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No decorrer da operação Ramo de Oliveira será criada zona de segurança na Síria

O primeiro-ministro turco Binali Yildirim anunciou a criação, durante a operação militar turca na província síria de Afrin, de uma faixa de segurança de 30 quilômetros.
Sputnik

O premiê, citado pela emissora Haberturk, adiantou também que a operação seria efetuada em quatro etapas.


"A operação vai decorrer em 4 etapas com o objetivo de criar uma faixa de segurança de 30 quilômetros, que será limpa de terroristas", disse o político, citado pela emissora NTV.

Yildirim adiantou que até agora não há mortos ou feridos entre o contingente turco que realiza a operação.

Mais cedo, o Estado-Maior da Turquia anunciou o início da operação "Ramo de Oliveira" contra os grupos curdos na província síria de Afrin, que começou precisamente às 14h00 locais (12h00 no horário de Brasília). De acordo com a entidade militar, a operação conta com a participação de 72 aviões, enquanto 108 dos 113 alvos planejados já foram eliminados. Há poucos dias, o premiê turco, Binali Yildirim, havia avanç…

Analistas militares enumeram 5 regiões onde se pode despoletar Terceira Guerra Mundial

O senador norte-americano Bob Corker avisou que Donald Trump pode fazer os EUA "seguirem pelo caminho da Terceira Guerra Mundial" e que existe a probabilidade de ele não estar muito enganado, expressa o RT.


Sputnik

Os analistas militares da Afronbladet estão convencidos que, se em 2018 se iniciar a Terceira Guerra Mundial, existem pelo menos 5 regiões onde ela se pode desencadear, informa o RT.


Imagem artística da terceira guerra mundial
© Foto: Pixabay

Coreia do Norte

A Coreia do Norte está testando armas nucleares e desenvolvendo novos tipos de mísseis. O líder norte-coreano Kim Jong-un está trocando ameaças com o presidente norte-americano Donald Trump, que prometeu conter a Coreia do Norte com "fogo e fúria". Os aliados dos EUA são o Japão e a Coreia do Sul que também sentem a ameaça de Pyongyang, enquanto Kim Jong-un recebe apoio da China.

"A zona mais problemática em perspectiva de curto prazo é a península da Coreia. Ao mesmo tempo, a probabilidade de a China defender a Coreia do Norte é muito pequena. Isso vai ter lugar só se surgir uma ameaça aos interesses da China, se os EUA deslocarem as tropas para as fronteiras chinesas", afirma Niklas Swanstrom, o chefe do Instituto de Política de Segurança e Desenvolvimento.

Mar do Sul da China

De acordo com outro analista citado pela Afronbladet, Isak Svensson, esta região é um dos maiores centros de tensão.

"A probabilidade de alguma coisa acontecer é pequena, mas se acontecer, as consequências vão ser catastróficas. Aí há armas nucleares e alianças entre vários países", afirmou Svensson.

A tensão cresce em torno de uma centena de ilhas pequenas e escolhos perto da China, Vietnã, Filipinas e Malásia disputados entre estes países. Além disso, cresce a tensão nas relações entre os EUA e a China devido ao desafio à hegemonia norte-americana por parte da China.

Índia-Paquistão

Já houve várias guerras entre a Índia e o Paquistão pela disputada província de Kashmir.

"As relações entre a índia e o Paquistão estão sempre tensas. É pouco provável que agora haja uma escalada grave, mas também não há nenhum fator que aponte para a possibilidade de uma aproximação no futuro", afirma Svensson.

Segundo indica a edição, ambos os países são potências nucleares que possuem mais de 100 ogivas nucleares casa uma.

Índia-China

De acordo com a edição, a fronteira entre a Índia e a China sempre foi objeto de disputas. Segundo os analistas, existe o risco de um conflito, apesar do fato de a situação na fronteira entre os dois países se ter normalizado.

"A única situação que pode levar a uma guerra de grande escala é se a Índia reconhecer a independência do Tibete e começar apoiando o movimento armado do Tibete que está lutando contra a China", sublinhou Niklas Swanstrom, acrescentando que acha que esse é um cenário pouco provável.

Países do Báltico

Segundo acha Niklas Granholm, analista militar do Instituto de Defesa Total, um dos maiores riscos de conflito são as ambições crescentes da Rússia contra a Europa. De acordo com Svensson, as minorias étnicas russas que vivem na região podem se tornar o motivo para conflito.

Os analistas afirmam que a Rússia mostrou que vai defender as suas minorias étnicas como foi no caso da Ucrânia, por isso existe o risco da intervenção russa nos Países Bálticos no caso de haver uma crise interna em um dos países.


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