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Marinha e Aeronáutica do Brasil auxiliam buscas a submarino argentino desaparecido, diz ministro

Segundo Raul Jungmann, três navios e um avião brasileiros já foram disponibilizados. Última vez que o submarino militar com 44 pessoas a bordo manteve contato com a base foi na quarta-feira (15).
Por G1, Brasília

O ministro da Defesa, Raul Jungmann, publicou em seu perfil no Twitter neste sábado (18) que três navios da Marinha brasileira "já estão auxiliando" nas buscas a um submarino argentino que desapareceu com 44 tripulantes a bordo.

Ainda segundo o ministro, a Força Aérea Brasileira (FAB) disponibilizou um avião para também ajudar na procura pelo submarino e um segundo avião "será deslocado para apoiar as buscas do submarino argentino desaparecido" a partir deste domingo (19).

O submarino militar ARA San Juan manteve contato com a base pela última vez na manhã de quarta-feira (15), quando estava no sul do Mar Argentino, a 432 quilômetros da costa patagônica do país.

De acordo com a FAB, o primeiro avião disponibilizado pelo Brasil decolou, com 18 tripulantes, às 17…

Será que Rússia se prepara para uma guerra 'continental'?

O Kremlin está se preparando para uma “guerra à escala continental” e vai ser apoiado pela Bielorrússia, acredita o presidente ucraniano Pyotr Poroshenko.


Sputnik

"Há cada vez mais evidências de preparação para uma guerra ofensiva à escala continental", declarou o presidente da Ucrânia Pyotr Poroshenko comentando as manobras russo-bielorrussas Zapad-2017.


Exercícios militares dos soldados russos
Soldados russos em exercício militar © Foto: TOF press service

Lembrando as "ameaças" provenientes do "país inimigo" aos ucranianos, Poroshenko se esquece dos apelos constantes por parte de Moscou para que os acordos de Minsk sejam respeitados.

As histórias sobre "a ameaça russa" parecem ser mais emocionantes do que a triste realidade em que os ucranianos vivem, insatisfeitos com a vida e com as autoridades.

"Não é menos verdadeiro que a sociedade está insatisfeita com a vida e o governo", reconheceu o presidente, alegando ao mesmo tempo a "agressão externa" para justificar todos os fracassos de Kiev.

Evocar o inimigo comum parece ser, portanto, a maneira mais cómoda de sufocar a violência do conflito interno ucraniano em Donbass, uma região onde uma grande parte dos cidadãos proclama sua independência de Kiev. A verdade é que a Ucrânia está lutando contra seu próprio povo por vários anos.


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