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Ministério das Relações Exteriores russo acusa EUA de ajudar terroristas na Síria

Ao reforçar seu interesse em liquidar o Daesh [organização terrorista proibida na Rússia] da face da Terra, Moscou se mostrou preocupada com o fato de os EUA demonstrarem o contrário através de suas ações, ressalta Sergei Ryabkov, vice-ministro do ministério.
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"Apesar de tudo, alguns objetivos políticos e geopolíticos são mais importantes para Washington, o que está declarado no plano de lealdade à luta antiterrorista", disse Ryabkov a jornalistas. Segundo ele, a Rússia espera que Washington prove na prática a sua lealdade à luta contra o terrorismo na Síria.


Além disso, o diplomata chamou a morte do tenente-general Valery Asapov de preço pago pela Rússia pela hipocrisia dos EUA na questão da resolução da crise síria. Asapov, que chefiava o grupo dos conselheiros militares russos, morreu na região de Deir ez-Zor durante bombardeio do Daesh.

Na véspera, o Ministério da Defesa da Rússia publicou fotos aéreas dos bairros a norte de Deir ez-Zor controlados pelos terroristas d…

Por que Coreia do Norte opta por armas nucleares? Chancelaria russa explica

A Coreia do Norte conta com as armas nucleares pois não possui quaisquer garantias internacionais quanto à sua segurança, e o Ocidente (EUA e UE) não quer entender isso, declarou o diretor do Departamento de Não Proliferação e Controle de Armas do Ministério das Relações Exteriores russo, Mikhail Ulyanov.


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"Sem dúvida, condenamos o caminho escolhido por Pyongyang, mas importa entender que, devido à ausência de reais garantias internacionais jurídicas da sua segurança nacional, a Coreia do Norte opta por armamentos balísticos e nucleares, considerando-os primeiramente como meio de dissuasão. Parece-me que muitos países ocidentais não o entendem ou preferem não o entender", explicou Mikhail Ulyanov em entrevista ao jornal russo Kommersant.


Teste da bomba de hidrogênio da Coreia do Norte
Teste da bomba de hidrogênio da Coreia do Norte © AFP 2017/ Jung Yeon-Je

Segundo o especialista, os problemas da Coreia do Norte são resultado da política do Ocidente em relação à Líbia antes da derrubada de Muammar Kadhafi. Tudo aconteceu devido a que a Líbia "causou danos sérios ao regime global de não-proliferação de armas de destruição em massa".

No dia 3 de setembro, as autoridades da Coreia do Norte anunciaram um teste bem-sucedido de uma bomba de hidrogênio. Os militares do Japão e da Coreia do Norte avaliaram a potência da explosão em 120-160 quilotons, o que é algumas vezes superior à potência das bombas lançadas pelos EUA contra Hiroshima e Nagasaki em 1945. Este foi o sexto teste nuclear de Pyongyang.

Em 11 de setembro, o Conselho de Segurança da ONU aprovou, por unanimidade, novas sanções contra a Coreia do Norte, que limitarão de modo significativo as importações e as exportações de Pyongyang. A Resolução 2375 estabeleceu o regime mais rigoroso de sanções da ONU em todo o século XXI.


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