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Novas incursões sauditas matam 5 civis iemenitas em Hudaydah

Pelo menos cinco civis foram mortos e vários outros ficaram feridos quando caças da Arábia Saudita realizaram uma série de ataques aéreos contra um bairro residencial na província costeira de Hudaydah, no Iêmen, enquanto o regime de Riad continua com sua campanha de bombardeio contra seu vizinho empobrecido.
Pars Today

Fontes locais, falando sob condição de anonimato, disseram à rede de televisão al-Masirah que aviões militares sauditas lançaram três ataques aéreos contra uma área no distrito de al-Hali, localizada a 150 quilômetros a sudoeste da capital Sana, na quinta-feira. tarde.


As fontes acrescentaram que cinco pessoas perderam a vida nos ataques, enquanto outras sofreram ferimentos.

Durante o dia, aviões de guerra sauditas atingiram o aeroporto de Sa'ada e a base militar de Kahlan, situada a 3 quilômetros a nordeste da cidade montanhosa do noroeste de Saada, com bombas de fragmentação.

Turquia se gaba que S-400 russos podem abater B-52, F-22 e Tomahawk norte-americanos

Por mais surpreendente que possa ser para os EUA, a Turquia, seu aliado na OTAN, enumerou as aeronaves de combate e mísseis de fabricação estadunidense vulneráveis aos S-400 russos que o país acabou de adquirir, informa o RT.


Sputnik

A agência Anadolu criou um infográfico especial que mostra as capacidades de combate dos S-400 e as armas norte-americanas que o sistema russo "pode eliminar".


Sistemas de mísseis S-400 Triumph do regimento de defesa antiaérea na cidade russa de Teodósia, na Crimeia
Sistema de defesa antiaérea S-400 Triumph © Sputnik/ Sergei Malgavko


A lista inclui os bombardeiros B-52 Stratofortress e B-1 Lancer, bem como os E-3 Sentry, mais conhecidos como AWACS. A lista também inclui meia dúzia de caças norte-americanos e aeronaves de suporte, incluindo o F-22 Raptor e o E-2 Hawkeye, e dois tipos de mísseis táticos – o míssil de cruzeiro Tomahawk e um míssil balístico não especificado, expressa o RT.

Turquia está adquirindo sistemas S-400 russos para desapontamento dos aliados da OTAN. A publicidade parece implicar que a Turquia precisa dos sistemas para se defender de países que possuem tais aeronaves. Eles seriam os EUA e seus aliados, entre os quais estão vizinhos da Turquia – Israel, Arábia Saudita e outros reinos do Golfo.

A OTAN e aliados individuais, incluindo os EUA, criticaram a Turquia pela sua escolha do sistema de mísseis desenvolvido na Rússia, em vez de um produzido por países membros da aliança militar como, por exemplo, os Patriot PAC-3 norte-americanos.

"O que esperam? Nós deveríamos aguardar por vocês? Nós cuidamos de nós mesmos em qualquer ponto relacionado com a segurança. Estamos a tomar precauções e vamos continuar fazendo isso", afirmou o presidente turco Recep Tayyip Erdogan.




Parece que as visões de Ancara se distinguem das da OTAN em uma série de assuntos. A Turquia não concorda com Washington sobre o apoio dos militantes curdos na Síria e no Iraque, porque considera-os uma grande ameaça para si. Os EUA também recusaram satisfazer o pedido do governo turco de extraditar Gulen, acusado de ter organizado a tentativa de golpe de estado na Turquia em 2016.

A Turquia está também em divergência com países europeus, nomeadamente Alemanha, que está acusando o país de violar os direitos humanos e avançar para um regime de ditadura.


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