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Exército sírio bombardeia terroristas restantes no sul do país (VIDEO)

O exército sírio retomou os ataques de artilharia maciços contra os terroristas restantes na região de Tulul al Safa no deserto de As-Suwayda, no sul do país, depois de eles terem violado a trégua, segundo uma fonte do Exército.
Sputnik

De acordo com uma fonte que falou com a Sputnik Árabe, na terça-feira (16), o Exército sírio e os terroristas que ocupam as colinas de Tulul al Safa firmaram um acordo de cessar-fogo, segundo o qual os combatentes da Frente al-Nusra (organização terrorista proibida na Rússia e em vários outros países) se comprometeram a entregar as armas depois de serem cercados e sem saída.


Contudo, na manhã da quarta-feira (17) os terroristas atacaram as unidades do Exército sírio. Por sua vez, os soldados repeliram o ataque com êxito e contra-atacaram. Como resultado, dezenas de militantes foram mortos ou feridos. O Exército resolveu retomar os ataques maciços com peças de artilharia apoiadas do ar, tendo como objetivo eliminar as forças terroristas restantes até a épo…

Rússia apoiou resolução do Conselho de Segurança contra a Coreia do Norte por 'interesses nacionais'

A Rússia respaldou a resolução do Conselho de Segurança da ONU que impõe novas sanções ao Governo da Coreia do Norte por "interesses nacionais" e porque "está presente" na região, informou nesta terça-feira o Kremlin.


EFE

"A postura adotada pela parte russa durante a votação desta resolução se deve, em primeiro lugar, aos interesses nacionais do país", disse o porta-voz do Presidente russa, Dmitri Peskov, aos jornalistas.

EFE/Andrew Gombert
EFE/Andrew Gombert

Peskov acrescentou que a Rússia "está presente" na "região onde ocorrem agora esses eventos", onde observa uma grande escalada e muita tensão.

O porta-voz do Kremlin não evitou responsabilizar pela atual crise na península o regime norte-coreano, ao qual acusou de "provocações".

Quanto às recentes reuniões do presidente Vladimir Putin com os dirigentes de China, a Coreia do Sul e Japão, Peskov afirmou que estas serviram para "tomar o pulso" no assunto.

"As nossas posturas coincidem na postura de solucionar a situação pela força e na necessidade de prosseguir sem compromissos a linha da desnuclearização da península coreana e evitar que Pyongyang obtenha armas nucleares", remarcou.

Rússia e China, com direito a veto sobre as resoluções do Conselho de Segurança, tinham expressado sua oposição a alguns dos pontos do projeto contra Pyongyang, pelo qual abriu uma rodada de negociações que levou a suavizar as medidas de pressão e a limitar as vendas de petróleo ao país ao invés de proibi-las.

Junto com as outras sanções anteriores, que fixaram um embargo das exportações de carvão, ferro, peixes e mariscos, com as medidas anunciadas agora a Coreia do Norte perderá US$ 2,7 bilhões ou 90% das suas vendas ao exterior, de acordo com estimativas dos EUA.

O máximo órgão de segurança da ONU aprovou esta resolução depois que no dia 3 Pyongyang realizou seu sexto e mais potente teste nuclear com uma bomba de hidrogênio.

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