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Putin passa para Trump a responsabilidade de resolver conflito na Síria

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, passou a bola para que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, seja o responsável por resolver o conflito na Síria.
EFE

Helsinque - Em entrevista coletiva conjunta realizada nesta segunda-feira, em Helsinque, após a primeira cúpula entre os dois líderes, Putin também deu para Trump uma bola oficial da Copa do Mundo.

"No que se refere ao fato de a bola da Síria estar no nosso telhado, senhor presidente, o senhor acaba de dizer que organizamos com sucesso o Mundial de Futebol. Portanto, quero agora entregar esta bola. Agora, a bola está do seu lado", disse Putin.

O presidente russo fazia uma referência a uma frase do secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, que havia afirmado que a bola para resolver o conflito na Síria estava no telhado do Kremlin.

Trump agradeceu pelo presente e disse estar confiante de que EUA, México e Canadá organizarão em 2026 uma Copa do Mundo tão bem-sucedida como a da Rússia.

Na sequência, o presidente americ…

7 opções militares, 300 mil mortos e US$ 1,4 tri: EUA detalham guerra com Coreia do Norte

Um relatório enviado a parlamentares do Congresso dos Estados Unidos, na última sexta-feira, apontou detalhes a respeito dos planos, gastos e perdas que ocorreriam em caso de uma guerra contra a Coreia do Norte.


Sputnik

Segundo o documento, noticiado pela agência sul-coreana Yonhap, são listadas ao menos sete opções militares para lidar com Pyongyang, que preocupa os EUA em razão do avanço dos seus programas de mísseis balísticos e nuclear.


Lançamento de míssil balístico intercontinental, EUA
Lançamento de míssil balístico intercontinental dos EUA © REUTERS/ Lucy Nicholson

O Serviço de Pesquisa do Congresso listou opções que vão desde o reforço da contenção e da dissuasão, passando por uma mudança de governo na Coreia do Norte, e chegando até a uma retirada completa das tropas dos EUA da Coreia do Sul.

As demais opções mencionadas no relatório são militares, "negando (à Coreia do Norte) a aquisição de sistemas capazes de ameaçar os EUA", seja derrubando todos os mísseis de testes de Pyongyang, ou eliminando os mísseis balísticos intercontinentais (ICBMs, na sigla em inglês) e as instalações associadas – incluindo as nucleares.

Tais iniciativas militares teriam efeitos colaterais, conforme pontuou o documento apresentado aos congressistas estadunidenses. Uma estimativa inicial de mortos aponta para até 300 mil vítimas apenas nos primeiros dias de guerra, e considerando que Pyongyang não use armas nucleares.

"Uma escalada de um conflito militar na península poderia afetar mais de 25 milhões de pessoas de cada lado da fronteira, incluindo pelo menos 100 mil cidadãos dos EUA (algumas estimativas chegam a 500 mil)", apontou o relatório. "Mesmo que (a Coreia do Norte) use apenas suas munições convencionais, as estimativas variam entre 30 mil e 300 mil mortos nos primeiros dias de luta".

Com um potencial de de disparar 10 mil rodadas de artilharia por minuto em Seul, a Coreia do Norte poderia ainda lançar mísseis contra o Japão, incluindo contra estações militares mantidas pelos EUA em território japonês, destacou o documento.

Tão preocupante quanto a perda de vidas é o tamanho dos custos de uma guerra na península. Segundo o relatório, os gastos de uma guerra convencional poderiam atingir até 70% do Produto Interno Bruto (PIB) da Coreia do Sul, que foi de US$ 1,4 trilhão no ano passado, segundo o relatório, citando um estudo de 2010 do grupo de pesquisa RAND.


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