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Por meio do Egito, Hamas pede a Israel que cesse fogo na Faixa de Gaza

O movimento Hamas pediu a Israel que cesse fogo por meio da mediação egípcia e prometeu interromper os confrontos na fronteira como parte do acordo, disse uma fonte política israelense à Sputnik.
Sputnik

"O Hamas teve um grande golpe ontem e o movimento pediu um cessar-fogo através do Egito, prometendo interromper o 'terror incendiário e nas cercas fronteiriças'", disse a fonte.

Segundo a mesma pessoa, Israel considera o Egito como fiador da implementação do cessar-fogo.

"Os egípcios são os garantidores nesta questão, mas em qualquer caso, o desenvolvimento da situação dependerá de ações reais. Se o Hamas violar o cessar-fogo, pagará um preço ainda maior", acrescentou a fonte.

Esses arranjos foram alcançados após bombardeios maciços das instalações do Hamas no enclave, que se seguiram ao assassinato de um soldado israelense na sexta-feira.

Este foi o segundo cessar-fogo entre Israel e o Hamas, coordenado pelo Egito nas últimas duas semanas. No último sábado, a Fo…

Premiê do Iraque pede que Curdistão anule referendo e inicie diálogo

O primeiro-ministro do Iraque, Haider Al Abadi, pediu nesta quarta-feira que as autoridades da região autônoma do Curdistão que anulem o referendo de independência, realizada na segunda-feira, e que comecem um diálogo com a Constituição como base.


EFE

"Se deve anular o referendo e entrar em um diálogo direto sob o marco da Constituição, e exigimos à região que suprima todas as consequências do referendo", disse Al Abadi durante um discurso no parlamento do Iraque.

Haider Al Abadi em foto de fevereiro de 2017. EFE/EPA/Philipp Guelland
Haider Al Abadi em foto de fevereiro de 2017. EFE/EPA/Philipp Guelland

A realização do referendo de autodeterminação do Curdistão iraquiano prejudicou as relações entre a região autônoma e Bagdá, que, em represália, exigiu assumir o controle do tráfego aéreo e das passagens terrestres, ameaçando realizar um bloqueio.

"A relação com a região do Curdistão é estabelecida pela Constituição. Por isso que não dialogaremos em absoluto sobre o resultado do referendo", afirmou o primeiro-ministro.

Al Abadi destacou que alertou as autoridades do Curdistão sobre a crise que o referendo poderia causar na região.

"Defenderemos os cidadãos curdos, como defenderemos os turcomanos, os cristãos e os árabes, tanto dentro como fora da região do Curdistão. Qualquer agressão contra um cidadão curdo é uma agressão contra todos nós", completou o premiê iraquiano.

Além disso, Al Abadi exigiu que o Curdistão devolva os territórios sob administração da região autônoma, uma referência às regiões cujo controle é disputado entre Erbil e Bagdá.

As regiões, entre as quais se destaca a rica cidade petroleira de Kirkuk, estão a província de Kirkuk, Ninawa e Diyala, administradas pelo Iraque e controladas de fato pelas forças de segurança curda, que expulsaram o Estado Islâmico da região.

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