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Defesa russa: avião Il-20 foi derrubado por mísseis sírios S-200

De acordo com o ministério russo, o sistema de defesa aérea sírio tentava atacar um avião de Israel. No entanto, a tripulação israelense fez uma manobra especial para se proteger, e o míssil acabou atingindo acidentalmente o avião russo Il-20.
Sputnik

O avião Il-20 desapareceu dos radares em 17 de setembro, por volta das 23h do horário de Moscou, (17h em Brasília) durante o retorno planejado à base aérea de Hmeymim, acima do território do mar Mediterrâneo, a 35 quilômetros da costa da Síria, informou o comunicado do Ministério da Defesa da Rússia. O represente oficial da Defesa russa, Igor Konashenkov sublinhou que os aviões israelenses "propositalmente criaram uma situação perigosa para navios e aviões nessa região".

Na opinião dele, para evitar o ataque sírio, a tripulação israelense acabou tornando o Ilyushin-20 alvo de ataque.

"Ao tentarem proteger-se com ajuda do avião russo, os pilotos israelenses o puseram debaixo de fogo do sistema de defesa antiaérea da Síria"…

Alemanha, Reino Unido e França apelam aos EUA para que não saiam do acordo nuclear

Alemanha, um membro do grupo P5+1 que alcançou o acordo em relação ao programa nuclear do Irã, apelou aos Estados Unidos para que desistam de abandonar o acordo em meio aos rumores sobre possível saída dos EUA, provocados pelas afirmações do presidente Donald Trump.


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A Alemanha, o Reino Unido, e a França pedem para que EUA não abandonem o acordo nuclear, segundo um comunicado emitido por Berlim.


Lançamento de míssil realizado pelo Irã, foto de arquivo
Lançamento de míssil iraniano © AFP 2017/ AMIN KHOROSHAHI / ISNA

Segundo o ministro das Relações Exteriores da Alemanha, Sigmar Gabriel, Berlim está segura de que o Irã cumpre o acordo nuclear, o que confirma a Agência Internacional de Energia Atômica. 


"Receamos que os sinais vindos dos EUA" sugiram que o presidente dos EUA Donald Trump venha a rejeitar o acordo nuclear.

O chefe da diplomacia alemã afirmou também que a situação com a segurança pode piorar caso Washington saia do acordo, acrescentando que isso causa preocupações.

Gabriel também disse que uma possível ação de Washington pode prejudicar a resolução da crise coreana, pois é duvidoso que Pyongyang aceite um acordo caso algo semelhante falhe com o Irã.

O anúncio foi feito em meio aos rumores sobre possível saída dos EUA do acordo, provocados pela recente afirmação de Trump. Na quinta-feira passada (5), o presidente norte-americano intrigou os jornalistas durante uma cúpula militar, quando ele e líderes militares do país estavam sendo fotografados, descrevendo o tempo como "calmaria antes da tempestade".

A frase suscitou especulações na mídia sobre abandono do acordo nuclear pelos EUA, enquanto o The Washington Post noticiou, citando oficiais anônimos, que Trump vai revogar o acordo internacional com o Irã em uma semana, pois não corresponde aos interesses nacionais dos Estados Unidos.

No sábado (7), o Irã outra vez defendeu o acordo nuclear enquanto o presidente iraniano disse que Donald Trump não pode mudar o fato de o acordo ser "irreversível". O Kremlin, por sua vez, comentou na segunda-feira (9), que a possível saída dos EUA do acordo nuclear terá consequências negativas. Mais cedo, forte apoio ao acordo foi expresso pela China.

O Plano de Ação Conjunto Global, frequentemente referido como acordo nuclear iraniano, foi assinado em julho de 2015 pelo Irã e pelo grupo P5+1 constituído pelos EUA, Rússia, China, França e Reino Unido mais Alemanha após anos de negociações.

Donald Trump chamou o acordo, atingido durante presidência de Barack Obama, de "vergonha" para os Estados Unidos durante seu discurso perante a Assembleia geral da ONU, criticando-o repetidamente durante sua campanha eleitoral.

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