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Marinha e Aeronáutica do Brasil auxiliam buscas a submarino argentino desaparecido, diz ministro

Segundo Raul Jungmann, três navios e um avião brasileiros já foram disponibilizados. Última vez que o submarino militar com 44 pessoas a bordo manteve contato com a base foi na quarta-feira (15).
Por G1, Brasília

O ministro da Defesa, Raul Jungmann, publicou em seu perfil no Twitter neste sábado (18) que três navios da Marinha brasileira "já estão auxiliando" nas buscas a um submarino argentino que desapareceu com 44 tripulantes a bordo.

Ainda segundo o ministro, a Força Aérea Brasileira (FAB) disponibilizou um avião para também ajudar na procura pelo submarino e um segundo avião "será deslocado para apoiar as buscas do submarino argentino desaparecido" a partir deste domingo (19).

O submarino militar ARA San Juan manteve contato com a base pela última vez na manhã de quarta-feira (15), quando estava no sul do Mar Argentino, a 432 quilômetros da costa patagônica do país.

De acordo com a FAB, o primeiro avião disponibilizado pelo Brasil decolou, com 18 tripulantes, às 17…

Por que Coreia do Norte opta por armas nucleares? Chancelaria russa explica

A Coreia do Norte conta com as armas nucleares pois não possui quaisquer garantias internacionais quanto à sua segurança, e o Ocidente (EUA e UE) não quer entender isso, declarou o diretor do Departamento de Não Proliferação e Controle de Armas do Ministério das Relações Exteriores russo, Mikhail Ulyanov.


Sputnik

"Sem dúvida, condenamos o caminho escolhido por Pyongyang, mas importa entender que, devido à ausência de reais garantias internacionais jurídicas da sua segurança nacional, a Coreia do Norte opta por armamentos balísticos e nucleares, considerando-os primeiramente como meio de dissuasão. Parece-me que muitos países ocidentais não o entendem ou preferem não o entender", explicou Mikhail Ulyanov em entrevista ao jornal russo Kommersant.


Teste da bomba de hidrogênio da Coreia do Norte
Teste da bomba de hidrogênio da Coreia do Norte © AFP 2017/ Jung Yeon-Je

Segundo o especialista, os problemas da Coreia do Norte são resultado da política do Ocidente em relação à Líbia antes da derrubada de Muammar Kadhafi. Tudo aconteceu devido a que a Líbia "causou danos sérios ao regime global de não-proliferação de armas de destruição em massa".

No dia 3 de setembro, as autoridades da Coreia do Norte anunciaram um teste bem-sucedido de uma bomba de hidrogênio. Os militares do Japão e da Coreia do Norte avaliaram a potência da explosão em 120-160 quilotons, o que é algumas vezes superior à potência das bombas lançadas pelos EUA contra Hiroshima e Nagasaki em 1945. Este foi o sexto teste nuclear de Pyongyang.

Em 11 de setembro, o Conselho de Segurança da ONU aprovou, por unanimidade, novas sanções contra a Coreia do Norte, que limitarão de modo significativo as importações e as exportações de Pyongyang. A Resolução 2375 estabeleceu o regime mais rigoroso de sanções da ONU em todo o século XXI.


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