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Águas 'quentes' da Síria: fragata russa persegue submarino nuclear dos EUA

Durante sua última missão no mar Mediterrâneo em abril passado, a fragata Admiral Essen da Marinha russa conseguiu detectar e perseguir um submarino nuclear dos EUA perto da costa síria. Essa informação foi só agora tornada pública.
Sputnik

A fragata Admiral Essen, pertencente à Frota do Mar Negro, perseguiu o submarino estadunidense da classe Ohio durante mais de duas horas, comunica o jornal russo Izvestiya, citando o Estado-Maior da Marinha russa.

A tripulação do navio russo registrou os parâmetros principais do submarino para, em seguida, os adicionar ao retrato acústico do submersível.

A fragata havia partido para o mar Mediterrâneo em março e regressou à base de Sevastopol no fim de junho. Encontrava-se na zona costeira síria quando os EUA, o Reino Unido e a França atacaram a Síria com mísseis.

Além disso, no decurso da missão, a sua tripulação realizou uma série de manobras táticas. Em particular, treinou ataques contra alvos marítimos e aéreos, combate em grupo e isolado, bem como…

Secretário-geral da ONU: Solução militar da crise coreana será uma catástrofe

A solução militar da crise coreana seria uma catástrofe, é necessário buscar meios políticos para regularizar a situação, declarou o secretário-geral da ONU, António Guterres.


Sputnik

"Devemos condenar severamente os testes de mísseis e nucleares da Coreia do Norte, considerando a desnuclearização da península da Coreia como a nossa prioridade. Ao mesmo tempo, devemos entender que a solução militar da crise coreana será uma catástrofe. É vital fazer tudo o possível a fim de criar as condições para a iniciativa diplomática e a solução pacífica", declarou Guterres em entrevista à Sputnik.


O míssil balístico intercontinental lançado pela Coreia do Norte
Lançamento de míssil balístico intercontinental da Coreia do Norte © REUTERS/ KCNA

Ao mesmo tempo, o secretário-geral da ONU indicou que está muito preocupado com a crise em torno da Coreia do Norte:

"Acho que é vital evitar que a situação saia fora de controle. É claro que a Coreia do Norte deve observar o direito internacional e as resoluções do Conselho de Segurança [da ONU]. O mesmo devem fazer todos os Estados", destacou.

Não obstante, Guterres sublinhou que "é preciso encarar as resoluções do Conselho da Segurança não só como um instrumento fundamental de pressão sobre a Coreia do Norte, mas também como um meio para obter uma solução diplomática".

Em 3 de setembro, a Coreia do Norte declarou ter realizado um teste bem-sucedido de uma bomba de hidrogênio destinada aos seus mísseis balísticos intercontinentais.

Este foi o sexto teste atômico desde que o país se proclamou potência nuclear em 2005.
Para além disso, desde o início do ano, Pyongyang realizou 13 testes de mísseis balísticos, incluindo o lançamento de supostos mísseis intercontinentais capazes de alcançar o território dos EUA.

Em 11 de setembro, o Conselho de Segurança da ONU aprovou um novo pacote de sanções contra a Coreia do Norte, proposto pelos EUA, que afeta severamente a capacidade norte-coreana de abastecimento de combustível.

A resolução, que foi votada pelos 15 países-membros do Conselho de Segurança da ONU, estabelece um embargo às exportações de têxteis norte-coreanos e às importações pela Coreia do Norte de gás natural liquefeito e de gás natural comprimido.


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