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China: 'Relatório do Pentágono distorce nossas intenções estratégicas'

A China rejeita firmemente as conclusões do relatório do Departamento de Defesa dos EUA sobre a situação militar e de segurança no país asiático, disse em comunicado o porta-voz do Ministério da Defesa chinês, Lu Kang.
Sputnik

"Em 17 de agosto, o Departamento de Defesa dos Estados Unidos divulgou o relatório sobre a situação militar e de segurança na China, interpretando mal as intenções estratégicas da China e apresentando a chamada ‘ameaça militar chinesa' […] Os militares chineses expressam sua firme oposição a esse respeito", diz a declaração.

"As alegações do relatório dos EUA são pura especulação", disse Kang, explicando que o programa de modernização do Exército chinês se destina a defender "os interesses da soberania, segurança e desenvolvimento do país" e para "providenciar a paz, estabilidade e prosperidade globais".

O porta-voz do ministério chinês também reiterou a posição firme de seu país em relação a Taiwan, que ele definiu como u…

Presidente iraniano: EUA 'pagarão caro' caso abandonem acordo nuclear com Irã

Em entrevista à emissora CNN, o presidente iraniano, Hassan Rouhani, advertiu que os EUA "pagarão caro" se o presidente Donald Trump cumprir suas ameaças de abandonar o Plano de Ação Conjunto Global (JCPOA, sigla em inglês), o acordo nuclear com o Irã. Este acordo seria um dos temas discutidos na Assembleia Geral da ONU nesta semana em Nova York.


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Segundo Hassan Rouhani, "a saída do acordo teria um alto custo para os EUA, e não acho que os norte-americanos estejam dispostos a pagar um custo tão alto por algo que vai ser inútil para eles". O líder do Irã acrescentou que este passo "não só dará resultados para os EUA, mas vai diminuir e minar a confiança internacional depositada nos EUA".


Presidente iraniano, Hassan Rouhani
Presidente iraniano Hassan Rouhani © AFP 2017/ ATTA KENARE

O presidente iraniano ressaltou que Teerã está disposto a responder à possível retirada dos EUA do acordo e a resposta seria dada "muito rapidamente", "provavelmente em uma semana". "Se os EUA quiserem aumentar as tensões, verão a reação do Irã", disse ele.

Rouhani advertiu na entrevista que a retirada do acordo nuclear com o Irã estabeleceria um precedente diplomático. De acordo com o presidente, seria difícil convencer outros países, como a Coreia do Norte, a sentar-se à mesa de negociações com Washington, porque "eles pensariam que depois de anos de negociações e um possível acordo, a próxima administração dos EUA poderia passar por cima do mesmo ou simplesmente abandoná-lo".

Anteriormente, o líder supremo do Irã, Ali Khamenei, advertiu Washington que Teerã não será intimidada pelas ameaças do presidente Donald Trump de romper o acordo nuclear. O Irã, segundo ele, reagirá fortemente a qualquer "ação equivocada" que pode minar o JCPOA.


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