar os motivos de se realizar um treinamento deste porte mesmo em condições extremamente desfavoráveis. A chuva era forte, as ondas na beira da praia atingiam 1,5 metros e os ventos chegaram a 20 km/h. O nível de dificuldade preocupava o alto comando, mas não foi um problema para os fuzileiros e marinheiros.

Antes do amanhecer, sete Carros Lagarta Anfíbios (CLAnf) chegaram à praia e deram início ao desembarque. Após eles chegarem foi…

Oposição sul-coreana pressiona para que país adquira armas nucleares

Os partidos opositores ao presidente sul-coreano Moon Jae-in aumentaram o tom crítico contra ele nesta semana, após o mais recente teste nuclear da Coreia do Norte. Para eles, é o momento de Seul buscar o seu próprio armamento nuclear.


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De acordo com a oposição, Moon está sendo “ingênuo” em sua estratégia em relação ao governo de Kim Jong-un – a Coreia do Sul defende a abertura de diálogo com Pyongyang, ao invés da política da gestão anterior, que não apostava em soluções diplomáticas.


Dois sistemas de THAAD são lançados durante um teste de interceptação bem sucedido.
Lançamento de míssil THAAD © flickr.com/ Agência de Defesa contra Mísseis (ADM) dos EUA

Para os opositores sul-coreanos, é preciso que Seul passe sim a considerar alternativas militares para se defender da ameaça norte-coreana, algo que Moon e o seu gabinete não parecem dispostos a fazer, pelo menos enquanto a saída diplomática não for esgotada.

Para o Partido da Liberdade da Coreia (LPK, na sigla em inglês) – de perfil conservador, e da ex-presidente Park Geun-hye, que foi alvo de impeachment –, a Coreia do Sul deveria adotar armas nucleares dos Estados Unidos e aumentar a presença do sistema de defesa antiaérea THAAD, que está sendo alvo de questionamentos pela atual administração.

"A Coreia do Sul deveria operar os sistemas THAAD agora mesmo. A nação deve iniciar negociações para redistribuir armas nucleares táticas e submarinos de energia nuclear, implementar permanentemente armas estratégicas dos EUA na península e cortar completamente o abastecimento de petróleo da China para o Norte", afirmou o líder do LKP, Chung Woo-taik, ao jornal Korea Herald.

Outro líder do LKP, Hong Joon-pyo, chamou o atual governo de Moon de “inexperiente”, sobretudo o Chefe de Gabinete e a ministra de Relações Exteriores. "O presidente deveria abandonar amadores de esquerda no gabinete rapidamente e organizar uma equipe profissional", avaliou.

Já o alvo da minoria do Partido Bareun foi a liderança dos governistas do Partido Democrático da Coreia (DPK, na sigla em inglês), Choo Mi-ae. Repetindo as palavras do presidente Moon, ela prega o diálogo e uma solução pacífica para a crise na península.

"Suas observações mostram que o campo no governo não tem outra ideia além do diálogo", disse o porta-voz do Partido Bareun, Park Jeong-ha.

O Partido do Povo juntou-se à crítica da oposição. "O governo deve olhar a realidade diretamente por incompetência e ilusão", disse o presidente do partido, Ahn Cheol-soo, na última segunda-feira.

O atual governo sul-coreano admitiu no mês passado a retomada de estudos quanto à aquisição de um submarino nuclear. Demais medidas estão descartadas, pois seriam um retrocesso no discurso diplomático que busca uma solução para a crise com os norte-coreanos.

Para especialistas, uma corrida armamentista nuclear por parte de Seul poderia ter um efeito contrário, fazendo com que Pyongyang aumentasse a agressividade de suas provocações – com resultados difíceis de prever.

Por ora, o que a Coreia do Sul obteve foi a autorização do presidente dos EUA, Donald Trump, para uma compra bilionária de novas armas. Na área diplomática, o governo sul-coreano segue apoiando novas sanções contra Pyongyang, pleiteando ainda uma maior colaboração de China e Rússia para trazer Kim Jong-un para a mesa de negociações.


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