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Argentina concorda em construir bases norte-americanas em seu território

O presidente da Argentina, Mauricio Macri, aprovou a construção no país de várias bases militares dos EUA, informou no sábado (21) o portal mexicano Aristegui Noticias com referência a fontes informadas.
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De acordo com o portal, trata-se de ao mínimo três bases militares a serem construídas nas províncias de Neuquén (onde fica a jazida de gás de xisto Vaca Muerta), Misiones e Tierra del Fuego, de onde se pode controlar a Antártida.

A sua criação deve ser financiada pelo Comando Sul dos EUA. Um dos principais adeptos da criação de bases seria a ministra da Segurança da Argentina, Patricia Bullrich.

Além disso, nota o portal mexicano, a ministra elogiou a chegada ao país de instrutores americanos que efetuam a preparação dos policiais argentinos antes da cúpula do G20 em novembro. Isso viola as atuais leis argentinas, porque é necessário obter a autorização do Congresso para tais ações, algo que não foi feito.

Por que material militar da OTAN está posicionado perto de Donetsk?

A inteligência da autoproclamada República Popular de Donetsk detectou, perto da linha de contato, material militar blindado dos militares ucranianos e caminhões usados por países da OTAN.


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"Na área da povoação de Granitnoe foi detectada a chegada de três veículos de combate de infantaria, oito tanques e duas peças de artilharia autopropulsada Gvozdika", informou o diretor do serviço de imprensa do Comando Operacional, Daniil Bezsonov.


Tanques com militares ucranianos perto de Donetsk
Tanques com militares ucranianos próximo a Donetsk © AFP 2017/ Anatoly Stepanov

Além disso, ele adicionou que nos bairros da cidade de Krasnogorovka foi detectada "a chegada de dez caminhões de modelo antigo, que antes eram usados em países da OTAN, carregados com munições, bem como mais de 100 elementos do contingente militar do Setor de Direita [organização paramilitar nacionalista proibida na Rússia]".

As autoridades da Ucrânia iniciaram em abril de 2014 uma operação militar contra as repúblicas autoproclamadas de Lugansk e Donetsk, que declararam sua independência da Ucrânia em fevereiro de 2014. De acordo com os últimos dados da ONU, mais de 10 mil pessoas se tornaram vítimas do conflito.

A questão da regulação da situação em Donbass é discutida durante as reuniões do grupo de contato em Minsk, que já aprovou três documentos que regulam os passos para a desescalada do conflito. Mas os combates entre as partes em confronto ainda continuam.


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