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Ministro israelense ameaça devolver Líbano à 'Idade da Pedra'

Em entrevista ao portal saudita Elaph, o ministro da Inteligência de Israel, Yisrael Katz, avisou que seu país não hesitará em atacar o Líbano para deter a atividade do grupo xiita libanês Hezbollah, e ameaçou devolver o Líbano à "Idade da Pedra", informou o jornal israelense Haaretz.
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Além disso, Katz anunciou que Israel atacará instalações militares do Irã no Líbano: "Temos informações de que o Irã está construindo fábricas de mísseis avançados no Líbano e quero enfatizar que traçamos uma linha vermelha e que não deixaremos que o faça custe o que custar", acrescentou.


Lembrando-se da Segunda Guerra do Líbano em 2006, onde Israel lutou contra o Hezbollah, Katz destacou que os eventos de 11 anos atrás serão um "piquenique" em comparação com o que Israel pode fazer agora.

"Lembro-me de como um ministro saudita disse que devolveria o Hezbollah às suas cavernas no sul do Líbano. Devolveremos o Líbano à Idade da Pedra", declarou o ministro israel…

Ucrânia continua procurando obter armas letais, desta vez do Canadá

O primeiro-ministro do Canadá, Justin Trudeau, não descartou a possibilidade de o seu país fornecer armas letais a Kiev.


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Por sua vez, o presidente da Ucrânia, Pyotr Poroshenko, afirmou que o Canadá pode desempenhar um papel importante no que se trata de "garantir a paz" em Donbass. Vale destacar que a conversa foi realizada no dia seguinte após os EUA terem recusado entregar essas armas a Kiev. 


O presidente da Ucrânia Pyotr Poroshenko e o primeiro-ministro canadense Justin Trudeau
Primeiro-ministro canadense Justin Trudeau e o presidente da Ucrânia Pyotr Poroshenko © AP Photo/ Efrem Lukatsky

De acordo com a edição Globe and Mail, Justin Trudeau comunicou que o seu governo vai estudar a possibilidade de incluir a Ucrânia na lista de países que recebem exportações canadenses de armas letais. Atualmente, na lista há 39 países. De acordo com Trudeau, para isso é preciso reunir "certas condições".

O premier frisou também que, em 2016, o Canadá aumentou o número de seus representantes nas missões da Organização para a Segurança e Cooperação na Europa, uma estrutura que monitora o cumprimento dos Acordos de Minsk.

"O Canadá continuará ajudando a Ucrânia a proteger sua soberania", prometeu Trudeau.

Na sexta-feira (23), depois do encontro com o presidente norte-americano Donald Trump, o líder ucraniano afirmou que Washington não vai fornecer armas letais ao seu país. Anteriormente, Pyotr Poroshenko afirmara que o Senado dos EUA tinha aprovado alocação de US $ 500 milhões (R$ 1,57 bilhões) a Kiev para garantir a segurança e defesa da Ucrânia. Ele sublinhou que o projeto de lei previa o fornecimento à Ucrânia de armas letais defensivas. Entretanto, Washington não confirmou oficialmente essa informação.


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