Pular para o conteúdo principal

Postagem em destaque

Países muçulmanos reconhecem Jerusalém como capital do Estado da Palestina

Os países da Organização para a Cooperação Islâmica (OCI) acordaram nesta quarta-feira reconhecer Jerusalém Oriental como capital do Estado da Palestina e convidaram as outras nações a fazer o mesmo, em resposta à decisão dos EUA de declarar Jerusalém como capital de Israel.
EFE

"Declaramos Jerusalém Oriental como capital do Estado da Palestina e convidamos todos os países a reconhecer o Estado da Palestina com Jerusalém Oriental como sua capital ocupada", indica a minuta da declaração preparada nesta quarta-feira em Istambul por esta organização, formada por 57 países de maioria muçulmana.


A OCI, formada por 57 países de maioria muçulmana, inclui desde sua fundação em 1969 a Palestina como membro pleno, com sua capital em Jerusalém.

O documento, apresentado pelos "reis, chefes de Estado e de Governo dos Estados membros da Organização para a Cooperação Islâmica (OCI)", apresenta em 23 pontos a postura do mundo muçulmano perante a decisão dos EUA.

Nesse texto, a OCI &quo…

'Apenas uma coisa vai funcionar', diz Trump sobre Coreia do Norte

Presidente americano e governo da Coreia do Norte travam guerra verbal que se tornou frequente nos últimos meses.


Por G1

O presidente norte-americano Donald Trump usou o Twitter neste sábado (7) para criticar a relação das administrações passadas com a Coreia do Norte e disse que "apenas uma coisa vai funcionar" para diminuir as tensões com o país, sem especificar o que seria.

Homem observa imagem do presidente americano, Donald Trump, e do líder norte-coreano, Kim Jong-un, em Seul, na Coreia do Sul  (Foto: Ahn Young-joon/ AP)
Homem observa imagem do presidente americano, Donald Trump, e do líder norte-coreano, Kim Jong-un, em Seul, na Coreia do Sul (Foto: Ahn Young-joon/ AP)

"Presidentes e suas administrações têm conversado com a Coreia do Norte há 25 anos, acordos feitos e uma enorme quantidade de dinheiro paga não funcionaram, acordos foram violados antes que a tinta secasse, fazendo os negociadores dos EUA de tolos. Desculpe, mas apenas uma coisa vai funcionar", disse o presidente pelo Twitter.

Há uma semana, Trump disse que o secretário de Estado norte-americano, Rex Tillerson, estava perdendo tempo ao tentar negociar com o líder da Coreia do Norte, Kim Jong Un, a quem ele chama de "Little Rocket Man" (Pequeno Homem do Foguete, em tradução livre).

Tillerson tinha declado que os Estados Unidos abriram "canais de comunicação" com a Coreia do Norte e avaliam se o regime de Kim Jong-un está disposto a dialogar sobre seu programa nuclear.

EUA x Coreia do Norte

A Coreia do Norte diz que está desenvolvendo um míssil que seja capaz de atingir o território americano. Em julho, o país testou o lançamento de um míssil balístico intercontinental que especialistas acreditam poder alcançar o Alasca, mas não os estados americanos mais ao sul do continente. Pyongyang diz que o míssil pode carregar uma grande ogiva nuclear.

Além disso, o presidente dos EUA, Donald Trump, e o governo norte-coreano travam uma guerra verbal em torno do programa nuclear e do lançamento de mísseis, que se tornou mais frequente nos últimos meses.

O ministro de Relações Exteriores da norte-coreano chegou a afirmar que os Estados Unidos declararam guerra contra o seu país ao afirmar que ele e Kim Jong-Um não ficariam no poder por muito mais tempo. O governo americano nega.

A troca de insultos não parou. O norte-coreano atacou duramente o mandatário americano, chamando-o de "um transtornado mental que está repleto de megalomania", em fala na Assembleia Geral da ONU. Dias antes, Trump afirmou em sua estreia na ONU que destruiria o país se não tivesse escolha.

A Coreia do Norte também já ameaçou usar armas nucleares para "afundar" o Japão e reduzir os Estados Unidos a "cinzas e escuridão" por apoiar a resolução e sanções do Conselho de Segurança da ONU.

No dia 15 de setembro, Kim Jong-un afirmou que a Coreia do Norte está “perto” de atingir sua meta de poder nuclear completo, apesar das sanções ao seu regime, de acordo com a agência de notícias KCNA.

Postar um comentário