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Radicais sírios estariam recebendo armamento dos EUA através da fronteira com Jordânia

Enquanto o exército sírio parece estar pronto para uma grande ofensiva na província de Daraa, os grupos radicais que operam na região estariam recebendo grandes remessas de material bélico "Made in USA".
Sputnik

Os grupos militantes que atuam no sul da Síria receberam uma grande quantidade de armas e munições fabricadas nos EUA, incluindo mísseis antitanque TOW, informou a agência de notícias FARS.

De acordo com a FARS, o armamento foi entregue através da fronteira com a Jordânia no âmbito de um novo plano dos EUA para assegurar mais apoio a estes grupos na Síria.

A agência informou também que os grupos militantes na província de Daraa começaram a se preparar para impedir a ofensiva do exército sírio.

No início deste mês, o exército sírio intensificou as ações no sudoeste do país, controlado por radicais, perto da fronteira com a Jordânia e as Colinas de Golã, ocupadas por Israel.

O Ministério da Defesa da Rússia acrescentou que as forças do governo sírio, apoiadas por um grande a…

Por que Coreia do Norte opta por armas nucleares? Chancelaria russa explica

A Coreia do Norte conta com as armas nucleares pois não possui quaisquer garantias internacionais quanto à sua segurança, e o Ocidente (EUA e UE) não quer entender isso, declarou o diretor do Departamento de Não Proliferação e Controle de Armas do Ministério das Relações Exteriores russo, Mikhail Ulyanov.


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"Sem dúvida, condenamos o caminho escolhido por Pyongyang, mas importa entender que, devido à ausência de reais garantias internacionais jurídicas da sua segurança nacional, a Coreia do Norte opta por armamentos balísticos e nucleares, considerando-os primeiramente como meio de dissuasão. Parece-me que muitos países ocidentais não o entendem ou preferem não o entender", explicou Mikhail Ulyanov em entrevista ao jornal russo Kommersant.


Teste da bomba de hidrogênio da Coreia do Norte
Teste da bomba de hidrogênio da Coreia do Norte © AFP 2017/ Jung Yeon-Je

Segundo o especialista, os problemas da Coreia do Norte são resultado da política do Ocidente em relação à Líbia antes da derrubada de Muammar Kadhafi. Tudo aconteceu devido a que a Líbia "causou danos sérios ao regime global de não-proliferação de armas de destruição em massa".

No dia 3 de setembro, as autoridades da Coreia do Norte anunciaram um teste bem-sucedido de uma bomba de hidrogênio. Os militares do Japão e da Coreia do Norte avaliaram a potência da explosão em 120-160 quilotons, o que é algumas vezes superior à potência das bombas lançadas pelos EUA contra Hiroshima e Nagasaki em 1945. Este foi o sexto teste nuclear de Pyongyang.

Em 11 de setembro, o Conselho de Segurança da ONU aprovou, por unanimidade, novas sanções contra a Coreia do Norte, que limitarão de modo significativo as importações e as exportações de Pyongyang. A Resolução 2375 estabeleceu o regime mais rigoroso de sanções da ONU em todo o século XXI.


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