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O que acontece quando desaparece um submarino como o argentino ARA San Juan

As autoridades argentinas continuam com as buscas para tentar localizar o submarino ARA San Juan, que estava em uma missão de treinamento e desapareceu na última quarta com 44 tripulantes a bordo.
BBC Brasil


A Marinha argentina revelou que, no último contato, o subcomandante afirmou que a embarcação apresentava um curto-circuito no sistema de baterias.


O submarino fazia o trajeto entre o Ushuaia, no sul do país, e a base naval de Mar del Plata, mais ao norte, quando deixou de se comunicar e sumiu dos radares. Segundo a Marinha, a tripulação teria comida e oxigênio para mais dois dias.

O governo argentino conta com a ajuda de vários países para realizar as buscas, incluindo Brasil e Estados Unidos.

Mas quais são principais dificuldades em uma operação para localizar um submarino? A BBC tenta responder a esta e a outras perguntas sobre o tema.

Por que submarinos não podem ser detectados?


Os submarinos são construídos para serem difíceis de se encontrar. O papel deles é participar, com frequênc…

Rússia alerta: Pyongyang responderá com dureza às novas sanções

A Coreia do Norte responderá com medidas mais duras às novas sanções, disse o vice-ministro das Relações Exteriores da Rússia, Igor Morgulov.


Sputnik

A embaixadora dos EUA na ONU, Nikki Haley, pediu ao Conselho de Segurança "sanções mais fortes que nos permitam resolver esse problema através da diplomacia", e informou que seu país está preparando um projeto de resolução que será posto à votação em 11 de setembro.


Lançadores múltiplos de foguetes vistos quando estavam disparando durante um treinamento em lugar desconhecido da Coreia do Norte.
Lançadores múltiplos de foguetes da Coreia do Norte © REUTERS/ KCNA

"Os EUA estão apelando para adotar novas sanções [contra a Coreia do Norte], mais duras que as anteriores, que serão seguidas de novas respostas duras por parte da Coreia do Norte”, disse Morgulov em uma reunião do Clube de Discussão Internacional Valdai, que reúne especialistas de todo o mundo.

A iniciativa dos EUA constitui um círculo vicioso que apenas agravará a situação, acrescentou ele.

De acordo com o diplomata, o mundo deve entender que "o mecanismo das sanções está praticamente esgotado".

O vice-ministro chama a reflectir sobre qual é o objetivo das sanções aplicadas à Coreia do Norte.

"Se o objetivo é asfixiar este país e levá-lo ao colapso, a Rússia não vai participar disso", acrescentou.

Para sair da crise, a Rússia propõe passar das sanções ao diálogo.

"É importante entender o que está por trás das aspirações da Coreia do Norte de possuir armas nucleares", acrescentou Morgulov.

"Os ensaios balísticos e nucleares da Coreia do Norte estão continuando, a presença militar dos EUA na zona aumenta e a retórica belicista de ambas as partes está crescendo, levando a situação à beira de um conflito armado com consequências imprevisíveis e verdadeiramente catastróficas", disse ele.


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