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Oficial do Hezbollah: nossos mísseis podem atingir qualquer ponto de Israel

O Hezbollah é capaz de atingir qualquer ponto em Israel com seus mísseis, disse Sheikh Naim Qassem, secretário-geral adjunto do movimento libanês Hezbollah em entrevista ao jornal iraniano al-Vefagh.
Sputnik

"Não há um único ponto nos territórios ocupados fora do alcance dos mísseis do Hezbollah", disse Qassem.


Segundo o alto funcionário, os mísseis servem para impedir Israel de iniciar outra guerra com o Líbano, expondo a "frente israelense".

Qassem comentou também a guerra na Síria, onde o Hezbollah desempenhou um papel ativo na assistência ao governo sírio contra vários agrupamentos terroristas, incluindo o Daesh e Frente al-Nusra (grupos terroristas proibidos na Rússia). O funcionário elogiou as vitórias alcançadas contra os terroristas, mas criticou os EUA por sua suposta obstrução ao processo de paz.

As tensões entre Tel Aviv e o movimento libanês xiita Hezbollah aumentaram em 4 de dezembro depois que as tropas israelenses lançaram a operação Northern Shield, dest…

Washington e Seul vão considerar 'todas as opções de resposta militar' à Coreia do Norte

A liderança militar dos EUA e da Coreia do Sul acordaram considerar "todas as opções de resposta militar" em relação à Coreia do Norte após o sexto ensaio nuclear de Pyongyang.


Sputnik

O acordo foi alcançado durante uma conversa telefónica entre o presidente do Estado-Maior Conjunto dos EUA, o general Joseph Dunford, e seu homólogo sul-coreano Jeong Kyeong-doo.


Lançamento de mísseis durante treinamentos conjuntos entre EUA e Coreia do Sul (foto de arquivo)
Lançamento de míssil durante exercício militar entre a Coreia do Sul e os EUA © AP Photo/ Ministério da Defesa da Coreia do Sul

"As partes acordaram que a aliança dos EUA e da Coreia do Sul vai discutir todas as opções de resposta militar [contra a Coreia do Norte]", citou a agência Yonhap os representantes da liderança militar sul-coreana.

A Coreia do Norte declarou este domingo (3) ter realizado um teste bem-sucedido de uma bomba de hidrogênio, destinada aos mísseis balísticos intercontinentais. A ordem de realizar o teste foi dada pelo líder norte-coreano, Kim Jong-un. De acordo com Pyongyang, o teste não provocou fuga de radiação ou outros efeitos negativos para o meio-ambiente.

Os governos do Japão e Coreia do Sul convocaram reuniões de emergência de seus conselhos de Segurança Nacional. O primeiro-ministro do Japão, Shinzo Abe, ordenou que o governo japonês faça uma coleta e análise de informações sobre o teste nuclear da Coreia do Norte, em cooperação com autoridades relevantes dos EUA, Coreia do Sul, China e Rússia. De acordo com o ministro das Relações Exteriores do Japão, Taro Kono, Tóquio enviou uma nota de protesto a Pyongyang e tem a intenção de convocar uma reunião de emergência do Conselho de Segurança da ONU.

A Coreia do Sul declarou, por sua vez, que vai insistir na adoção de novas sanções contra a Coreia do Norte pelo Conselho de Segurança da ONU e está discutindo a instalação de potentes armas estratégicas norte-americanas em resposta ao sexto ensaio nuclear de Pyongyang.


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