Pular para o conteúdo principal

Postagem em destaque

'Sangue e caos': príncipe saudita chama Trump de 'oportunista' por decisão sobre Jerusalém

O ex-chefe da inteligência saudita, o Príncipe Turki al-Faisal, criticou o reconhecimento do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de Jerusalém como a capital de Israel, em uma das mais acentuadas reações do reino aliado de Washington no Oriente Médio.
Sputnik

Em uma carta a Trump publicada em um jornal saudita nesta segunda-feira, o príncipe Turki, um ex-embaixador em Washington que agora não ocupa nenhum cargo do governo, mas continua influente, chamou a decisão de uma estratagema política doméstica que provocaria violência.


"O derramamento de sangue e o caos definitivamente seguirão sua tentativa oportunista de ganhar eleitoralmente", escreveu o príncipe Turki em uma carta publicada no jornal saudita al-Jazeera.

Trump inverteu décadas de política dos EUA e virou do consenso da crítica internacional na semana passada, reconhecendo Jerusalém como a capital de Israel. A maioria dos países diz que o status da cidade deve ser deixado para negociações entre Israel e os pales…

Rússia verá qualquer ataque dos EUA contra Coreia do Norte como ameaça à sua segurança

Qualquer tentativa dos EUA de iniciar uma guerra na Coreia do Norte, perto das fronteiras russas, será vista por Moscou como uma ação abertamente hostil contra ela "com todas as consequências derivadas", declarou o senador russo, Franz Klintsevich.


Sputnik

"Vale advertir aos EUA: qualquer tentativa de iniciar uma guerra nas proximidades das fronteiras da Rússia ameaça sua segurança, por isso será considerada por nós como ação abertamente hostil contra nosso país, com todas as consequências derivadas", declarou o vice-presidente do Comitê da Defesa e Segurança do Conselho da Federação da Rússia, Franz Klintsevich.


O Kremlin de Moscou
Kremlin, Moscou © Sputnik/ Aleksei Druzhinin / Anton Denisov

Em 26 de setembro, o presidente dos EUA, Donald Trump, comunicou que seu país está "totalmente preparado" para tomar medidas militares contra a Coreia do Norte, caso a situação entre Washington e Pyongyang se deteriore ainda mais. Ao mesmo tempo, ele admitiu que "não é a melhor opção", pois seria devastadora.

Mais cedo, o Departamento de Estado os EUA impôs sanções contra oito bancos norte-coreanos e 26 executivos, como parte da campanha de pressão econômica contra o programa nuclear norte-coreano.

Anteriormente, em seu discurso na Assembleia Geral das Nações Unidas, Trump chegou a falar em destruir totalmente a Coreia do Norte caso o governo do "homem-foguete" (Kim Jong-un) obrigasse os EUA a ter que se defender ou defender seus aliados.


Postar um comentário