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EUA criticam bombardeiros russos na Venezuela: "Nós mandamos navio-hospital"

O coronel Robert Manning, porta-voz do Departamento de Defesa dos Estados Unidos, criticou com veemência nesta segunda-feira o envio de bombardeiros russos à Venezuela e citou o envio de navio-hospital à região como exemplo do compromisso de Washington com a região.
EFE

Washington - "O enfoque dos EUA sobre a região difere do enfoque da Rússia. No meio da tragédia, a Rússia envia bombardeiros à Venezuela e nós mandamos um navio-hospital", declarou Manning durante uma entrevista coletiva realizada hoje no Pentágono.


O militar se referia com estas palavras ao USNS Comfort, que partiu em meados de outubro rumo à América Central e à América do Sul para oferecer ajuda sanitária aos milhares de refugiados venezuelanos amparados por diversos países da região.

"Enquanto nós oferecemos ajuda humanitária, a Rússia envia bombardeiros", lamentou Manning em referência ao envio uma esquadrilha de aviões russos, incluindo dois bombardeiros estratégicos T-160, capazes de carregar bomb…

Será que Rússia se prepara para uma guerra 'continental'?

O Kremlin está se preparando para uma “guerra à escala continental” e vai ser apoiado pela Bielorrússia, acredita o presidente ucraniano Pyotr Poroshenko.


Sputnik

"Há cada vez mais evidências de preparação para uma guerra ofensiva à escala continental", declarou o presidente da Ucrânia Pyotr Poroshenko comentando as manobras russo-bielorrussas Zapad-2017.


Exercícios militares dos soldados russos
Soldados russos em exercício militar © Foto: TOF press service

Lembrando as "ameaças" provenientes do "país inimigo" aos ucranianos, Poroshenko se esquece dos apelos constantes por parte de Moscou para que os acordos de Minsk sejam respeitados.

As histórias sobre "a ameaça russa" parecem ser mais emocionantes do que a triste realidade em que os ucranianos vivem, insatisfeitos com a vida e com as autoridades.

"Não é menos verdadeiro que a sociedade está insatisfeita com a vida e o governo", reconheceu o presidente, alegando ao mesmo tempo a "agressão externa" para justificar todos os fracassos de Kiev.

Evocar o inimigo comum parece ser, portanto, a maneira mais cómoda de sufocar a violência do conflito interno ucraniano em Donbass, uma região onde uma grande parte dos cidadãos proclama sua independência de Kiev. A verdade é que a Ucrânia está lutando contra seu próprio povo por vários anos.


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