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'Sangue e caos': príncipe saudita chama Trump de 'oportunista' por decisão sobre Jerusalém

O ex-chefe da inteligência saudita, o Príncipe Turki al-Faisal, criticou o reconhecimento do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de Jerusalém como a capital de Israel, em uma das mais acentuadas reações do reino aliado de Washington no Oriente Médio.
Sputnik

Em uma carta a Trump publicada em um jornal saudita nesta segunda-feira, o príncipe Turki, um ex-embaixador em Washington que agora não ocupa nenhum cargo do governo, mas continua influente, chamou a decisão de uma estratagema política doméstica que provocaria violência.


"O derramamento de sangue e o caos definitivamente seguirão sua tentativa oportunista de ganhar eleitoralmente", escreveu o príncipe Turki em uma carta publicada no jornal saudita al-Jazeera.

Trump inverteu décadas de política dos EUA e virou do consenso da crítica internacional na semana passada, reconhecendo Jerusalém como a capital de Israel. A maioria dos países diz que o status da cidade deve ser deixado para negociações entre Israel e os pales…

Pentágono confirma: contingente militar dos EUA no Afeganistão vai aumentar

O contingente militar norte-americano no Afeganistão receberá um reforço de 3,5 mil soldados, aumentando o total para 14,5 pessoas, confirmou nesta segunda-feira à Sputnik o representante do Pentágono, Michael Andrews.


Sputnik

"Não vamos anunciar para onde eles serão enviados, porque não queremos que o inimigo saiba dos nossos planos", disse Andrews.


Agentes das Forças de Segurança do Afeganistão e os soldados norte-americanos
Tropas norte-americanas e afegãs © AP Photo/ Rahmat Gul

Mais cedo, o ministro da Defesa dos EUA, James Mattis, anunciou o aumento do contingente, sem ter informado os números, seguindo a nova política da Casa Branca de não divulgar esse tipo de informação.

Antes disso, o presidente dos EUA, Donald Trump, autorizou o Pentágono a aumetar o contingente de forma independente, dentro do limite de 4 mil pessoas.

Além disso, em agosto, Trump anunciou a nova estratégia norte-americana no Afeganistão. O presidente evitou a comentar os aspectos militares da estratégia, mas deu a entender que as tropas dos EUA não planejam uma retirada às pressas. O chefe de Estado também assinalou com clareza o papel do Paquistão na crise afegã. Segundo Trump, Islamabad pode "perder muito" se continuar a abrigar terroristas do país vizinho em seu território.

No final de 2016, durante fim do mandato de Barack Obama, o contingente norte-americano no Afeganistão era de 8,4 mil militares.

Os Estados Unidos, desde 2001, realizam operações no país contra o movimento Talibã e, mais recentemente, contra o Daesh. Os EUA também assumiram o compromisso de treinar e de equipar as forças de segurança locais. O contingente norte-americano máximo no Afeganistão foi de 100 mil pessoas, em 2011. No total, mais de 2,3 mil soldados americanos perderam a vida no país, e mais de 17 mil ficaram feridos.


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