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Especialista: exército sírio deteve 300 militares franceses de diversas patentes

O presidente Vladimir Putin, em conversa com o presidente sírio Bashar Assad, em Sochi, declarou que, devido ao sucesso da luta antiterrorista das forças sírias e ao início do processo político, as tropas estrangeiras deveriam se retirar do território da Síria.
Sputnik

"A declaração de Vladimir Putin durante seu encontro com Bashar Assad, sobre a necessidade da retirada dos contingentes estrangeiros da Síria, arruína os sonhos dos agressores, que contam com a tentativa de realizar seus objetivos na região através de mercenários criminosos", disse à Sputnik Árabe Akram al Shalli, analista da Gestão Síria de Crise e Guerras Preventivas.

"Nas mãos do exército sírio há oficiais dos serviços de inteligência dos EUA, Grã-Bretanha, países árabes e Israel. Por exemplo, só o número de militares franceses de diversos escalões é de 300 pessoas. Notamos tentativas de exercer pressão sobre o governo sírio, inclusive para libertar os militares estrangeiros presos. Mas esses sonhos não p…

Secretário-geral da ONU: Solução militar da crise coreana será uma catástrofe

A solução militar da crise coreana seria uma catástrofe, é necessário buscar meios políticos para regularizar a situação, declarou o secretário-geral da ONU, António Guterres.


Sputnik

"Devemos condenar severamente os testes de mísseis e nucleares da Coreia do Norte, considerando a desnuclearização da península da Coreia como a nossa prioridade. Ao mesmo tempo, devemos entender que a solução militar da crise coreana será uma catástrofe. É vital fazer tudo o possível a fim de criar as condições para a iniciativa diplomática e a solução pacífica", declarou Guterres em entrevista à Sputnik.


O míssil balístico intercontinental lançado pela Coreia do Norte
Lançamento de míssil balístico intercontinental da Coreia do Norte © REUTERS/ KCNA

Ao mesmo tempo, o secretário-geral da ONU indicou que está muito preocupado com a crise em torno da Coreia do Norte:

"Acho que é vital evitar que a situação saia fora de controle. É claro que a Coreia do Norte deve observar o direito internacional e as resoluções do Conselho de Segurança [da ONU]. O mesmo devem fazer todos os Estados", destacou.

Não obstante, Guterres sublinhou que "é preciso encarar as resoluções do Conselho da Segurança não só como um instrumento fundamental de pressão sobre a Coreia do Norte, mas também como um meio para obter uma solução diplomática".

Em 3 de setembro, a Coreia do Norte declarou ter realizado um teste bem-sucedido de uma bomba de hidrogênio destinada aos seus mísseis balísticos intercontinentais.

Este foi o sexto teste atômico desde que o país se proclamou potência nuclear em 2005.
Para além disso, desde o início do ano, Pyongyang realizou 13 testes de mísseis balísticos, incluindo o lançamento de supostos mísseis intercontinentais capazes de alcançar o território dos EUA.

Em 11 de setembro, o Conselho de Segurança da ONU aprovou um novo pacote de sanções contra a Coreia do Norte, proposto pelos EUA, que afeta severamente a capacidade norte-coreana de abastecimento de combustível.

A resolução, que foi votada pelos 15 países-membros do Conselho de Segurança da ONU, estabelece um embargo às exportações de têxteis norte-coreanos e às importações pela Coreia do Norte de gás natural liquefeito e de gás natural comprimido.


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