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Radicais sírios estariam recebendo armamento dos EUA através da fronteira com Jordânia

Enquanto o exército sírio parece estar pronto para uma grande ofensiva na província de Daraa, os grupos radicais que operam na região estariam recebendo grandes remessas de material bélico "Made in USA".
Sputnik

Os grupos militantes que atuam no sul da Síria receberam uma grande quantidade de armas e munições fabricadas nos EUA, incluindo mísseis antitanque TOW, informou a agência de notícias FARS.

De acordo com a FARS, o armamento foi entregue através da fronteira com a Jordânia no âmbito de um novo plano dos EUA para assegurar mais apoio a estes grupos na Síria.

A agência informou também que os grupos militantes na província de Daraa começaram a se preparar para impedir a ofensiva do exército sírio.

No início deste mês, o exército sírio intensificou as ações no sudoeste do país, controlado por radicais, perto da fronteira com a Jordânia e as Colinas de Golã, ocupadas por Israel.

O Ministério da Defesa da Rússia acrescentou que as forças do governo sírio, apoiadas por um grande a…

Washington e Seul vão considerar 'todas as opções de resposta militar' à Coreia do Norte

A liderança militar dos EUA e da Coreia do Sul acordaram considerar "todas as opções de resposta militar" em relação à Coreia do Norte após o sexto ensaio nuclear de Pyongyang.


Sputnik

O acordo foi alcançado durante uma conversa telefónica entre o presidente do Estado-Maior Conjunto dos EUA, o general Joseph Dunford, e seu homólogo sul-coreano Jeong Kyeong-doo.


Lançamento de mísseis durante treinamentos conjuntos entre EUA e Coreia do Sul (foto de arquivo)
Lançamento de míssil durante exercício militar entre a Coreia do Sul e os EUA © AP Photo/ Ministério da Defesa da Coreia do Sul

"As partes acordaram que a aliança dos EUA e da Coreia do Sul vai discutir todas as opções de resposta militar [contra a Coreia do Norte]", citou a agência Yonhap os representantes da liderança militar sul-coreana.

A Coreia do Norte declarou este domingo (3) ter realizado um teste bem-sucedido de uma bomba de hidrogênio, destinada aos mísseis balísticos intercontinentais. A ordem de realizar o teste foi dada pelo líder norte-coreano, Kim Jong-un. De acordo com Pyongyang, o teste não provocou fuga de radiação ou outros efeitos negativos para o meio-ambiente.

Os governos do Japão e Coreia do Sul convocaram reuniões de emergência de seus conselhos de Segurança Nacional. O primeiro-ministro do Japão, Shinzo Abe, ordenou que o governo japonês faça uma coleta e análise de informações sobre o teste nuclear da Coreia do Norte, em cooperação com autoridades relevantes dos EUA, Coreia do Sul, China e Rússia. De acordo com o ministro das Relações Exteriores do Japão, Taro Kono, Tóquio enviou uma nota de protesto a Pyongyang e tem a intenção de convocar uma reunião de emergência do Conselho de Segurança da ONU.

A Coreia do Sul declarou, por sua vez, que vai insistir na adoção de novas sanções contra a Coreia do Norte pelo Conselho de Segurança da ONU e está discutindo a instalação de potentes armas estratégicas norte-americanas em resposta ao sexto ensaio nuclear de Pyongyang.


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