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Rússia: EUA provocaram combates em Idlib para impedir o avanço sírio em Deir ez-Zor

Os militantes da Frente al-Nusta iniciaram uma ampla ofensiva contra as posições das tropas sírias ao norte e nordeste da cidade de Hama, na zona de desescalada de Idlib, informou o ministério da Defesa da Rússia nesta quarta-feira.
Sputnik

Segundo o ministério russo, a ofensiva terrorista foi uma manobra dos serviços de inteligência dos EUA para impedir o avanço das tropas sírias em Deir ez-Zor.


Os militantes da Frente al-Nusta iniciaram uma ampla ofensiva contra as posições das tropas sírias ao norte e nordeste da cidade de Hama, na zona de desescalada de Idlib.

"Apesar dos acordos assinados no dia 15 de setembro em Astana, os combatentes da Frente al-Nusra e seus aliados, que se negaram a cumprir as condições do regime de cessar-fogo, iniciaram uma ampla ofensiva contra as tropas governamentais, a partir das 8hs da manhã do dia 19 de setembro, ao norte e nordeste da cidade de Hama, na zona de desescalada de Idlib", informa o comunicado.

Durante o dia, os terroristas conseguira…

Vladimir Putin: Rússia não reconhece estatuto nuclear da Coreia do Norte

O presidente russo Vladimir Putin declarou, durante as negociações com o presidente da Coreia do Sul Moon Jae-in, que a Rússia não reconhece o estatuto nuclear de Pyongyang.


Sputnik

"Confirmei a nossa posição de princípio ao senhor Moon Jae-in – não reconhecemos o estatuto nuclear da Coreia do Norte", comunicou Putin. 


Kim Jong-un observa míssil balístico de longo alcance Hwasong-12.
Kim Jong-un observa o míssil balístico de longo alcance Hwasong-12 © REUTERS/ KCNA

O líder russo precisou que o programa nuclear de Pyongyang viola a resolução do Conselho de Segurança da ONU.

"É impossível resolver os problemas da Península da Coreia só com sanções e pressão. Não devemos reagir de forma excessivamente emocional e encurralar a Coreia do Norte", sublinhou o presidente russo.

Pyongyang confirmou a realização de um teste bem-sucedido de uma bomba de hidrogênio, que pode ser instalada em mísseis balísticos intercontinentais. A comunidade internacional ficou dividida: Japão, Coreia do Sul e EUA buscam respostas, inclusive militares; Rússia e China continuam assegurando que o diálogo é a única solução para a crise.


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