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Especialista: exército sírio deteve 300 militares franceses de diversas patentes

O presidente Vladimir Putin, em conversa com o presidente sírio Bashar Assad, em Sochi, declarou que, devido ao sucesso da luta antiterrorista das forças sírias e ao início do processo político, as tropas estrangeiras deveriam se retirar do território da Síria.
Sputnik

"A declaração de Vladimir Putin durante seu encontro com Bashar Assad, sobre a necessidade da retirada dos contingentes estrangeiros da Síria, arruína os sonhos dos agressores, que contam com a tentativa de realizar seus objetivos na região através de mercenários criminosos", disse à Sputnik Árabe Akram al Shalli, analista da Gestão Síria de Crise e Guerras Preventivas.

"Nas mãos do exército sírio há oficiais dos serviços de inteligência dos EUA, Grã-Bretanha, países árabes e Israel. Por exemplo, só o número de militares franceses de diversos escalões é de 300 pessoas. Notamos tentativas de exercer pressão sobre o governo sírio, inclusive para libertar os militares estrangeiros presos. Mas esses sonhos não p…

Vladimir Putin: Rússia não reconhece estatuto nuclear da Coreia do Norte

O presidente russo Vladimir Putin declarou, durante as negociações com o presidente da Coreia do Sul Moon Jae-in, que a Rússia não reconhece o estatuto nuclear de Pyongyang.


Sputnik

"Confirmei a nossa posição de princípio ao senhor Moon Jae-in – não reconhecemos o estatuto nuclear da Coreia do Norte", comunicou Putin. 


Kim Jong-un observa míssil balístico de longo alcance Hwasong-12.
Kim Jong-un observa o míssil balístico de longo alcance Hwasong-12 © REUTERS/ KCNA

O líder russo precisou que o programa nuclear de Pyongyang viola a resolução do Conselho de Segurança da ONU.

"É impossível resolver os problemas da Península da Coreia só com sanções e pressão. Não devemos reagir de forma excessivamente emocional e encurralar a Coreia do Norte", sublinhou o presidente russo.

Pyongyang confirmou a realização de um teste bem-sucedido de uma bomba de hidrogênio, que pode ser instalada em mísseis balísticos intercontinentais. A comunidade internacional ficou dividida: Japão, Coreia do Sul e EUA buscam respostas, inclusive militares; Rússia e China continuam assegurando que o diálogo é a única solução para a crise.


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