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Confira a arma secreta da China em uma eventual guerra contra os EUA

A evidência do emprego de minas marítimas na doutrina da guerra naval chinesa segue crescendo.
Sputnik

Nas fases finais da Guerra do Pacífico, os estrategistas americanos combinaram genialmente dois sistemas de armas, o revolucionário bombardeiro de longo alcance B-29 e as relativamente simples minas marítimas com explosivos magnéticos ou acústicos, causando um caos na economia e moral japoneses. O esforço para semear profusamente as águas japonesas com milhares de minas foi denominado de "Operação Fome" e esse esforço provou sua alta eficiência para pôr o Japão de joelhos. Contudo, a Marinha americana também foi vítima do emprego hábil da guerra de minas e esses casos são mais recentes.

O caso clássico provém da Guerra da Coreia, quando minas foram colocadas ao largo da Coreia do Norte, evitando que os estadunidenses realizassem uma invasão eficiente em Wonsan. Durante a Guerra do Golfo Pérsico, dois navios norte-americanos, o "Tripoli" e o "Princeton", for…

Rápido e invulnerável: novo sistema russo de defesa antimísseis (VÍDEO)

Um vídeo recém-publicado mostra o sistema de defesa antimísseis de curto alcance Sosna em ação.


Sputnik

O sistema de defesa antimísseis Sosna, cujos testes estatais foram concluídos em 2017, foi projetado para substituir o antigo sistema Strela 10. O complexo dispara mísseis guiados 9М340 de alta precisão.


Sistema de defesa antiaérea Sosna
Sistema de defesa antiaerea Sosna © Foto: KBtochmash

Voando a uma velocidade de 3.240 quilômetros por hora, este míssil é invulnerável frente aos meios óticos e eletrônicos utilizados na guerra radioeletrônica.

Cada sistema antiaéreo porta 12 mísseis, que podem ser lançados em apenas cinco segundos, com o alcance de 10 quilômetros e a uma altitude máxima de até cinco quilômetros.

A vantagem mais importante do sistema Sosna é sua grande capacidade de sobrevivência em combate, assegurada pela possibilidade de funcionar de forma oculta. É quase impossível detectá-lo pela radiação, já que o sistema transmite sinais muito fracos entre a bateria e a estação de controle.

Além disso, o Sosna é capaz de operar de forma autônoma, informa o jornal russo Rossiyskaya Gazeta.



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