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Exército sírio bombardeia terroristas restantes no sul do país (VIDEO)

O exército sírio retomou os ataques de artilharia maciços contra os terroristas restantes na região de Tulul al Safa no deserto de As-Suwayda, no sul do país, depois de eles terem violado a trégua, segundo uma fonte do Exército.
Sputnik

De acordo com uma fonte que falou com a Sputnik Árabe, na terça-feira (16), o Exército sírio e os terroristas que ocupam as colinas de Tulul al Safa firmaram um acordo de cessar-fogo, segundo o qual os combatentes da Frente al-Nusra (organização terrorista proibida na Rússia e em vários outros países) se comprometeram a entregar as armas depois de serem cercados e sem saída.


Contudo, na manhã da quarta-feira (17) os terroristas atacaram as unidades do Exército sírio. Por sua vez, os soldados repeliram o ataque com êxito e contra-atacaram. Como resultado, dezenas de militantes foram mortos ou feridos. O Exército resolveu retomar os ataques maciços com peças de artilharia apoiadas do ar, tendo como objetivo eliminar as forças terroristas restantes até a épo…

Vladimir Putin: Rússia não reconhece estatuto nuclear da Coreia do Norte

O presidente russo Vladimir Putin declarou, durante as negociações com o presidente da Coreia do Sul Moon Jae-in, que a Rússia não reconhece o estatuto nuclear de Pyongyang.


Sputnik

"Confirmei a nossa posição de princípio ao senhor Moon Jae-in – não reconhecemos o estatuto nuclear da Coreia do Norte", comunicou Putin. 


Kim Jong-un observa míssil balístico de longo alcance Hwasong-12.
Kim Jong-un observa o míssil balístico de longo alcance Hwasong-12 © REUTERS/ KCNA

O líder russo precisou que o programa nuclear de Pyongyang viola a resolução do Conselho de Segurança da ONU.

"É impossível resolver os problemas da Península da Coreia só com sanções e pressão. Não devemos reagir de forma excessivamente emocional e encurralar a Coreia do Norte", sublinhou o presidente russo.

Pyongyang confirmou a realização de um teste bem-sucedido de uma bomba de hidrogênio, que pode ser instalada em mísseis balísticos intercontinentais. A comunidade internacional ficou dividida: Japão, Coreia do Sul e EUA buscam respostas, inclusive militares; Rússia e China continuam assegurando que o diálogo é a única solução para a crise.


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