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'Novos jogos' dos EUA: especialista comenta ataque contra exército sírio

O Pentágono negou realização de ataques da coalizão ocidental contra tropas sírias. O especialista Vladimir Fitin contou sua versão do acontecido para o serviço russo da Rádio Sputnik.
Sputnik

O Pentágono está refutando notícias quanto a ataques da Força Aérea dos EUA ou Forças Armadas da coalizão contra tropas sírias na região de Al-Bukamal.

"Não se trata de ataque efetuado pelos EUA ou pela coalizão", declarou à Sputnik o porta-voz do Pentágono, Adrian Rankine-Galloway.

Mais anteriormente, a agência de notícias síria SANA relatou que forças da coalizão internacional, lideradas pelos EUA, atacaram posições do exército sírio na província de Deir ez-Zor, deixando mortos e feridos.

Vale destacar que o representante oficial do Ministério da Defesa da Rússia, Igor Konashenkov, declarou, citando informações de alguns canais, que o Exército Livre da Síria e forças especiais dos EUA estariam preparando uma provocação com uso de substâncias químicas na província de Deir ez-Zor.

O especial…

Trump: Sanções norte-coreanas não são 'nada em comparação com que vai ainda acontecer'

Presidente dos EUA Donald Trump expressou dúvidas de que as novas sanções de Pyongyang vão ter "algum impacto" mas acrescentou que foi "bom" que a ONU tivesse aprovado a resolução dos EUA.


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"Achamos que é mais um passo pequeno, não uma coisa grande", afirmou Trump aos jornalistas no início do seu encontro com o primeiro-ministro da Malásia Najib Razak.


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Presidente dos EUA Donald Trump

"Não sei se vai ter qualquer impacto[…]mas estas sanções são nada em comparação com o que vai ainda acontecer", frisou Trump, citado pela Reuters.

Os EUA ainda não excluíram a possibilidade d uma operação militar para acabar com o desenvolvimento nuclear da Coreia do Norte, confirmou na terça (12) a Casa Branca.

"O presidente está comprometido com qualquer passo e qualquer opção disponível para ter a península da Coreia desnuclearizada", declarou a porta-voz da Casa Branca Sarah Sanders, citada pela RT.

Após uma série de compromissos de última hora, a Rússia e a China apoiaram as sanções contra a Coreia do Norte. O nono pacote de medidas restritivas da ONU contra o regime comunista ficou bastante aquém das consequências que a administração de Trump propôs após o sexto teste nuclear norte-coreano realizado em 3 de setembro.


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