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Por que alguns países ocidentais não querem libertação de Idlib?

A libertação de Idlib marcará a vitória total das forças governamentais e o fracasso dos planos de países ocidentais de derrubar as autoridades legítimas sírias.
Sputnik

No entanto, segundo Pierre Le Corf, ativista francês que vive em Aleppo, a tarefa não será fácil. 


"Será muito difícil libertar Idlib, porque todas as forças da coalizão lideradas pelos EUA e governos [ocidentais] envolvidos na guerra até o momento se opõem à libertação da província", disse Le Corf à Sputnik França.

Ele comentou que assim que a província síria de Idlib for libertada, terá que "libertar as zonas ocupadas ilegalmente pelos EUA, França e até pela Itália no norte do país". Por esse motivo, nenhum desses países quer a libertação da província.

Le Corf salientou que a intenção de manter o status atual poderia levar a "um massacre da população civil de Idlib", referindo-se às múltiplas advertências dos militares sírios e russos sobre a possível encenação de ataques químicos com o prop…

Por que material militar da OTAN está posicionado perto de Donetsk?

A inteligência da autoproclamada República Popular de Donetsk detectou, perto da linha de contato, material militar blindado dos militares ucranianos e caminhões usados por países da OTAN.


Sputnik

"Na área da povoação de Granitnoe foi detectada a chegada de três veículos de combate de infantaria, oito tanques e duas peças de artilharia autopropulsada Gvozdika", informou o diretor do serviço de imprensa do Comando Operacional, Daniil Bezsonov.


Tanques com militares ucranianos perto de Donetsk
Tanques com militares ucranianos próximo a Donetsk © AFP 2017/ Anatoly Stepanov

Além disso, ele adicionou que nos bairros da cidade de Krasnogorovka foi detectada "a chegada de dez caminhões de modelo antigo, que antes eram usados em países da OTAN, carregados com munições, bem como mais de 100 elementos do contingente militar do Setor de Direita [organização paramilitar nacionalista proibida na Rússia]".

As autoridades da Ucrânia iniciaram em abril de 2014 uma operação militar contra as repúblicas autoproclamadas de Lugansk e Donetsk, que declararam sua independência da Ucrânia em fevereiro de 2014. De acordo com os últimos dados da ONU, mais de 10 mil pessoas se tornaram vítimas do conflito.

A questão da regulação da situação em Donbass é discutida durante as reuniões do grupo de contato em Minsk, que já aprovou três documentos que regulam os passos para a desescalada do conflito. Mas os combates entre as partes em confronto ainda continuam.


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