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'Sangue e caos': príncipe saudita chama Trump de 'oportunista' por decisão sobre Jerusalém

O ex-chefe da inteligência saudita, o Príncipe Turki al-Faisal, criticou o reconhecimento do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de Jerusalém como a capital de Israel, em uma das mais acentuadas reações do reino aliado de Washington no Oriente Médio.
Sputnik

Em uma carta a Trump publicada em um jornal saudita nesta segunda-feira, o príncipe Turki, um ex-embaixador em Washington que agora não ocupa nenhum cargo do governo, mas continua influente, chamou a decisão de uma estratagema política doméstica que provocaria violência.


"O derramamento de sangue e o caos definitivamente seguirão sua tentativa oportunista de ganhar eleitoralmente", escreveu o príncipe Turki em uma carta publicada no jornal saudita al-Jazeera.

Trump inverteu décadas de política dos EUA e virou do consenso da crítica internacional na semana passada, reconhecendo Jerusalém como a capital de Israel. A maioria dos países diz que o status da cidade deve ser deixado para negociações entre Israel e os pales…

Pentágono revela como vai conter Pyongyang

O secretário de Defesa dos Estados Unidos, James Mattis, declarou que os EUA planejam continuar os esforços de contenção de Pyongyang o maior tempo possível através de meios diplomáticos.


Sputnik

"Continuamos apoiando as medidas diplomáticas na ONU, vocês foram testemunhas de aprovação por unanimidade da resolução no Conselho de Segurança da ONU, que aumenta a pressão econômica e diplomática sobre o Norte [a Coreia do Norte]. Ainda podemos conter as ameaças perigosas por parte da Coreia do Norte e apoiar os nossos diplomatas desta forma, para manter a situação na esfera da diplomacia", disse Mattis.


Chefe do Pentágono, James Mattis
James Mattis © AP Photo/ Jacquelyn Martin

Ele acrescentou que o objetivo de Washington é "lidar com isso através da diplomacia". Segundo ele, o presidente dos EUA, Donald Trump, "deixou isso muito claro".

Trump disse em 19 de setembro, durante o seu primeiro discurso na Assembleia Geral da ONU que, se os EUA "forem forçados a se defender e a defender os seus aliados", Washington não terá escolha senão "destruir completamente a Coreia do Norte".


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