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Argentina concorda em construir bases norte-americanas em seu território

O presidente da Argentina, Mauricio Macri, aprovou a construção no país de várias bases militares dos EUA, informou no sábado (21) o portal mexicano Aristegui Noticias com referência a fontes informadas.
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De acordo com o portal, trata-se de ao mínimo três bases militares a serem construídas nas províncias de Neuquén (onde fica a jazida de gás de xisto Vaca Muerta), Misiones e Tierra del Fuego, de onde se pode controlar a Antártida.

A sua criação deve ser financiada pelo Comando Sul dos EUA. Um dos principais adeptos da criação de bases seria a ministra da Segurança da Argentina, Patricia Bullrich.

Além disso, nota o portal mexicano, a ministra elogiou a chegada ao país de instrutores americanos que efetuam a preparação dos policiais argentinos antes da cúpula do G20 em novembro. Isso viola as atuais leis argentinas, porque é necessário obter a autorização do Congresso para tais ações, algo que não foi feito.

Rússia verá qualquer ataque dos EUA contra Coreia do Norte como ameaça à sua segurança

Qualquer tentativa dos EUA de iniciar uma guerra na Coreia do Norte, perto das fronteiras russas, será vista por Moscou como uma ação abertamente hostil contra ela "com todas as consequências derivadas", declarou o senador russo, Franz Klintsevich.


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"Vale advertir aos EUA: qualquer tentativa de iniciar uma guerra nas proximidades das fronteiras da Rússia ameaça sua segurança, por isso será considerada por nós como ação abertamente hostil contra nosso país, com todas as consequências derivadas", declarou o vice-presidente do Comitê da Defesa e Segurança do Conselho da Federação da Rússia, Franz Klintsevich.


O Kremlin de Moscou
Kremlin, Moscou © Sputnik/ Aleksei Druzhinin / Anton Denisov

Em 26 de setembro, o presidente dos EUA, Donald Trump, comunicou que seu país está "totalmente preparado" para tomar medidas militares contra a Coreia do Norte, caso a situação entre Washington e Pyongyang se deteriore ainda mais. Ao mesmo tempo, ele admitiu que "não é a melhor opção", pois seria devastadora.

Mais cedo, o Departamento de Estado os EUA impôs sanções contra oito bancos norte-coreanos e 26 executivos, como parte da campanha de pressão econômica contra o programa nuclear norte-coreano.

Anteriormente, em seu discurso na Assembleia Geral das Nações Unidas, Trump chegou a falar em destruir totalmente a Coreia do Norte caso o governo do "homem-foguete" (Kim Jong-un) obrigasse os EUA a ter que se defender ou defender seus aliados.


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