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O que acontece quando desaparece um submarino como o argentino ARA San Juan

As autoridades argentinas continuam com as buscas para tentar localizar o submarino ARA San Juan, que estava em uma missão de treinamento e desapareceu na última quarta com 44 tripulantes a bordo.
BBC Brasil


A Marinha argentina revelou que, no último contato, o subcomandante afirmou que a embarcação apresentava um curto-circuito no sistema de baterias.


O submarino fazia o trajeto entre o Ushuaia, no sul do país, e a base naval de Mar del Plata, mais ao norte, quando deixou de se comunicar e sumiu dos radares. Segundo a Marinha, a tripulação teria comida e oxigênio para mais dois dias.

O governo argentino conta com a ajuda de vários países para realizar as buscas, incluindo Brasil e Estados Unidos.

Mas quais são principais dificuldades em uma operação para localizar um submarino? A BBC tenta responder a esta e a outras perguntas sobre o tema.

Por que submarinos não podem ser detectados?


Os submarinos são construídos para serem difíceis de se encontrar. O papel deles é participar, com frequênc…

Rússia apoiou resolução do Conselho de Segurança contra a Coreia do Norte por 'interesses nacionais'

A Rússia respaldou a resolução do Conselho de Segurança da ONU que impõe novas sanções ao Governo da Coreia do Norte por "interesses nacionais" e porque "está presente" na região, informou nesta terça-feira o Kremlin.


EFE

"A postura adotada pela parte russa durante a votação desta resolução se deve, em primeiro lugar, aos interesses nacionais do país", disse o porta-voz do Presidente russa, Dmitri Peskov, aos jornalistas.

EFE/Andrew Gombert
EFE/Andrew Gombert

Peskov acrescentou que a Rússia "está presente" na "região onde ocorrem agora esses eventos", onde observa uma grande escalada e muita tensão.

O porta-voz do Kremlin não evitou responsabilizar pela atual crise na península o regime norte-coreano, ao qual acusou de "provocações".

Quanto às recentes reuniões do presidente Vladimir Putin com os dirigentes de China, a Coreia do Sul e Japão, Peskov afirmou que estas serviram para "tomar o pulso" no assunto.

"As nossas posturas coincidem na postura de solucionar a situação pela força e na necessidade de prosseguir sem compromissos a linha da desnuclearização da península coreana e evitar que Pyongyang obtenha armas nucleares", remarcou.

Rússia e China, com direito a veto sobre as resoluções do Conselho de Segurança, tinham expressado sua oposição a alguns dos pontos do projeto contra Pyongyang, pelo qual abriu uma rodada de negociações que levou a suavizar as medidas de pressão e a limitar as vendas de petróleo ao país ao invés de proibi-las.

Junto com as outras sanções anteriores, que fixaram um embargo das exportações de carvão, ferro, peixes e mariscos, com as medidas anunciadas agora a Coreia do Norte perderá US$ 2,7 bilhões ou 90% das suas vendas ao exterior, de acordo com estimativas dos EUA.

O máximo órgão de segurança da ONU aprovou esta resolução depois que no dia 3 Pyongyang realizou seu sexto e mais potente teste nuclear com uma bomba de hidrogênio.

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