Pular para o conteúdo principal

Postagem em destaque

Brasil comemora 20 anos do fim do conflito entre Peru e Equador

O Brasil irá comemorar nesta terça-feira os 20 anos do fim dos conflitos na fronteira entre Peru e Equador, que se prolongaram por quase 170 anos e que causaram várias guerras, tensões e enfrentamentos entre ambos os países.
EFE

Brasília - O Acordo Global e Definitivo de Paz entre Equador e Peru foi assinado em 26 de outubro de 1998 em Brasília, que voltará a ser palco de um encontro entre representantes dessas duas nações, mas agora para reafirmar "o valor e a eficácia da diplomacia e da solução pacífica de controvérsias", diz o comunicado do Ministério das Relações Exteriores.

A cerimônia contará com a participação do equatoriano José Ayala Lasso e do peruano Fernando de Trazegnies Granda, que eram os chanceleres de seus países na ocasião da assinatura e tiveram participação ativa nas negociações, e será presidido pelo ministro das Relações Exteriores Aloysio Nunes.

Segundo a nota oficial, a comemoração "também evidencia, uma vez mais, a capacidade regional de responder e…

Premiê do Iraque pede que Curdistão anule referendo e inicie diálogo

O primeiro-ministro do Iraque, Haider Al Abadi, pediu nesta quarta-feira que as autoridades da região autônoma do Curdistão que anulem o referendo de independência, realizada na segunda-feira, e que comecem um diálogo com a Constituição como base.


EFE

"Se deve anular o referendo e entrar em um diálogo direto sob o marco da Constituição, e exigimos à região que suprima todas as consequências do referendo", disse Al Abadi durante um discurso no parlamento do Iraque.

Haider Al Abadi em foto de fevereiro de 2017. EFE/EPA/Philipp Guelland
Haider Al Abadi em foto de fevereiro de 2017. EFE/EPA/Philipp Guelland

A realização do referendo de autodeterminação do Curdistão iraquiano prejudicou as relações entre a região autônoma e Bagdá, que, em represália, exigiu assumir o controle do tráfego aéreo e das passagens terrestres, ameaçando realizar um bloqueio.

"A relação com a região do Curdistão é estabelecida pela Constituição. Por isso que não dialogaremos em absoluto sobre o resultado do referendo", afirmou o primeiro-ministro.

Al Abadi destacou que alertou as autoridades do Curdistão sobre a crise que o referendo poderia causar na região.

"Defenderemos os cidadãos curdos, como defenderemos os turcomanos, os cristãos e os árabes, tanto dentro como fora da região do Curdistão. Qualquer agressão contra um cidadão curdo é uma agressão contra todos nós", completou o premiê iraquiano.

Além disso, Al Abadi exigiu que o Curdistão devolva os territórios sob administração da região autônoma, uma referência às regiões cujo controle é disputado entre Erbil e Bagdá.

As regiões, entre as quais se destaca a rica cidade petroleira de Kirkuk, estão a província de Kirkuk, Ninawa e Diyala, administradas pelo Iraque e controladas de fato pelas forças de segurança curda, que expulsaram o Estado Islâmico da região.

Postar um comentário

Postagens mais visitadas