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Ministro israelense ameaça devolver Líbano à 'Idade da Pedra'

Em entrevista ao portal saudita Elaph, o ministro da Inteligência de Israel, Yisrael Katz, avisou que seu país não hesitará em atacar o Líbano para deter a atividade do grupo xiita libanês Hezbollah, e ameaçou devolver o Líbano à "Idade da Pedra", informou o jornal israelense Haaretz.
Sputnik

Além disso, Katz anunciou que Israel atacará instalações militares do Irã no Líbano: "Temos informações de que o Irã está construindo fábricas de mísseis avançados no Líbano e quero enfatizar que traçamos uma linha vermelha e que não deixaremos que o faça custe o que custar", acrescentou.


Lembrando-se da Segunda Guerra do Líbano em 2006, onde Israel lutou contra o Hezbollah, Katz destacou que os eventos de 11 anos atrás serão um "piquenique" em comparação com o que Israel pode fazer agora.

"Lembro-me de como um ministro saudita disse que devolveria o Hezbollah às suas cavernas no sul do Líbano. Devolveremos o Líbano à Idade da Pedra", declarou o ministro israel…

Rússia levantará muro entre Crimeia e Ucrânia

A Rússia construirá um muro de cerca de 50 quilômetros no istmo que separa a península da Crimeia da Ucrânia, anunciou nesta quarta-feira a guarda fronteiriça deste país.


EFE

O Serviço Federal de Segurança (FSB, antiga KGB) da Rússia, do qual depende a guarda de fronteiras, prevê concluir os trabalhos neste mesmo ano, segundo explicou à agência "TASS" esse departamento.

Russos comemoram o aniversário de 3 anos da anexação da Crimeia. EFE/EPA/Maxim Shipenkov
Russos comemoram o aniversário de 3 anos da anexação da Crimeia. EFE/EPA/Maxim Shipenkov

"Neste momento, os trabalhos de engenharia na fronteira russo-ucraniana seguem seu curso segundo o previsto e a construção de um muro de 50 quilômetros no norte da Crimeia é a seguinte etapa", afirmou um porta-voz da guarda de fronteiras.

Segundo mostra a documentação publicada no site oficial de compras públicas, o muro medirá mais de dois metros de largura e terá um comprimento de 49,5 quilômetros.

A Ucrânia reiterou na terça-feira seu pedido à comunidade internacional de consolidar as medidas de pressão contra a Rússia para pôr fim à ocupação "da Crimeia e às violações de direitos humanos e liberdades fundamentais".

A península foi anexada pela Rússia em março de 2014 após a realização de um referendo não reconhecido por Kiev e nem pela comunidade internacional.

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