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Exército Sírio é atacado a partir de área ocupada por EUA e FDS

Tropas do Exército Árabe Sírio que participam de uma ofensiva contra terroristas em Deir ez-Zor foram alvo de ataques lançados a partir de uma área dominada por militantes das Forças Democráticas da Síria (FDS) e unidades especiais das Forças Armadas americanas, conforme revelou o Ministério da Defesa da Rússia nesta terça-feira.
Sputnik

"No último dia, grupos de assalto das tropas governamentais sírias, com apoio da Força Aeroespacial russa, cruzaram o Eufrates e continuaram a expandir a cabeça de ponte capturada a leste de Deir ez-Zor, apesar da dura resistência dos militantes do Daesh", afirmou o porta-voz da Defesa russa, major-general Igor Konashenkov, destacando o avanço das forças de Damasco. 


Segundo o militar, as tropas leais ao presidente Bashar Assad conseguiram liberar uma área de 60 quilômetros quadrados na zona oriental, mas encontraram obstáculos.

"De acordo com relatos de comandantes sírios na linha de frente, o Exército Sírio sofre contra-ataques mais seve…

Rússia apoiou resolução do Conselho de Segurança contra a Coreia do Norte por 'interesses nacionais'

A Rússia respaldou a resolução do Conselho de Segurança da ONU que impõe novas sanções ao Governo da Coreia do Norte por "interesses nacionais" e porque "está presente" na região, informou nesta terça-feira o Kremlin.


EFE

"A postura adotada pela parte russa durante a votação desta resolução se deve, em primeiro lugar, aos interesses nacionais do país", disse o porta-voz do Presidente russa, Dmitri Peskov, aos jornalistas.

EFE/Andrew Gombert
EFE/Andrew Gombert

Peskov acrescentou que a Rússia "está presente" na "região onde ocorrem agora esses eventos", onde observa uma grande escalada e muita tensão.

O porta-voz do Kremlin não evitou responsabilizar pela atual crise na península o regime norte-coreano, ao qual acusou de "provocações".

Quanto às recentes reuniões do presidente Vladimir Putin com os dirigentes de China, a Coreia do Sul e Japão, Peskov afirmou que estas serviram para "tomar o pulso" no assunto.

"As nossas posturas coincidem na postura de solucionar a situação pela força e na necessidade de prosseguir sem compromissos a linha da desnuclearização da península coreana e evitar que Pyongyang obtenha armas nucleares", remarcou.

Rússia e China, com direito a veto sobre as resoluções do Conselho de Segurança, tinham expressado sua oposição a alguns dos pontos do projeto contra Pyongyang, pelo qual abriu uma rodada de negociações que levou a suavizar as medidas de pressão e a limitar as vendas de petróleo ao país ao invés de proibi-las.

Junto com as outras sanções anteriores, que fixaram um embargo das exportações de carvão, ferro, peixes e mariscos, com as medidas anunciadas agora a Coreia do Norte perderá US$ 2,7 bilhões ou 90% das suas vendas ao exterior, de acordo com estimativas dos EUA.

O máximo órgão de segurança da ONU aprovou esta resolução depois que no dia 3 Pyongyang realizou seu sexto e mais potente teste nuclear com uma bomba de hidrogênio.

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