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Por meio do Egito, Hamas pede a Israel que cesse fogo na Faixa de Gaza

O movimento Hamas pediu a Israel que cesse fogo por meio da mediação egípcia e prometeu interromper os confrontos na fronteira como parte do acordo, disse uma fonte política israelense à Sputnik.
Sputnik

"O Hamas teve um grande golpe ontem e o movimento pediu um cessar-fogo através do Egito, prometendo interromper o 'terror incendiário e nas cercas fronteiriças'", disse a fonte.

Segundo a mesma pessoa, Israel considera o Egito como fiador da implementação do cessar-fogo.

"Os egípcios são os garantidores nesta questão, mas em qualquer caso, o desenvolvimento da situação dependerá de ações reais. Se o Hamas violar o cessar-fogo, pagará um preço ainda maior", acrescentou a fonte.

Esses arranjos foram alcançados após bombardeios maciços das instalações do Hamas no enclave, que se seguiram ao assassinato de um soldado israelense na sexta-feira.

Este foi o segundo cessar-fogo entre Israel e o Hamas, coordenado pelo Egito nas últimas duas semanas. No último sábado, a Fo…

Parlamento do Iraque pede fechamento de fronteira com Curdistão

O Parlamento iraquiano solicitou nesta segunda-feira ao primeiro-ministro Haider al-Abadi o envio de forças de segurança para as zonas em disputa com a região autônoma do Curdistão e o fechamento das ligações por terra com esta província, informou à Agência Efe um deputado, que não quis ter o nome revelado.


EFE

Segundo a fonte, os parlamentares concordaram em solicitar ao premier, que também ocupa o cargo de chefe das Forças Armadas, uma série de medidas em resposta à realização do referendo de independência do Curdistão iraquiano hoje, rejeitado frontalmente pelo Executivo em Bagdá. Além das quatro regiões do Curdistão iraquiano - Dohuk, Erbil, Sulaymaniyah e Halabja -, as autoridades curdas e centrais disputam vários territórios nas províncias de Kirkuk, Diyala e Nínive, que administrativamente dependem de Bagdá, mas que são controladas de fato pelas forças de segurança curda, conhecidas como "peshmergas".

Mulher curda vota no referendo. EFE/STR
Mulher curda vota no referendo. EFE/STR

Desde os anos 90, o Curdistão iraquiano tem status de região autônoma e isso foi reconhecido na Constituição de 2005, na qual o Iraque é definido como um Estado federal. Nos territórios sob a sua administração só operam forças de segurança que respondem às ordens de Erbil, a sua capital, e que se encarregam de controlar as zonas de fronteira, tanto nacionais quanto internacionais (com a Turquia e o Irã), onde a passagem só acontece através de postos de controle.

Os legisladores, que votaram sema presença de deputados curdos, também solicitaram a proibição da implantação de empresas em qualquer das quatro regiões do Curdistão iraquiano. Os políticos também demandaram a saída do governador de Kirkuk, Najmiddin Karim, cuja destituição foi aprovada pela Assembleia Legislativa no último dia 14. Ele foi cassado por permitir a realização do referendo nesta cidade sob o controle efetivo dos curdos, ainda que administrativamente dependente de Bagdá.

Hoje, os curdos foram às urnas para decidir se desejam a independência da sua região, apesar da rejeição e das pressões do Executivo em Bagdá, de países vizinhos e da comunidade internacional, que acreditam que a votação pode ser uma nova fonte de conflito na desestabilizada região do Oriente Médio.

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