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Exército sírio bombardeia terroristas restantes no sul do país (VIDEO)

O exército sírio retomou os ataques de artilharia maciços contra os terroristas restantes na região de Tulul al Safa no deserto de As-Suwayda, no sul do país, depois de eles terem violado a trégua, segundo uma fonte do Exército.
Sputnik

De acordo com uma fonte que falou com a Sputnik Árabe, na terça-feira (16), o Exército sírio e os terroristas que ocupam as colinas de Tulul al Safa firmaram um acordo de cessar-fogo, segundo o qual os combatentes da Frente al-Nusra (organização terrorista proibida na Rússia e em vários outros países) se comprometeram a entregar as armas depois de serem cercados e sem saída.


Contudo, na manhã da quarta-feira (17) os terroristas atacaram as unidades do Exército sírio. Por sua vez, os soldados repeliram o ataque com êxito e contra-atacaram. Como resultado, dezenas de militantes foram mortos ou feridos. O Exército resolveu retomar os ataques maciços com peças de artilharia apoiadas do ar, tendo como objetivo eliminar as forças terroristas restantes até a épo…

Pentágono revela como vai conter Pyongyang

O secretário de Defesa dos Estados Unidos, James Mattis, declarou que os EUA planejam continuar os esforços de contenção de Pyongyang o maior tempo possível através de meios diplomáticos.


Sputnik

"Continuamos apoiando as medidas diplomáticas na ONU, vocês foram testemunhas de aprovação por unanimidade da resolução no Conselho de Segurança da ONU, que aumenta a pressão econômica e diplomática sobre o Norte [a Coreia do Norte]. Ainda podemos conter as ameaças perigosas por parte da Coreia do Norte e apoiar os nossos diplomatas desta forma, para manter a situação na esfera da diplomacia", disse Mattis.


Chefe do Pentágono, James Mattis
James Mattis © AP Photo/ Jacquelyn Martin

Ele acrescentou que o objetivo de Washington é "lidar com isso através da diplomacia". Segundo ele, o presidente dos EUA, Donald Trump, "deixou isso muito claro".

Trump disse em 19 de setembro, durante o seu primeiro discurso na Assembleia Geral da ONU que, se os EUA "forem forçados a se defender e a defender os seus aliados", Washington não terá escolha senão "destruir completamente a Coreia do Norte".


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